:::::::São Francisco de Assis...Irmão Sol :::::::





"Senhor, fazei-me instrumento de  Vossa Paz"




"Sua maior intenção, seu desejo principal e plano supremo era observar o Evangelho em tudo e por tudo,
imitando com perfeição, atenção, esforço, dedicação e fervor os passos de Nosso Senhor Jesus Cristo no
seguimento de sua doutrina".
(Vida de S. Francisco - 1Cel 84)


 


 

O mundo tornou-se Presépio

 Presépio exposto na Capela de São José.(José Bonifácio-SP)

Presépio exposto  na capela  de São José-(José Bonifácio-sp)

 

A encarnação do Verbo de Deus, Jesus Cristo, mudou o curso da história, o destino do homem e do mundo. O tempo foi fecundado pelo eterno e os atos humanos ganharam uma significação decisiva: nos fatos se constrói a salvação ou a perdição da vida. Crer num Deus que assumiu a condição humana é crer que toda pessoa tem uma dignidade e um valor fundamental, pelo simples fato de viver, porque a vida é sagrada.

 

Depois de Cristo, tudo tem a ver com Deus: as criaturas, a natureza, as diferentes culturas, as raças, e todas as coisas mais comuns que constituem a vida humana. "Todas as coisas foram feitas por Ele e sem Ele nada se fez de tudo o que foi feito" (Jo 1,3). Hoje, a encarnação tem um caminho de volta: por meio de cada pessoa e do mundo em que vivemos, podemos descobrir a presença do Deus que assumiu nossas feições e tornou-se um de nós. "Entre nós armou sua tenda e nós vimos sua glória" (Jo 1,14).

 

Quando São Francisco de Assis, em sua intuição original recriou no presépio de Greccio, a expressão poética do natal, desejava experimentar e reviver na própria carne, o mistério e o encantamento, o amor e a dor, a contradição da glória divina revelada na pobreza do Filho de Deus. Desde então, compor um presépio com figuras e materiais comuns e ordinários, tornou-se um ato de fé, vislumbrando a presença do Deus encarnado em tudo aquilo que constitui a vida. Para contemplar o presépio e nele descobrir a revelação divina no cotidiano humano, há uma condição: é preciso mudar o coração e o olhar, porque o mundo tornou-se presépio.

 

É este o sentido de compor e imaginar a cena do nascimento de Jesus Cristo nas mais diferentes situações e culturas. É Ele o índio, é Ele o negro, é Ele o pobre, o homem comum na cidade, na favela, no campo... Porque todo ser humano tornou-se sacramento do Filho, e todo lugar e cultura tornaram-se sacramento da manjedoura de Belém. Universal não é o presépio, é sim o mistério da vida que só tem uma morada: o coração humano.

 

Natal e presépio revelam uma contradição: ao assumir na carne as limitações da vida humana, Deus eliminou toda distância e superou toda separação. Porque é livre, cada pessoa pode não viver nesta mesma dinâmica divina do amor e, de algum modo, vai experimentar o paradoxo de uma vida fechada em si mesma. Natal é linguagem divina. Presépio é pedagogia humana para que, na abertura ao mundo, se possa descobrir o que é essencial. Então seremos capazes de sentir, mesmo na precariedade da vida que, "Deus armou sua tenda entre nós, e vimos sua glória, e da sua plenitude TODOS nós recebemos graça sobre graça" (Jo 1,14.16).

 

Frei Regis Daher, ofm

 

ESPECIAL NATAL: LEIAM GRECCIO,A NOVA BELEM:
Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil

 



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h14
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Presépio exposto na Capela São José. (José Bonifácio-SP.)

 

Presépio exposto na Capela São José.(José Bonifácio-SP.) 

O primeiro Presépio ao vivo foi feito por São Francisco de Assis na noite de Natal de 1223, num monte junto da aldeia de Greccio, em Itália.

O seu amigo João, dono da herdade, emprestou um boi e um jumento; o povo acorreu com archotes; Francisco, diácono, proclamou e explicou o Evangelho.

 Dizem os Biógrafos que, ao pronunciar o nome de Jesus, o Santo passava a língua pelos lábios como que a saborear mel; ao dizer Belém, a sua voz balia como a de um cordeiro; e quando pegou no Menino ao colo, a imagem de Jesus, em barro, animou-se e sorriu-lhe.

 

Leiam mais: LEIAM MAIS SOBRE PRESÉPIO CLICANDO AQUI

  



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 11h56
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O anjo disse: “Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que será também a de todo o povo; hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós o Salvador, que é o Cristo Senhor”

(Lc 2,10-11)

 

 

Feliz Natal De Jesus!

 



Categoria: ORAÇÕES/BÍBLIA
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h07
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Irmã morte.

 

Francisco de Assis preparou o momento da sua morte como uma grande celebração. Não quis o véu da tristeza, mas sim o sereno júbilo dos realizados. Convocou os frades para entoarem o UOL Busca Cântico das Criaturas onde um verso assim dizia:

 

 

"Louvado sejas, meu Senhor, por nossa Irmã, a morte corporal, da qual homem algum pode escapar!" E assim aconteceu o seu "transitus", isto é, sua passagem para a vida eterna, no entardecer do dia 03 de outubro de 1226. .

 

Assim, a palavra "trânsito" passa a ser uma tradição franciscana para lembrar a última e definitiva passagem do humano. É a viagem dos justos para a eternidade, a passagem desta vida para a vida eterna. A este trânsito alude o prefácio da Missa de Exéquias: "aos vossos fiéis, Senhor, a vida não lhes é arrancada, mas apenas transformada".

 

Que transformação é esta? A alma entra glorificada no Paraíso que construiu já aqui nesta vida. Constrói na força do instante bem-vivido, cada dia, para habitar na eternidade. O jeito franciscano de viver é abraçar a pureza evangélica; ser um amante da fraternidade; um apóstolo construtor da paz; cultor da pobreza, alegre e pequeno servidor; denunciar com o testemunho de vida a vaidade e o poder; ser uma criatura livre nas asas do espaço e do tempo; cantar sem cessar a alegria de viver! Quem vive assim, permanece!

 

A morte não marca o fim da existência do humano que crê, mas abre as portas para a verdadeira imortalidade. Quem vive imerso na Grandeza do Amor celebra, com os irmãos e irmãs, a vida de tudo e de todos, imprimindo certeza e alegria de quem sabe que, vivendo uma vida fiel aos valores do Evangelho, vai participar da Ressurreição. .

 

A morte dá um acabamento final a uma vida de empenho, ascese, entrega e penitência. É um happy end. Uma apoteose final. Ser penitente é limpar dentro de si e na vida aquilo que não é bom para se chegar a uma retidão de vida. Não adianta lutar por uma ordem externa, se o interior não tiver conquistado a própria harmonia. Superar dificuldades, doenças, sofrimentos, limitações pertence também ao caminho da perfeição.

 

A boa tradição franciscana acolhe serenamente a morte, cantando, porque a vê como o momento culminante da vida. É a porta para a Vida Eterna! "É morrendo que se vive para a Vida Eterna!" Hóspede bem-recebida é abraçada por um divino nobre e não por um humano amargo. A morte é consumação da existência e a entrega de uma vida vivida em plenitude. A consciência da morte é que dá sentido à vida, pois esta é compreendida como mera transitoriedade. Através da morte podemos contemplar a presença do Grande Pai acolhendo, recebendo o filho ou a filha amada. A entrega final e reconciliadora com quem nos deu a origem. Louvado sejas, meu Senhor, pela Irmã Morte! Morte que abre as portas para ti! Morte que chegou na hora devida, preparada, amada, intensa.

 

Morte na Paz, morte no Bem, morte para a Vida, morte sem morte, morte Irmã!

 

Fonte Frei Vitório Mazzuco Filho:  http://carismafranciscano.blogspot.com/



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h22
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Sermão da montanha

Sermão da montanha

 

Mt 5, 1-12ª.

Bem-aventuranças: anseio por um mundo novo

 

-* 1 Jesus viu as multidões, subiu à montanha e sentou-se. Os discípulos se aproximaram, 2 e Jesus começou a ensiná-los: 3 «Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu. 4 Felizes os aflitos, porque serão consolados. 5 Felizes os mansos, porque possuirão a terra. 6 Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. 7 Felizes os que são misericordiosos, porque encontrarão misericórdia. 8 Felizes os puros de coração, porque verão a Deus. 9 Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. 10 Felizes os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino do Céu. 11 Felizes vocês, se forem insultados e perseguidos, e se disserem todo tipo de calúnia contra vocês, por causa de mim. 12 Fiquem alegres e contentes, porque será grande para vocês a recompensa no céu. Do mesmo modo perseguiram os profetas que vieram antes de vocês.»

 

* 5-7: O Sermão da Montanha é um resumo do ensinamento de Jesus a respeito do Reino e da transformação que esse Reino produz. Moisés tinha recebido a Lei na montanha do Sinai; agora Jesus se apresenta como novo Moisés, proclamando sobre a montanha a vontade de Deus que leva à libertação do homem.

 

* 5,1-12: As bem-aventuranças são o anúncio da felicidade, porque proclamam a libertação, e não o conformismo ou a alienação. Elas anunciam a vinda do Reino através da palavra e ação de Jesus. Estas tornam presente no mundo a justiça do próprio Deus. Justiça para aqueles que são inúteis ou incômodos para uma estrutura de sociedade baseada na riqueza que explora e no poder que oprime.

 

Os que buscam a justiça do Reino são os «pobres em espírito.» Sufocados no seu anseio pelos valores que a sociedade injusta rejeita, esses pobres estão profundamente convictos de que eles têm necessidade de Deus, pois só com Deus esses valores podem vigorar, surgindo assim uma nova sociedade.

 

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral

FONTE:   http://www.franciscanos.org.br



Categoria: ORAÇÕES/BÍBLIA
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h31
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Quem é São Francisco de Assis na nossa vida?

 

Há algum tempo  tive um sonho com São Francisco de Assis, era um homem que personificava a humildade, e por isso falou fundo no meu coração quando deu-me um conselho que só alguém com muito amor poderia dar:

-“Você precisa rezar mais! Perguntei-lhe: Quem é você? E ele respondeu: São Francisco de Assis”. 

Nos dias seguintes passei a pesquisar sobre São Francisco e assim conhecendo um dos maiores homens que já passou por esse mundo, o seu modo de amar Jesus Cristo e compreender realmente quem somos: filhos e filhas de Deus.

São Francisco conhecia a intimo dos animais, de todas as criaturas e a importância dos quatro elementos da natureza: terra, água, ar e fogo (Cântico do irmão Sol), soube que todos faziam parte da criação, ele nos ensinou a respeitar tudo isso porque sabia que a vida se origina neles, através deles e junto com eles.

O homem sozinho dentro do mundo nada somos, pois sem os elementos da natureza, e com destruição e a extinção de muitas espécies pode levar a humanidade ao desaparecimento.  

Hoje estamos presenciando muitos fenômenos climáticos, a maioria deles provocados pelo homem, não estamos respeitando a nossa irmã natureza, nosso meio ambiente e a mãe Terra. 

São Francisco tinha respeito e admiração por tudo que havia na natureza, porque a sua estreita ligação com Deus o fez enxergar que tudo que Deus criou no planeta foi criado para que a vida fosse possível. Nada foi criado sem um objetivo. Portanto como São Francisco dizia: todos somos irmãos, porque todos são necessários para que haja a vida na Terra: desde um vermezinho ao maior dos animais. 

Além da sua vital relação com a natureza influenciando de forma quase utópica a sua proteção, onde leva o homem de hoje a questionar a si mesmo dentro do mundo, também existe uma grande importância na evangelização dos povos, pois é um santo admirado pelo mundo todo.  

Amava a Eucaristia com tanta devoção que contagiava os que o viam aproximar-se da Mesa Eucarística, como discípulo de Cristo sabia que naquele momento ia ao Seu encontro.  

Amava como Jesus amou: pobres, doentes, desesperados e excluídos. Os leprosos que eram na época excluídos por toda a sociedade como seres abomináveis, repulsivos e perigosos eram acolhidos por ele como irmãos, ela cuidava das suas feridas e os alimentava. Santa Clara que também havia compreendido esse chamado de Deus o ajudava nessa missão indesejada pela maioria das pessoas.     

Portanto sempre agradeci a Deus por ter enviado São Francisco num sonho a mim, porque através dele conheci e estou descobrindo a maravilha da Fé em Deus, o significado do amor pela Sua criação, um amor que representa a nossa própria VIDA.  

 

Senhor! Fazei-me instrumento da Sua paz.

 

UOL Busca Rivaldo R.Ribeiro-José Bonifácio-SP 



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 15h52
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Francisco de Assis fez história

Francisco de Assis fez história

 

São Francisco de Assis desejava ser como Cristo, que viveu pobre toda sua vida. No começo seus colegas começaram a caçoar e a reprovar suas atitudes. Mas, com o tempo, entenderam a grande missão e seguiram Francisco até o fim de suas vidas. A todos que manifestam desejo de segui-lo, Francisco dizia: - Vá, vende tudo que tens e dá aos pobres. Não possuas nada consigo e siga somente ao Pai eterno e a Jesus Cristo.

 

Historicamente, o primeiro discípulo conhecido foi Frei Bernardo Quintavalle, que além de discípulo tinha uma grande devoção pelo Santo. A sua adesão - e de mais três rapazes - aconteceu na Igreja de São Nicolau.

Como Francisco ainda não tinha escrito uma Diretriz ou Norma de Vida para quem quisesse seguir os seus passos, colocou-se nas mãos de Deus a fim de que Ele inspirasse sua conduta. Diante do Sacrário na Igreja, abriu ao acaso por três vezes a Santa Bíblia e leu as seguintes frases: "Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens e dá aos pobres, e terás um tesouro nos Céus." (Mt 19,21) Na segunda vez: "Quem quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me." (Mt 16,24). E, finalmente, na terceira vez: "Não queirais levar para a viagem coisa alguma". (Lc 9,3) Bernardo era nobre e possuía muitos bens. Separou sua parte na herança, vendeu e distribuiu para os pobres de Assis e foi encontrar-se com Francisco.

 

Com seis meses de apostolado, o número de Frades cresceu para nove homens. Por essa razão, Francisco decidiu deixar a cabana da Porciúncula e transferiu-se para RivoTorto, instalando-se numa casa que conseguiu, a qual chamavam de "tugurium", porque era pequena e velha, embora o local fosse esplêndido. Ficava cerca de 20 minutos a pé da Igreja de Santa Maria dos Anjos.

 

Quando o grupo chegou a 12 irmãos, São Francisco decidiu ir até Roma e  pedir ao Papa autorização para viverem a forma mais pura do Evangelho,  conforme o desejo e a escolha que fizeram. O Papa achou que seria muito  duro para eles esse modo de vida, porém deu permissão e também autorizou que eles pudessem pregar. Durante esse período de visita, o Papa teve um sinal profético e reconheceu em Francisco, o homem que em seu sonho segurava a Igreja como uma coluna. Muitos outros Irmãos foram se juntando ao grupo, desejando viver conforme Francisco. São Francisco assistiu ao crescimento da Ordem, que se espalhou por diversas partes do mundo. Os frades fizeram suas habitações em choupanas ao redor da Igrejinha da Porciúncula (significa pequena porção de terra). Os valores franciscanos os levavam a dividir as atividades entre oração, ajuda aos pobres, cuidados aos leprosos e pregações nas cidades.

 

www.centrinho.usp.br/sfa/ff_03.html

 



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 02h35
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"Pedimos-te

"Pedimos-te

 

Grande Artífice da verdade!... Aqui estamos nesta casa do teu coração, como sermos penitentes em busca da perfeição, e queremos encontrar os meios, que nos fogem da razão.

 

Pedimos-Te a paz, Senhor, mas que ela não nos venha com a feição da preguiça.

 

Pedimos-Te a luz, mas não permitas, Senhor, que ela nos leve a cruzar os braços nos confortos das claridades.

 

Pedimo-te, Senhor, a que nos ajude a perdoar, sem nos afastar daqueles que, por vezes, nos ofenderam.

 

Pedimos-Te, Grande Força do Universo, Amor, mas muito amor, sem que ele exija algo de alguém.

 

Pedimos-Te, Senhor, que nos dê o pão de cada dia, sem que este pão nos leve ao egoísmo, e que possamos reparti-lo com os que têm fome.

 

 

Pedimos-Te, Senhor, consolação, porem, que nos ajudes também a consolar os tristes e os desesperados, todos os dias.

 

Pedimos-Te, meu Deus, Deus nosso, que a saúde se instale em nós, mas que não nos esqueçamos de ajudar os enfermos.

 

Pedimos-Te, Senhor, o teto, mas, ajuda nos a abrir as nossas portas aos desabrigados.

 

Pedimos-Te a Tua companhia permanente, todavia, ajuda nos a acompanhar os deserdados, os órfãos, os atormentados, os viciados, os criminosos, os famintos da Tua Luz, porque sabemos que, sem este convívio, de nada nos valerá pedir-Te o que almejamos. Jesus, abençoa a nossa razão e clareia o nossos sentimentos, no afã de sentirmos a luz da Verdade e multiplicá-la pela presença dos nossos exemplos.

 

 Maria Santíssima, seja a nossa luz para que o Amor brilhe dentro de nós como o Sol da vida.

 

Abençoa-nos todos, os nossos familiares, a humanidade inteira, os pássaros, os peixes, os animais e a Terra em que vivemos." (Francisco de Assis)

 Hoje (04/10) comemoramos o dia de São Francisco de Assis



Categoria: ORAÇÕES/BÍBLIA
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 02h08
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04 de outubro, dia de São Francisco de Assis.

04 de outubro, dia de São Francisco de Assis.

No dia 4 de outubro comemoramos Francesco, esse italiano de Assis e do mundo. Não podemos repetir São Francisco. Nós, seus discípulos, não somos Francisco de Assis. Ele é único.

“O Espírito Santo não se repete. Haveremos de descobrir que esse Espírito nos convida a tornarmo-nos, para os homens do século XXI, uma Palavra de vida, a sermos irmãos e irmãs do Evangelho a partir do qual ousaremos abrir novas estradas de liberdade, de esperança e de alegria. Queremos beber da mesma fonte borbulhante da qual Francisco bebeu para encarnar hoje a alegria e a loucura do Evangelho.

Francisco não pertence a ninguém. É característica das grandes figura – bem como das grandes obras literárias e musicais – serem inexauríveis. O próprio Evangelho nunca deixa de ser lido, relido, comentado e vivido. É sempre novo!” (Michel Hubaut, La gioa di viverei il Vangelo, Ed. Messagero, Padova 2006, p. 10).



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 19h25
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OS ESTIGMAS DE FRANCISCO DE ASSIS E O SEGREDO DA SUPREMA FELICIDADE

Dom Laurence Freeman, OSB (*) Junho de 1998, Festa de Corpus Christi
Queridos amigos:

Sessenta e cinco meditantes de vários continentes se reuniram recentemente em um Retiro silencioso de uma semana, no Monte Alverne, o lugar de peregrinação na Toscana,  onde São Francisco de Assis (1182-1226) recebeu os estigmas em 1224, dois anos antes de sua morte. Passamos a noite do primeiro dia de viagem ao pé do monte e logo cedo, no ar fresco e ensolarado da manhã seguinte, fizemos vagarosamente e em silêncio o caminho da forte subida que leva ao santuário.

Paramos na Capela dos Pássaros para escutar o sublime canto que recebeu Francisco e seus três companheiros quando ali chegaram e ele se viu cercado alegremente pelos pássaros, confirmando que tinha vindo ao lugar certo. Francisco fora ao monte para um jejum de quarenta dias em preparação à chegada da Irmã Morte cuja rápida aproximação pressentia.

Depois de nos alojarmos na simples Casa Franciscana de Retiros, e começarmos a sentir o ambiente desse lugar intenso e sagrado, concordamos em nos fazer uma pergunta preliminar simples. Por que tínhamos ido para lá? Como a maioria das perguntas simples, ela foi uma chave que abriu muitas portas. Afinal, no silêncio em que estávamos então entrando, a pergunta levou a outras perguntas igualmente básicas, relacionadas à consciência e à vida espiritual, que nos levaram ao limite do pensamento e, assim, à luz de Deus dentro de nós: Quem sou eu? Quem é Deus?

A história da experiência de oração de Francisco no lugar sagrado do Monte Alverne nos enriqueceu, desafiou e guiou dia após dia. Ficamos sabendo como ele se aprofundou cada vez mais na solidão, durante sua estadia ali, alternadamente fustigado por seus demônios interiores e consolado por visitas angélicas. Nisto, ele perseverou até que chegou à experiência que culminou na união com a humanidade de Cristo, o que tornou esse lugar tão sagrado, não somente para seus seguidores franciscanos, mas também de grande significado para toda a tradição cristã de oração.

 

Na noite de 14 de setembro, Festa da Santa Cruz, seu fiel amigo e companheiro, Frei Leão, desobedeceu às instruções de Francisco e penetrou na solidão de sua reclusão para ver como ele estava. À luz do luar, Frei Leão viu Francisco de joelhos em oração, repetindo com todo o fervor as perguntas que se encontram no centro de toda oração cristã: “Quem és tu, meu doce Deus... Quem sou eu, teu servo inútil?”“E somente estas palavras repetiu e nada mais disse” - conta-nos São Boaventura, seu biógrafo. Frei Leão viu o fogo que descia sobre a cabeça de Francisco, envolvendo-o por muito tempo.

 

Quando Francisco afinal o notou, Frei Leão perguntou o que significava tudo aquilo. Francisco respondeu que ele tinha recebido duas luzes para a sua alma; o conhecimento e a compreensão de si mesmo, e o conhecimento e a compreensão de Deus. Nesta oração no fogo, Deus lhe pediu três dádivas e ele buscou em sua pobreza até encontrar uma bola de ouro que ofereceu três vezes: a doação dos seus votos.

 

Após dizer a Frei Leão que não o espionasse mais, Francisco dirigiu-se à Bíblia para saber a que estaria sendo preparado - e em cada consulta ele foi encaminhado para a Paixão de Jesus Cristo. Retornou então à oração solitária, “tendo muita consolação na contemplação”. Sentiu-se depois impelido a pedir não somente a graça de sentir a dor de Cristo, mas também o amor que possibilitou a Cristo suportá-la por nós. Começou a contemplar a Paixão com profunda devoção até que “se transformou completamente em Jesus por meio do amor e da compaixão”.

 

Na manhã seguinte, ele viu um serafim aproximar-se na forma de Jesus Crucificado. Ele se sentiu repleto, simultaneamente, de medo e alegria, deslumbramento e tristeza. E foi-lhe dada a percepção de que sua transformação em Cristo não aconteceria por sofrimento físico, mas “por uma elevação da mente” - a transformação da consciência em amor. Entretanto, o sinal desta transformação seria a marca permanente das cinco chagas divinas de Cristo no corpo de Francisco. Pouco depois, Francisco deixou o Monte Alverne e retornou à cidade de Assis, para morrer “com a chama do amor divino em seu coração e as marcas da Paixão em sua carne”. Com humildade, perguntou a seus irmãos se deveria tornar pública a informação sobre seus estigmas, e convenceu-se de que deveria quando lhe disseram que a experiência deveria ter um significado não somente para ele, mas também para os outros.

 

UOL Busca OS ESTIGMAS DE FRANCISCO DE ASSIS

 

FONTE:   http://www.franciscanos.org.br



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 01h29
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SANTA CLARA DE ASSIS( SEU DIA 11/08)

SANTA CLARA DE ASSIS( SEU DIA 11/08)

 

 

Escuta filha, vê e presta atenção,

Esquece o teu povo e a casa de teu pai.

De tua Beleza se encantará o rei;

Ele é teu Senhor, inclina-te diante dele!”

(Salmo 44)

 

Chiara Favarone di Offreduccio nasceu a 16 de julho de 1194, em Assis. Seu nome, dado pela mãe, é a sua carteira de identidade: “Clara de nome, mais clara por sua vida e claríssima nas virtudes” (1Cel 8 ). Esta é a nossa Clara de Assis, Santa Clara, Mãe e Irmã, sopro do Espírito, luz para os que buscam as trilhas do sagrado e a plenitude do humano! Santa Clara morreu aos 11 de Agosto de 1253, no Convento de São Damião, aos sessenta anos, apertando nas mãos e no coração a Regra de Vida aprovada por Inocêncio IV, seu sonho, vocação e realização.

 

Aos dezoito anos, no dia 19 de Março de 1212, junta-se a Francisco de Assis, na Igreja de Santa Maria dos Anjos, a Porciúncula e, a partir dali, Assis e o mundo ganham um modo fascinante e próprio de encarnar o Evangelho. A gentil dama assisiense diz adeus aos projetos da família biológica, às ofertas do mundo, à sua beleza e aos dotes matrimoniais, à riqueza, ao palácio, castelo e nobreza, à presença na sociedade de Assis, e vai, com sensibilidade e coragem indomável, seguir os caminhos do Senhor numa nova família espiritual. Esta escolha juvenil teve as marcas da fidelidade por quarenta anos.

 

Na sua adolescência e juventude, antes de seguir radicalmente o Evangelho e o jeito de Francisco, Clara já acolhia, atendia, cuidava e nutria enfermos, pobres e leprosos. Distribuía sorrisos, presença, sopa, ataduras e aquele modo feminino de aliviar as misérias de então. Uma mulher como ela, destinada às cortes e aos príncipes, que encontra tempo para os que estão fora do status e da riqueza, só pode inaugurar um virtuoso caminho que leva à santidade.

 

Esta mulher bela, inteligente, amável, segura, piedosa e admirada, constrói no jeito natural de sua juventude, a grande fundadora da Segunda Ordem, as Damas Pobres, as Reclusas de São Damião, as Damianitas, enfim as Clarissas. Quem tem uma vida concreta arrasta atrás de si seguidoras: Inês e Beatriz, suas irmãs de sangue, sua mãe Ortolana, cinqüenta Irmãs naquele primeiro Mosteiro de Assis e tantíssimas Irmãs Clarissas espalhadas pelo mundo. Quem são as Clarissas? Vamos buscar a resposta nas Fontes primitivas:

 

O biógrafo medieval, Tomás de Celano, assim diz: “Este é aquele feliz e santo lugar em que, decorrido já o espaço de quase seis anos da conversão do bem-aventurado Francisco, teve feliz início, por intermédio do mesmo homem bem-aventurado, a gloriosa Religião e excelentíssima Ordem das Damas Pobres e virgens santas; neste lugar, viveu a Senhora Clara, oriunda da cidade de Assis, pedra preciosa e fortíssima, fundamento de outras pedras sobrepostas. (...) Ela foi posta como proveito para muitas e, como exemplo, para inúmeras. Nobre pela estirpe, mais nobre pela graça; virgem no corpo, castíssima no espírito; jovem na idade, mas madura no espírito; firme no propósito e ardentíssima no desejo do amor divino; dotada de sabedoria e de especial humildade.(...) Sobre ela ergueu-se a nobre estrutura de preciosíssimas pérolas, cujo louvor provém não dos homens, mas de Deus (Rm2,29), visto que nem a limitada faculdade de pensar é capaz de meditá-la, nem a concisa linguagem é capaz de explicá-la. Pois, antes de tudo, vigora entre elas a especial virtude da mútua e contínua caridade que de tal forma une as vontades delas que, morando juntas quarenta ou cinquenta no mesmo lugar, o mesmo querer e o mesmo não querer fizeram nelas de diversos um único espírito. Em segundo lugar, em cada uma brilha a gema da humildade que de tal modo conserva os dons concedidos e os bens recebidos dos céus que merecem as demais virtudes. Em terceiro lugar, o lírio da virgindade e da castidade de tal maneira asperge todas com admirável odor que, esquecidas dos pensamentos terrenos, elas desejam meditar unicamente os celestes, e de fragrância dele nasce tão grande amor para com o Esposo eterno nos corações delas que a integridade deste sagrado afeto exclui delas todo costume da vida anterior. Em quarto lugar, todas foram marcadas pelo título da altíssima pobreza a ponto de mal ou nunca consentirem em satisfazer a extrema necessidade do alimento e da veste” (1Cel 8, 18-19).

 

Juntemos a esta precisa descrição de Celano a verdade de que Clara e suas filhas tem a coragem de centrar toda a energia do amor no Único Esposo, um amor incondicional, um amor de intimidade; que encontram na oração e na contemplação os canais mais convergentes para o Divino; na quietude e na solicitude, na fraternidade e na atividade, na minoridade e na benignidade, a tarefa de amar e servir.

 

Clara e Irmãs Clarissas, tronco da mesma raiz, flores femininas da mesma planta; missionárias da prece, comunhão eclesial, guardiãs do melhor que o Carisma tem: revelação, inspiração, reconstrução. Elas cuidam do manancial de onde brota a nossa vida evangélica franciscana, água viva com sabor clariano, que não podemos deixar de beber. Na Festa de Santa Clara vamos pedir a bênção para a Mãe!

Fonte Frei Vitório Mazzuco Filho:  http://carismafranciscano.blogspot.com/



Categoria: SANTA CLARA
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h33
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 Reedição do post 2008 

O DIA DO PERDÃO.

Começa às 12 horas do dia 01 de agosto até o final da tarde de 02 de agosto de cada ano.

 

Em 1216 São Francisco de Assis estava orando na igrejinha da Porciúncula, quando de repente ela torna-se iluminada, e São Francisco de Assis vê sobre o altar o Cristo revestindo de luz e à sua direita a Mãe Santíssima.

E eles perguntam a São Francisco o que ele desejava para que as almas fossem salvas? Assim ele Os pede que seja concedido um generoso perdão a todos que se arrependessem e confessassem seus pecados, e fossem visitar aquela igrejinha.

 

E o Senhor acolhe a sua oração e propõe que ele peça ao Seu Vigário na terra, de Sua parte, esta indulgência. E São Francisco vai até ao Papa Honório III e conta-lhe a visão que tinha tido.

E Feliz caminha até à porta, negando qualquer documento que comprove a autorização do Papa, bastava-lhe a sua palavra, o documento seria a Santíssima Virgem Maria, o Senhor como escrivão e os Anjos as testemunhas.

O Perdão de Assis é uma manifestação da misericórdia de Deus e um sinal do amor apostólico de São Francisco, que disse alguns dias depois em lagrimas: "Meus irmãos, quero que todos vocês vão ao Paraíso!"

 

Esta indulgência é dada somente em um dia do ano: começa às 12 horas do dia 01 de agosto até o final da tarde de 02 de agosto, todo ano. Este dia tem como padroeira Nossa Senhora dos Anjos, e foi estendida a qualquer Igreja Católica do mundo.

 

Assim, ganham a Indulgência, todas as pessoas que tendo feita a confissão sacramental, visitarem uma Igreja nos dias mencionados, receberem a comunhão eucarística e rezarem um "Pai nosso", uma "Ave Maria" e um "Glória", pelas intenções do Santo Padre, o Papa. Assim sendo, poderão utilizar a Indulgência em seu próprio benefício, em favor de pessoas falecidas ou daquelas que necessitam de conversão do coração.

 



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 02h05
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Santa Clara de todos os tempos

UOL Busca Frei Almir Ribeiro Guimarães, OFM 

 

1-Clara,  filha de nobres, vive em seu coração um desejo de plenitude. Nada nela é feito de coisas pela metade. Nada é medíocre. Nasce, cresce e vive em ambiente de paz, no seio de uma família nobre e bem aquinhoada. Não condena ninguém. Nem ricos, nem nobres.  Escuta a mãe falando das coisas da Terra Santa e ela, Clara, vai nutrindo misteriosamente o desejo de ser somente de Deus. No ar da época  há um desejo de volta ao Evangelho.  Mulheres beguinas andam de um lado para o outro. Tudo se acelera quando aparece um moço de Assis chamado Francisco. Aquele jeito de viver, aquela energia e  a força que irradiava  “precipitaram” as coisas.  Ela queria o Evangelho... o Evangelho todo...

 2-Na noite de um domingo de Ramos, a moça é recebida na Porciúncula. Os frades lhe cortam o cabelo, vestem-na de roupas simples. Faz ela sua profissão de viver segundo a forma do Evangelho. Os frades a recebem. Francisco nada é para receber uma tal profissão. Deus inventa suas coisas.

 3-Vai ela de um lado para o outro. Não acha seu lugar. As coisas vão se tornando mais nítidas. Havia uma igreja, com um Crucifixo sereno e bonito, uma igrejinha consagrada ao mártir Damião, fora dos muros de Assis. Ali começa a vida da Senhora Irmã Clara e de suas co-irmãs.  Poucas irmãs, depois o número aumenta, a presença discreta dos frades, a proteção não tão próxima , mas verdadeira, de Francisco.... Uma vida extremamente simples...

 4-Trabalho, corporais, sanguíneos, alfaias.. todos os dias... Dizem que elas faziam coisas maravilhosas.... Ofício, oração, meditação, contemplação... muitas horas, muitos meses, muitos anos... Cuidados com as irmãs: umas saiam uma vez ou outra, ... lavar os pés das irmãs, cuidar das doentes, cobri-las nos dias de frio... essas irmãs geradas pela força do Evangelho. Os frades lhes faziam pregação, elas recebiam deles as esmolas que conseguiam nas casas de Assis.  Mas nisto não consiste o mistério de São Damião...

 5-Clara vai se deixando tocar pelo Cristo pobre, seu esposo, seu querido esposo. Nas cartas que escreve a Inês de Praga fala do espelho onde está Cristo. Clara corre como a esposa do Cântico dos Cânticos para estreitar-se com ele num amplexo de amor. Uma contemplativa que escolheu a melhor parte que não lhe será tirada. 

6-Nao uma frágil mulher, mas uma Clara forte.  Não admite viver a pobreza segundo os cânones do tempo... quer um privilégio de viver sem nada, absolutamente sem nada.  Morre tendo nas mãos a aprovação do Privilégio e de sua Regra.  

7-Vive doente muito tempo e no fim de sua vida agradece a Deus o dom da vocação.... e depois dela nasceram o mosteiros das senhoras pobres. Que estes possam ser lugares onde um pequeno grupo de mulheres possa viver somente para o Evangelho, um lugar onde reine um bem querer, onde abadessas continuem vendo se as irmãs estão cobertas no tempo do frio, onde não se brinca com a questão da oração, onde mulheres pobres se sentem muito unidas aos frades e juntos, cada um em seu lugar, louvem o Altíssimo e Onipotente e Bom Senhor.

 

Fonte: http://www.franciscanos.org.br



Categoria: SANTA CLARA
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 01h21
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Bênção do Frei Jorge da Paz

 

FONTE:  http://www.freijorgedapaz.org.br/

(Veja o seu programa na TV Rede Vida, todo Sábado 13 horas)

 

Desejo a você, que está se comunicando comigo, toda Paz e todo Bem!

 

Diante dos desafios da vida, que a esperança esteja sempre acesa na sua lembrança. Haja o que houver, que a Boa Nova do Senhor expulse do seu caminho tudo aquilo que esteja querendo desanimar você.

 

Que Deus lhe dê entusiasmo, bom humor, saúde, determinação, alegria, absoluta certeza no Poder de Deus, e boas idéias.

 

Se Jesus está no seu coração, você pode ter certeza de que a vida irá sorrir para você!

 

Que, em toda a parte e lugar, a Santíssima Virgem Maria, Mãe do Senhor e Rainha da Paz, faça você permanecer sempre sem medo! Tudo é possível para aquele que acredita!

 

Coragem!

 

Abençoe o Deus Todo Poderoso,

Pai, Filho e Espírito Santo,

Amém! 

 



Categoria: ORAÇÕES/BÍBLIA
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h32
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O caminho do evangelho

 

 

De manhã, bem cedo, foram ambos à missa. Pelo caminho juntou-se aos dois Pedro de Catânia, doutor em Direito e novo companheiro. Por três vezes abriram o livro do Evangelho, e as três respostas que encontraram foram as seguintes:

 

"Se queres ser perfeito, vende o que tens e dá-o aos pobres. Depois vem e segue-me" (Mt 19,21).

 

"Não leveis nada pelo caminho, nem bastão, nem alforge, nem uma segunda túnica..." (Lc 9,3).

 

"Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz cada dia e siga-me" (Mt 16,24).

 

 

"Isto é o que devemos fazer, e é o que farão todos quantos quiserem vir conosco" - exclamou Francisco, que subitamente viu brilhar uma luz sobre o caminho que ele e seus companheiros deveriam seguir. Finalmente encontrou o que por tanto tempo havia procurado! Isto aconteceu a 24 de fevereiro de 1208, dando início à fundação da Fraternidade dos Irmãos Menores.

 

No mesmo dia, Bernardo de Quintaval vendeu todos os seus bens e repartiu o dinheiro entre os pobres de Assis.

*******************************************************

O primeiro sacerdote franciscano

 

 

O exemplo de Bernardo produziu frutos. O primeiro é o sacerdote Silvestre, que exclamou comovido: "Como posso eu, sacerdote e velho, ser menos generoso que estes jovens e ricos?" E, sem mais, lançou-se com eles na aventura de viver o Evangelho. Tornou-se, assim, o primeiro sacerdote da Ordem Franciscana!

 

Prontamente aderiram outros: Gil, um modesto lavrador que se tornaria um grande santo; Morico, dedicado ao serviço dos leprosos; Bárbaro, futuro missionário no Oriente; Sabatino, Bernardo de Viridiante, João de Constança, Ângelo, da ilustre família dos Tancredo, aparentado com reis e príncipes; Felipe, grande pregador; e muitos outros...

 

Juntos, formaram um grupo de mendigos voluntários (daí o adjetivo de Ordem Mendicante dado à Ordem Franciscana), que trabalhavam e rezavam, cantavam e pregavam, maravilhando o povo com a novidade do Evangelho sendo vivido diante de seus próprios olhos. Algumas choupanas cobertas de folhagem, no pitoresco vale do Rivotorto, serviam-lhes de modesto abrigo.

 

Fonte: http://www.franciscanos.org.br



Categoria: Carisma,Jufra,Santos
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 01h26
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Dia de Pentecostes. ( Opinião de um Leigo)

Dia de Pentecostes.  (Opinião de um Leigo)

 Rivaldo R.Ribeiro

 

Nesse dia de Pentecostes poderemos ver uma relação muito grande com São Francisco de Assis e o movimento franciscano.

 

Pois foi o dia do nascimento da Igreja no mundo, quando o Espírito Santo manifestou-Se aos apóstolos de Cristo em várias línguas para que todos compreendessem a Palavra de Deus, e como hoje vemos a espiritualidade franciscana presente e compreendida em várias partes do mundo, mesmo alguns povos não cristãos.

 

Alem disso o aparecimento de São Francisco de Assis levou a Igreja a um renascimento espiritual, talvez um novo Pentecoste, desde o seu contato com Deus na igrejinha de São Damião, onde Nosso Senhor pediu a São Francisco: “Francisco restaura a Minha casa que está desmoronando”, o sentido aqui seria o desmoronamento da Fé na época que quase se iguala aos dias de hoje.

 

Renascia ali uma nova Igreja onde São Francisco propunha imitar Nosso Senhor em tudo, por tudo, perfeição, fervor, seguindo os passos do Mestre Jesus.

 

Assim a Igreja renascia difundindo por toda Europa a força evangelizadora dos pequenos frades menores, aumentando o número de adeptos por onde passavam até os dias de hoje. 

 

O evangelho de Cristo voltava a ser ensinado como Cristo ensinou: fraterno, humilde nas trilhas traçadas pelo Pai: anunciando as maravilhas do Reino de Deus, PAZ E BEM! 

 

Livro dos Atos dos Apóstolos (Atos 2,1-11) Lucas sugere que o Espírito é a lei nova que orienta a caminhada dos crentes. É Ele que cria a nova comunidade do Povo de Deus, que faz com que os homens sejam capazes de ultrapassar as suas diferenças e comunicar, que une, numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e culturas:

 

1Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. 2 De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam. 3Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. 4Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava.  

5Moravam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações do mundo. 6Quando ouviram o barulho, juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua. 7Cheios de espanto e admiração, diziam: “Esses homens que estão falando não são todos galileus? 8Como é que nós os escutamos na nossa própria língua? 9Nós, que somos partos, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judéia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, 10da Frigia e da Panfília, do Egito e da parte da Líbia próxima de Cirene, também romanos que aqui residem; 11judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus em nossa própria língua!”

 



Categoria: Carisma,Jufra,Santos
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 14h51
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SOLENIDADE DE PENTECOSTES

SOLENIDADE DE PENTECOSTES

  

Atos 2,1-11 e João 20,19-23

 

 A Igreja celebra, com grande júbilo, o aniversário do seu nascimento sob a ação do Espírito Santo. Celebra sua manifestação ao mundo, expressa seu testemunho, expõe sua riqueza mais íntima, qual seja, sua felicidade, graças à Salvação proporcionada ao mundo por Jesus Cristo.

 

Cristo prometera, em várias ocasiões, a efusão do Espírito Santo, promessa que “realizou na tarde daquele dia, no dia da Ressurreição” (cf. v. 19-22), e, de modo mais solene e marcante, no dia de Pentecostes, pois a plenitude do Espírito Santo, que estava em Jesus, deveria ser comunicada também a todo o povo messiânico (cf. Joel 3,1-2). Pentecostes é o coroamento, a plenitude da Páscoa.

 

Depois da Ascensão de Jesus ao Céu, “estavam os Apóstolos reunidos no Cenáculo em oração. Veio do Céu um ruído semelhante ao soprar de impetuoso vendaval, e encheu toda a casa onde se achavam. E apareceram umas como que línguas de fogo, que se distribuíram e foram pousar sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os impelia a se exprimirem” (cf. At 2,1-4).

 

Pentecostes contém um mistério que vai além de qualquer experiência humana. Para expressar o acontecimento, em si inexplicável, temos os sinais do fogo e do vento (At 2,2-3). Fogo e vento simbolizam o divino, revelam a presença de Deus: o fogo que abrasa e purifica e o vento que sopra quando e onde quer.

 

“Ao se produzir o ruído do céu, a multidão de inúmeros povos, lá presente, se reuniu e estava confusa, pois cada qual os ouvia falar em sua própria língua” (At 2,6). Pedro, impelido pelo Espírito Santo, erguendo a voz, assim lhes falou: “Homens da Galiléia e habitantes todos de Jerusalém, esse Jesus que vós crucificastes, foi Deus quem dele deu testemunho e, por meio dele, operou milagres; Deus o ressuscitou e o exaltou: Deus o fez Senhor e Messias”   (cf. At 2,22-36). 

 

E como acolheram os ouvintes essa revelação? Três mil foram tocados pelo Espírito, logo de início, pedindo o Batismo. Depois, mais cinco mil. Muitos ficaram simplesmente atônitos, outros escarneciam. Faltou disposição ao coração? Talvez... E’ a ação misteriosa da graça. Pois existe, também, a culpa e a cumplicidade do homem.

 

Muitas vezes, a pessoa não quer deixar-se esclarecer pela luz: “A luz brilha nas trevas, mas as trevas não a compreendem” (Jo 1,5). 

 

“A Igreja foi manifestada publicamente ante a multidão; e, pela pregação, iniciou-se a difusão do Evangelho entre as nações” (Ad Gentes 4).

 

Frei Floriano Surian, ofm

 

Fonte: http://www.riototal.com.br/boanova/  



Categoria: ARTIGOS FRANCISCANOS
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 14h28
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FRANCISCANAS PALAVRAS V

FRANCISCANAS PALAVRAS V

Continuação do post do dia  20/03/2009

33. Franciscanismo e Poesia não se separam, estão sempre juntos na percepção da própria identidade na Natureza.

34. Ser Menor é ser Francisco. É sentir a experiência do Nada, isto é, ser completamente despojado, Vazio de tudo, sem negatividades, sem pessimismos, sem dramaticidade; totalmente aberto à ação Divina. É estar sempre nascendo a cada instante.

35. Vamos aprender com Francisco: na Simplicidade e na harmonia realizar grandes coisas.

36. Quando olhamos para São Francisco percebemos que se o nosso interior é bom toda a natureza é boa.

37. “Meu Deus e meu Tudo!” Francisco assim exclama, admira, contempla, repete, invoca... Assim adensa a sua experiência de saborear a presença do Sagrado.

38. Francisco sempre esteve no espetáculo sensível da vida.

39. A Espiritualidade Franciscana é sensível porque é penitente.

40. Francisco é uma moderação contida.

  

Fonte Frei Vitório Mazzuco Filho:  http://carismafranciscano.blogspot.com/



Categoria: ARTIGOS FRANCISCANOS
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h08
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Benção de São Francisco de Assis a Frei Leão.

 

 

 

O Senhor te abençoe e te guarde!

O Senhor te mostre a sua face e conceda-te sua graça!  

O Senhor volva o seu rosto para ti e te dê a paz! 

 

As palavras que Francisco acrescentou às bíblico-litúrgicas são poucas, mas importantes, porque são pessoais do Santo: "O Senhor te abençoe, Frei Leão".

 

“(...) Redescobrindo-a e voltando a utilizá-la estaremos fazendo o que fez Francisco ao recuperar uma fórmula litúrgica quase esquecida, considerando-a apta para consolar o amigo na aflição. Usando-a, Francisco descobriu o profundo significado da fórmula e, no modo de usá-la, mostrou que captou precisamente seu sentido original...”.

 

A passagem bíblica onde consta a UOL Busca Benção de São Francisco a Leão, que pode ser estendia a todos nós: Números 6- 22-26

 

22. O Senhor disse a Moisés: 23. “Dize a Aarão e seus filhos o seguinte: eis como abençoares os filhos de Israel:24. O Senhor te abençoe e te guarde!  25. O Senhor te mostre a sua face e conceda-te sua graça!  

26. O Senhor volva o seu rosto para ti e te dê a paz!  27. E assim invocarão o meu nome sobre os filhos de Israel e eu os abençoarei”. 

 

Leiam mais sobre esse  maravilhoso fragmento na história franciscana:

 

http://www.franciscanos.org.br/carisma/simbolos

 



Categoria: ORAÇÕES/BÍBLIA
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 16h49
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VIDA e sua irmandade.

 

O planeta vive o momento difícil, vejam o nordeste, só um cego de consciência não vê que aquilo é uma consequência das danuras do homem contra a natureza, e São Francisco viu isso há séculos atrás, a relação homem e natureza é única, como ele disse no UOL Busca Cântico do Irmão Sol: louvado seja meu Senhor pelas criaturas, pela água, pelo sol, pelo ar, pela irmã Terra que nos sustenta e governa, veja que lindo que "sustenta e governa", e o homem imagina que pode dominar a Terra!

 

São Francisco de Assis era um artista da natureza, um poeta que amava desde aos cascalhos até as estrelas. Amava a Terra como uma plataforma que podia levá-lo a Deus, porque via na natureza a presença viva de Deus na vida que pulsava nos animais, nas corredeiras de agua, no verde das folhagens, nas aves do céu etc.

 

Uma arvore é a mais perfeita ligação com Deus, é vida, e está em permanente contato com a Terra, alimenta-se do solo, da sua energia, nos mostra que ali onde ela está é possível sobreviver, é uma indicação de VIDA.

 

São Francisco fez essa ligação e compreendeu que o respeito e amor do homem a natureza seria umas das formas de falar com Deus, e esse desrespeito está nos levando ao fim.

 

Portanto VIDA seja vegetal ou animal pertence à mesma irmandade, pois se uma não encontra condições de sobrevivência e outra também não... 

 

UOL Busca Rivaldo R.Ribeiro-Funcionário Publico José Bonifácio-SP

 



Categoria: ARTIGOS FRANCISCANOS
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h43
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A Sabedoria da Vida

A Sabedoria da Vida

 

 

Uma das grandes estantes em que está organizada a Biblioteca da Bíblia  é a dos livros SAPIENCIAIS.

A do Antigo Testamento é preenchida com os livros seguintes: Job, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria e Ben Sira (ou Eclesiástico).

 

SAPIENCIAL vem do latim sapientia, donde nasce a palavra portuguesa sabedoria. Mas, nestes livros da Bíblia, ao falar de sabedoria não falamos da esperteza nata de uma pessoa, nem da sua erudição ou cultura geral, nem da sua formação académica superior. Referimo-nos, mais, àquela Sabedoria que é um dos sete dons do Espírito Santo.

 

Esta Sabedoria já não deriva apenas de sapientia, mas também de sapor, saporis: sabor. E consiste na sensibilidade ou capacidade para encontrar e apreciar as coisas boas e fundamentais da vida, ver para além do imediato, contemplar o Criador na Criação, buscar o sentido profundo da realidade, relacionar acontecimentos numa História de Salvação, ler os chamados sinais dos tempos à luz da fé num Deus transcendente mas muito próximo da nossa vida. É também e sobretudo com base nesta Sabedoria, que alguns santos – como Santa Teresa do Menino Jesus – são proclamados Doutor ou Doutora da Igreja.

 

Os dois caminhos

 

Para estes meses de maior contacto com a Natureza e com a vida concreta das pessoas ou do mundo, sugiro aos leitores que levem a Bíblia consigo e “partem” à descoberta destes Livros e da Sabedoria que eles encerram.

 

Como exemplo, e embora já tenha falado aqui dos Salmos em geral, escolho o Salmo 1, intitulado Os dois caminhos, que «pertence ao género sapiencial e constitui uma espécie de meditação introdutória a todo o livro» (BÍBLIA da Difusora Bíblica, p. 841).

 

Proponho uma leitura meditativa e orante do texto, em quatro momentos complementares:

 

1. Rezar o texto do salmo 1, da Bíblia.  

2. Rezar a minha paráfrase-reflexão do salmo (em grupo, o dístico final pode servir de refrão após cada um dos anteriores); silêncio. 

3. Rezar de novo o texto da Bíblia. 

4. Escrever a sua própria oração ou paráfrase.

 

O Salmo 1, da Bíblia (ver Pr 4,10-19; Jr 17,5-8)

 

1 Feliz o homem que não segue o conselho dos ímpios,

   nem se detém no caminho dos pecadores,  nem toma parte na reunião dos libertinos;

2 antes põe o seu enlevo na lei do Senhor  e nela medita dia e noite.

 

3 É como a árvore plantada   à beira da água corrente:  dá fruto na estação própria

   e a sua folhagem não murcha;  em tudo o que faz é bem sucedido.

 

4 Mas os ímpios não são assim!

   São como a palha que o vento leva.

 

5 Por isso, os ímpios não resistirão no julgamento,

   nem os pecadores, na assembleia dos justos.

 

6 O Senhor conhece o caminho dos justos,

    mas o caminho dos ímpios conduz à perdição.

 

A minha paráfrase: Feliz...

 

Feliz de quem não ouve os pecadores

nem pára a contemplar as suas obras:

 

Feliz de quem não sente emulação

ao ver como prosperam os corruptos:

 

Feliz de quem não segue por caminhos

que levam à desgraça para sempre:

 

Feliz de quem não ouve os maus conselhos

nem segue os maus exemplos dos insanos:

 

Feliz de quem não sai com libertinos

rondando pelos antros da violência:

 

Feliz de quem em Deus põe seu enlevo

e vive a sua Lei com lealdade:

 

– Qual árvore plantada junto ao rio, Terá sempre folhagem, flor e fruto. *

 

* Num grupo, o Salmo pode ser recitado por um Solista,

servindo este dístico final de resposta a cada um os outros.

 

frei Lopes Morgado

 

 Fonte:  http://www.capuchinhos.org    ( Site de Portugal) 



Categoria: ARTIGOS FRANCISCANOS
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h12
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SAUDAÇÃO ÀS VIRTUDES

SAUDAÇÃO ÀS VIRTUDES

 

Salve, rainha sabedoria, o Senhor te guarde por tua irmã, a pura simplicidade!
Senhora santa pobreza, o Senhor te guarde por tua santa irmã, a humildade!
Senhora, santa caridade, o Senhor te guarde por tua santa irmã, a obediência!
Santíssimas virtudes todas, guarde-vos o Senhor, de quem procedeis e vindes a nós!


Não existe no mundo inteiro homem algum em condições de possuir uma de vós,
sem que ele morra primeiro.

Quem possuir uma de vós e não ofender as demais, a todas possui; e quem a uma ofender, nenhuma possui e a todas ofende.

E cada uma por si destrói os vícios e pecados.


A santa sabedoria confunde a Satanás e todas as suas astúcias.
A pura e santa simplicidade confunde toda a sabedoria deste mundo e a prudência da carne.
A santa pobreza confunde toda a cobiça e avareza e solicitudes deste século.
A santa humildade confunde o orgulho e todos os homens deste mundo
e tudo quanto há no mundo.

A santa caridade confunde todas as tentações do demônio e da carne e todos os temores carnais.

A santa obediência confunde todos os desejos sensuais e carnais e mantém o corpo mortificado para obedecer ao espírito e obedecer a seu irmão, e torna o homem submisso a todos os homens deste mundo, e nem só aos homens, senão também a todas as feras e animais irracionais, para que dele possam dispor a seu talante, até o ponto que lho for permitido do alto pelo Senhor (cf Jo 19,11).

 



Categoria: ORAÇÕES/BÍBLIA
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 16h00
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"ADORAÇÃO A JESUS NA CRUZ"

 

"ADORAÇÃO A JESUS NA CRUZ"

 

 

Nós vós adoramos, santíssimo Senhor Jesus Cristo,

aqui e em todas as vossas igrejas que estão em todo o mundo, e vos bendizemos, porque pela vossa santa cruz redimistes o mundo.

 

(S. Francisco de Assis, "Adoração a Jesus na cruz")



Categoria: ORAÇÕES/BÍBLIA
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 16h18
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Dimensão pascal da vida de Francisco

Dimensão pascal da vida de Francisco

 

São Boaventura aproveita um episódio acontecido em Greccio para sublinhar esta dimensão pascal da vida do Poverello e dos seus primeiros seguidores: «Dirigiu-lhes a palavra [aos Irmãos] para lhes mostrar, segundo as Santas Escrituras, que eram os verdadeiros Hebreus, a atravessar o deserto deste mundo como peregrinos e estrangeiros; e que, por isso, deviam celebrar constantemente em pobreza de espírito a Páscoa do Senhor, isto é, a passagem deste mundo para o Pai” (Legenda Maior, VII, nº 9).

 

A “passagem deste mundo para o Pai” é precisamente a grande reviravolta que Francisco sofre e nos conta logo no início do seu Testamento. Após falar da sua experiência com os leprosos, diz: «E ao afastar-me deles, o que antes me parecera amargo, converteu-se para mim em doçura de alma e de corpo: e em seguida, passado um pouco de tempo, saí do mundo» (nº 3).

 

Por graça de Deus, Francisco saiu definitivamente do “mundo” das desigualdades e da injustiça e passou para o “mundo” do Pai, de misericórdia para com todos, especialmente com os “leprosos” de todos os tempos. Eis a sua verdadeira Páscoa! Eis o Francisco verdadeiramente pascal!

 

 

Viver a Páscoa é tornar-se Irmão menor e servo de todos

 

Para este enamorado de Cristo, cada dia é uma verdadeira Quinta-Feira Santa. Na sua Primeira Regra, Francisco faz uma ligação imediata entre o ser irmão menor e o lavar os pés – numa referência explícita a Jesus Cristo, em Quinta-Feira Santa, uma das imagens que tanto o impressionou: «Todos, indistintamente, se chamem irmãos menores. E lavem os pés uns aos outros» (cap. VI, 9).

 

Outra ligação que ele faz é entre servir e lavar os pés: «Eu não vim para ser servido, mas para servir, diz o Senhor (Mt 20,28). Os que receberam o ofício de mandar nos outros, tanto se gloriem desse ofício, quanto se gloriariam se fossem encarregados de lavar os pés aos irmãos» (Exortação 4,1-2).

 

Assim, ser franciscano é ser irmão menor, pequenino disposto a servir os outros, lavando-lhes os pés, enxugando-lhes as lágrimas, acolhendo os seus anseios de amor e de misericórdia. Este é o frontispício do Mistério Pascal: a Quinta-Feira Santa.

 

 

Viver a Páscoa é continuar em si a Paixão de Cristo Jesus

 

Para o apaixonado do Crucificado, cada dia é uma verdadeira Sexta-Feira Santa. Há uma continuidade e vivência cada vez mais exigente entre o encontro com o Cristo de São Damião e a identificação com o Crucificado do Alverne, simbolizada nas cinco chagas impressas no corpo de Francisco, dois anos antes da sua morte.

 

O autor das “Considerações Sobre as Chagas” (cap. III) coloca nos lábios de Francisco esta ousada súplica: «Senhor meu Jesus Cristo, rogo me concedas duas graças antes de morrer: a primeira é que eu sinta no corpo e na alma, quanto seja possível, a dor que Tu, doce Jesus, sofreste no tormento da tua acerba Paixão; a segunda é que eu sinta no meu coração, quanto possível, aquele excessivo amor em que Tu, Filho de Deus, ardias quando sofreste voluntariamente tantos tormentos por nós, pecadores.» Uma graça de dor e uma graça de amor…

 

Em plena Festa da Exaltação da Santa Cruz, Francisco tem a visão do Serafim com seis asas resplandecentes como fogo… Diz São Boaventura: «A visão, entretanto, desaparecera, deixando-lhe o coração a arder em chama viva – e deixando-lhe também o corpo marcado em chagas vivas. Foi assim que um amor autêntico transformou o amigo na imagem do amado» (Legenda Maior, XIII, 3.5).

 

Contemplar Francisco é contemplar Cristo – Aquele Cristo que se “apaixonou” por nós, amando-nos até à loucura da Cruz, para que também nos amemos uns aos outros até à loucura da cruz e da morte.

 

É esta “Paixão” que Francisco canta no seu famoso Ofício da Paixão do Senhor. Uma “Paixão” que tem o seu clímax no Tríduo Pascal (I Parte), o centro no Tempo Pascal (II Parte) e o prolongamento nos Domingos e Festas principais (III Parte), incluindo o Advento, Natal e Epifania.

 

Assim, cada dia é uma nova oportunidade para agradecermos a loucura do amor de Deus por nós. Cada dia traz-nos a possibilidade de vivermos a “compaixão” por todos os crucificados e escorraçados pela sociedade, atraindo-os ao amor, única força que nos torna verdadeiramente livres, fraternos e felizes.

 

 

Viver a Páscoa é sonhar cada manhã como nova Ressurreição

 

Para Francisco de Assis, chamado “Cristo redivivo”, cada dia é um Dia de Páscoa:

 

● a Festa de Cristo Ressuscitado,

● a Festa da Criação libertada da escravidão,

● a Festa da Humanidade redimida na Morte de Cristo,

● a Festa da Vida a jorrar em abundância do Lado aberto de Cristo,

● a Festa da Luz vencedora de todas as trevas,

● a Festa do Amor triunfando sobre todos os ódios…

 

 

Para Francisco e os seus seguidores, a Páscoa é o Tempo do Sonho e da Utopia: Cristo ressuscitou! Um Mundo outro é possível!

 

 

Frei Acílio Dias Mendes

Fonte:  http://www.capuchinhos.org    ( Site de Portugal) 

 



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 16h03
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São Francisco a humilde perfeição.

São Francisco a humilde perfeição.

 

Desde o início da sua conversão, como bom arquiteto, São Francisco quis, com a ajuda de Deus, edificar a sua obra sobre rocha firme, isto é, sobre a insigne humildade e pobreza do Filho de Deus. Quis por humildade que a sua Ordem se chamasse "dos Frades Menores".

 

Assim, no começo da Ordem, determinou que os frades morassem nas leprosarias, para melhor servirem os seus ocupantes e que aí estabelecessem os fundamentos da santa humildade [...] como consta da primeira Regra.

 

"Não queiramos possuir nada neste mundo, além da santa pobreza, em virtude da qual o Senhor nos proporcionará alimentos corporais e espirituais e nos dará a herança celestial".

 

Ainda que pudesse ser grande prelado na Igreja de Deus, escolheu e quis ser humilde não só na Igreja como também entre os seus próprios frades. Pois, no seu conceito e desejo, esta humilhação devia constituir a sua maior exaltação aos olhos de Deus e dos homens. (in Espelho de Perfeição 44)

 

Fonte:  http://www.capuchinhos.org    



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h49
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Paz e Bem!



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 14h47
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Coletâneas de um modo de Pensar Franciscano

(Continuação do post anterior)

FRANCISCANAS PALAVRAS – II

(Postado no Blog do Frei Vitório no dia 16/03/2009)

 

9. Francisco, ao dispor-se à vida, ao buscar o que ele mesmo não sabia, deixou-se conduzir por um real confronto com o Evangelho e assim foi conduzido ao que procurava.

 

10. Ser Franciscano é ter paixão pela Paixão do Senhor.

 

11. Este é o modo de ser natural de Francisco: pródigo, nobre, jovial, cordial, magnânimo, generoso, simples e amigo.

 

12. Francisco é uma vontade boa bem trabalhada.

 

13. Com São Francisco vamos aprender a ouvir uma inspiração e encontrar em São Damião o nosso chão.

 

14. É difícil fazer aparecer o modesto que é a força de Francisco; nós sempre tendemos à uma interpretação tecnológica, aclesiológica, teológica, acadêmica demais.... e ficamos longe da sua vivência.

 

15. Usar um hábito, cortar cabelos à moda da antiga tonsura, jejuar, vestir-se de pobre só porque São Francisco apresentava-se assim não é interessante para nós modernos. O mais importante é entender a Força Originária que está aí.

 

16. Francisco permaneceu porque tinha consciência historial. A pertença historial gera força, coerência, pertença à uma grande família.

 

FRANCISCANAS PALAVRAS – III-

(Postado do Blog do Frei Vitório no dia 20/03/2009)

  

17.Francisco é um homem cheio de encontro, de amor, de brilho, sem cair num pieguismo.

 

18. Servo que não é bom não dá conta. Ser Servo não é só ter a intenção de servir, tem que servir bem! O medieval não se justifica pela intenção mas pelo persistente trabalho de ser bom. Francisco nos ensinou que um raio apenas, do Irmão Sol, é um bom servo.

 

19. Não diria São Francisco: “Como Deus pode permitir uma coisa dessa?!” Mas ele diria: “O que Ele está querendo dizer com isto?”

 

20. A função de um Ministro ou Ministra da Fraternidade não é de censurar, mas de remeter à Inspiração.

 

21. É preciso ler com seriedade os textos das Fontes Franciscanas, porque eles sustentam gerações e gerações de Fraternidades.

 

22. Francisco tornou-se espiritualmente adulto e grande sem mesquinharias.

 

23. Francisco nos ensinou que a Devoção se alimenta de Deus e não de sentimentalismo.

 

24. Porque o Amor é um Valor Absoluto que precisa ser abraçado, Francisco saiu pelas estradas da Úmbria bradando: “O Amor não é amado!”

FRANCISCANAS PALAVRAS – IV

(Publicado do blog do frei Vitório data: 17/04/2009).

 

 

25. Francisco, quando olha para si mesmo, é porque primeiro olhou para Deus.

26. Como um bom medieval, Francisco nos ensina que, tudo o que acontece, é a Vida nos exercitando.

27. Francisco de Assis é um sábio que, no vigor do Espírito e na Sensibilidade vital de sua percepção, penetra através da superfície da realidade para acolher a admiração, o Amor, a reverência, o cerne, o coração, enfim a Vida das coisas.

28. Com o grupo primitivo de Francisco aprendemos a não viver no grupo da mediocridade. Temos que nos responsabilizar! Não ter ações que não possuam a força do Espírito e sermos cada vez mais uma exigência concreta.

29. Para Francisco de Assis, Deus, ao se manifestar, não se revela como majestade, força, doador, Ser Supremo, mas sim como benignidade, bondade, gratuidade, gratidão, graça, serviço. Ele mesmo é servo de toda humana criatura.

30. Francisco e Leão vão até Santa Maria dos Anjos; a Porciúncula é o berço da Ordem, o lar, o lugar onde reside o memorial mais íntimo, o aconchego originário do mistério da Ordem. Lá é o lugar da Perfeita Alegria, isto é, a fala da jovialidade da Cruz!

31. Somos franciscanos enquanto dentro de nós existir uma imensa saudade de Deus.

32. Ser franciscano é ser peregrino.

 

Fonte Frei Vitório Mazzuco Filho:  http://carismafranciscano.blogspot.com/



Categoria: ARTIGOS FRANCISCANOS
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h50
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Coletâneas de um modo de Pensar Franciscano

Coletâneas de um modo de Pensar Franciscano

 

 

Nas minhas andanças por aí, espalhando o modo franciscano de ver a vida, não posso fugir do fervor das palavras. Palavras são provocações e desafios. Escrever e falar é a maior responsabilidade. Ao refletir o franciscanismo, sempre tem alguém coletando a fala. Muitos me pedem: “Frei repete isto novamente!” .

 

Pensar franciscanamente é elaborar sendas para a humanidade. Ajuntei curtas frases que andei falando ou escrevendo. Divido com vocês. Se quiserem usar, fiquem à vontade! O saber franciscano é perceber que não sabemos nada.

 

“Sábios são aqueles que dividem e duvidam e não aqueles que têm certeza”. Então, vamos dividir! Nem sei como chamar este bloco de idéias que quero publicar neste blog... São Coletâneas de um modo de Pensar Franciscano. De olho na vida e na fala de Francisco de Assis aprendi com ele a vigor do Espírito e da Vida, e na sensibilidade vital de sua percepção, ir além da superfície da realidade, para acolher a admiração, o espanto, a alegria, o amor, a reverência, o cerne, o coração, a vida dos seres, e estas coisas todas que ele nos ensinou...

FRANCISCANAS PALAVRAS

1. São Francisco é encarnado até o pescoço no Infinito!

2. O grupo primitivo franciscano não fez fraternidade através da simpatia pessoal. Fez vida fraterna pela escuta comum de uma séria convocação para um viver exigente.

3. Viver franciscanamente é despojar-se de qualquer sofisticação. É repetir continuamente gestos de generosidade e acreditar numa Novidade Originária.

4. Francisco nos ensinou que servir é algo divino. Para ele, o próprio Deus é o Grande Servo do Universo.

5. Ser franciscano não é ter padrão fixo, mas buscar afinamento com o melhor.

6. Francisco nunca foi uma pessoa perturbada porque nunca perdeu a limpidez da busca ( cfr. A Perfeita Alegria )

7. É preciso intuir nas Fontes Franciscanas um grande princípio de uma Nova Humanidade. 8. Francisco via no Cavaleiro Medieval um arquétipo do Ideal Humano, a descrição ideal de um tipo humano caracterizado pela Nobreza de Alma: honradez, coragem e cortesia.

 

Fonte Frei Vitório Mazzuco Filho:  http://carismafranciscano.blogspot.com/



Categoria: ARTIGOS FRANCISCANOS
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 19h09
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 A padroeira da Ordem III é UOL Busca Santa Isabel da Hungria (imagem ao lado)

 

Terceira Ordem - Ordem Franciscana Secular

Os franciscanos seculares constituem uma verdadeira Ordem na Igreja. Não formam um mero movimento ou associação qualquer. A OFS é uma ordem reconhecida como tal pela Igreja, que lhe apresenta uma forma de vida chamada Regra.  

Como tal, ela é acolhida, aceita e abençoada pela Igreja em todas as partes do mundo. Ela faz parte da grande UOL Busca Família Franciscana e contribui para a plenitude de seu carisma.  

 

A UOL Busca Ordem Franciscana Secular é constituída por Fraternidades abertas a todos os cristãos seculares.  

Nelas há lugar para jovens, para casados, viúvos e celibatários no mundo; para clérigos e leigos; para todas as classes sociais, todas as profissões, para todas as raças; para homens e mulheres. Há lugar para todos porque se busca viver segundo o Santo Evangelho como irmão e irmãs da penitência. 

 

O projeto de vida de todo cristão e especialmente de todo franciscano secular é o seguimento da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo, conforme os ensinamentos que nos foram revelados através do Santo Evangelho. Por isso, "A Regra e a vida dos franciscanos seculares é esta: observar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo o exemplo de São Francisco de Assis, que fez do Cristo o inspirador e o centro de sua vida com Deus e com os homens (Rg 4; 1Cel, 18, 115). 

 

A OFS se articula em Fraternidades de vários níveis: local, regional, nacional e internacional. E toda fraternidade, de qualquer nível, goza de autonomia administrativa, econômica e financeira. Porém, as fraternidades dos diversos níveis estão coordenadas e ligadas entre si segundo a Regra, as CCGG, o ritual e os estatutos. 

 

As relações entre a UOL Busca Juventude Franciscana (JUFRA) e a OFS devem ser marcadas pelo espírito de uma comunhão vital e recíproca. Por esta razão, a experiência vivida na Juventude Franciscana encontra a sua realização natural na OFS.

  

Conheça mais: http://ofs.org.br/

 

Fonte: http://www.franciscanos.org.br



Categoria: Carisma,Jufra,Santos
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 17h15
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Segunda Ordem - Clarissas

Segunda Ordem - Clarissas

 

 

Francisco, além de fundar a 1ª Ordem Franciscana (masculina), foi também o fundador da 2ª Ordem Franciscana, conhecida também por Ordem de UOL Busca Santa Clara, abrindo assim a vivência do ideal franciscano para o ramo feminino. A primeira religiosa franciscana foi a jovem Clara Offreduccio, mais tarde chamada de Santa Clara de Assis, jovem de família nobre e admiradora de Francisco desde que o conhecera como "Rei da Juventude" pelas ruas e festas de Assis. Passou a admirá-lo mais ainda, quando se tornou um inflamado pregador da alegria e da paz, da pobreza e do amor de Deus, não só através de palavras, mas com o exemplo de sua própria vida.

 

Era isso precisamente o que almejava a jovem Clara. Não estava satisfeita com os esplendores do palácio de sua família, nem com o sonho do futuro enlace principesco ao qual seus pais a estavam encaminhando. Sonhava com uma vida mais cheia de sentido, que lhe trouxesse uma verdadeira felicidade e realização. O estilo de vida dos frades a atraía cada vez mais.

 

Depois de muitas conversas com Francisco, aos 18 de março de 1212 (Domingo de Ramos), saiu de casa sorrateiramente em plena noite, acompanhada apenas de sua prima Pacífica e de outra fiel amiga, e foi procurar Francisco na Igrejinha de Santa Maria dos Anjos, onde ele e seus companheiros já a aguardavam.

 

Frente ao altar, Francisco cortou-lhe os longos e dourados cabelos, cobrindo-lhe a cabeça com um véu, sinal de que a donzela Clara fizera a sua consagração como Esposa de Cristo. Nem a ira dos seus parentes, nem as lágrimas de seus pais conseguiram fazê-la retroceder em seu propósito. Poucos dias depois, sua irmã, Inês, veio lhe fazer companhia, imbuída do mesmo ideal. Alguns anos após, sua mãe, Ortulana, juntamente com sua terceira filha Beatriz, seguiu Clara, indo morar com ela no conventinho de UOL Busca São Damião, que foi a primeira moradia das seguidoras de São Francisco.

 

Com o correr dos anos, rainhas e princesas, juntamente com humildes camponesas, ingressaram naquele convento para viver, à luz do Evangelho, a fascinante aventura das Damas Pobres, seguidoras de São Francisco, muitas das quais se tornaram grandes exemplos de santidade para toda a Igreja.

 

As Irmãs Clarissas vivem um estilo de vida contemplativa, sendo enclausuradas. Quer dizer que não têm, normalmente, uma atividade pública no meio do povo, dedicando-se mais à oração, à meditação e aos trabalhos internos dos mosteiros.

 

Conheça mais: www.clarissas.com.br



Categoria: Carisma,Jufra,Santos
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 00h05
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Primeira Ordem - Ordem dos Frades Menores

Primeira Ordem - Ordem dos Frades Menores

 

 

Após a conversão, pouco a pouco, ao redor de Francisco se forma um grupo disposto a viver toda essa experiência de comunhão com o mistério de Deus que se lhe revelava. Jovens de Assis, na Itália, vão pelo mundo afora como andarilhos, mas vivendo a experiência de fraternidade. Tudo e todos passam a ser sentidos como irmãos e irmãs, pois o frade não é mais senhor de nada e de ninguém.

 

"Essa pobreza de itinerantes e mendigos será vivida pelos frades em estreita comunhão com Cristo que não tinha uma pedra onde reclinar a cabeça e que vivia também da generosidade dos que lhe davam hospedagem..." (Leclerc).

 

A Ordem Franciscana foi criada como uma Ordem de Irmãos, que assumiam a missão de viver e pregar o Evangelho. Não era uma Ordem Clerical (Ordem composta por sacerdotes), como outras que já existiam. O próprio Francisco não quis ser sacerdote e os primeiros frades também não tinham esse objetivo.

 

Desde o início, porém, como mostra a história de Frei Silvestre, houve o ingresso de alguns sacerdotes já formados, que desejavam ser franciscanos. Algum tempo depois, sobretudo quando Santo Antônio, professor de Teologia, ingressou na Ordem, passou a ensinar Teologia aos frades e alguns deles passaram a se ordenar sacerdotes.

 

Mais tarde, devido principalmente às necessidades da Igreja, a maioria dos frades passou a se ordenar. Mas até hoje, dentro da ordem Franciscana, convivem como irmãos, em igualdade de condições, frades sacerdotes e não sacerdotes (estes chamados outrora de irmãos leigos, por não serem sacerdotes), cada um exercendo a sua função.

 

Esse é, sem dúvidas, um dos aspectos mais belos da Ordem criada por São Francisco.

 

Mais tarde, a Ordem se dividiu em três ramos: Ordem dos Frades Menores (OFM), Capuchinhos (OFMCap) e Conventuais (OFMConv).

 

Os termos "franciscanismo" e "franciscano" não reclamam profundos conhecimentos das evoluções linguísticas para revelarem sua origem.

 

Atrás deles, esconde-se o nome FRANCISCO, que no caso vem especificado com o topônimo de ASSIS.

 



Categoria: Carisma,Jufra,Santos
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 23h23
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PAZ E BEM!

PAZ  E  BEM!

 

PAZ E BEM! é a saudação franciscana no mundo inteiro. Ela é de inspiração divina. Francisco de Assis disse, em seu Testamento: “Como saudação, revelou-me o Senhor que disséssemos: "O Senhor vos dê a paz!" Partindo deste momento e desta inspiração, é unida a esta saudação de paz a palavra “bem”.

 

Para se entender esta saudação, devemos perceber que, para Francisco de Assis, a paz era uma necessidade constante em sua vida e no mundo todo. Ele mesmo se tornou Arauto da Paz, pedindo sempre em oração que o Senhor o fizesse um instrumento de paz.

 Em suas orações de louvor, Francisco não cansava de chamar a Deus de Sumo Bem, de Eterno Bem e de Todo Bem. Daí, então, podemos concluir que, para Francisco de Assis, o próprio Deus é a Paz e o Bem, é a fonte de toda paz e de todo bem, pela ação redentora de Jesus Cristo.

 E nós, franciscanos, a exemplo do “Poverello” de Assis, quando fazemos uso desta saudação, estamos comunicando o próprio Deus presente nela, esta Paz e este Bem que devemos semear e testemunhar no mundo em que vivemos.

 

Queira Deus que possamos, ao dizer “PAZ E BEM!”, estar repletos desta Paz e deste Bem, como o Seráfico Pai São Francisco de Assis. Assim, faremos acontecer o Amor, a Fraternidade, a Justiça e a Igualdade no mundo tão carente que clama por tudo isto!

Não esqueçamos também que, 800 anos depois, Francisco de Assis quer continuar pregando a paz e o bem através de todos nós, pois ele quer que a Paz e o Bem partam do coração de cada franciscano(a) rumo ao coração de cada ser humano e de cada criatura de Deus.

 

http://www.irmaosdospobres.com.br



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 01h16
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O TAU NA VOCAÇÃO FRANCISCANA


O TAU tem a forma da letra grega TAU (T) que é uma cruz. As duas maiores influências diretas em Francisco, em relação ao TAU, foram os antonianos e o Quarto Concílio Laterano.

 No princípio de sua conversão, Francisco encontrou os antonianos e seu símbolo do TAU. Mas a influência mais forte que fez do TAU um símbolo tão querido para Francisco e pela qual ele se tornou sua assinatura, foi a do UOL Busca Concílio de Latrão. .


Os historiadores geralmente admitem que Francisco estava presente nesse Concílio, no qual oUOL Busca Papa Inocêncio III fez o discurso de abertura, incorporando em sua homilia a passagem de UOL Busca Ezequiel (9,4) que diz que os eleitos, os escolhidos serão marcados com o sinal do TAU: "Percorre a cidade, o centro de Jerusalém, e marca com uma cruz na fronte os que gemem e suspiram devido a tantas abominações que na cidade se cometem e acrescenta: "O TAU é a última letra do alfabeto hebraico e a sua forma representa a cruz, exatamente tal e qual foi a cruz antes de ser nela fixada a placa com inscrição de Pilatos.

 O TAU é o sinal que o homem porta na fronte quando - como diz o apóstolo - crucifica o corpo com os seus pecados quando diz: "Não quero gloriar-me a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo" (...)

Sejam portanto mestres desta cruz! Sejam os campeões do TAU! .UOL Busca Concílio de Latrão. .UOL Busca São Francisco de Assis tomou o TAU e seu significado dos antonianos. Eles eram uma comunidade religiosa masculina, fundada em 1095, cuja única função era cuidar dos leprosos. Em seus hábitos era pintada uma grande cruz. Francisco tinha relações muito familiares com eles, porque trabalhavam no leprosário de Assis, no Hospital de São Brás, em Roma, onde Francisco esteve hospedado. .


Quando Inocêncio III terminou sua homilia com "SEJAM OS CAMPEÕES DO TAU!" Francisco tomou estas palavras como dirigidas a ele e fez do TAU seu próprio símbolo, o símbolo de sua Ordem, de sua assinatura; mandou pintá-lo em toda parte e teve grande devoção a ele até o fim de sua vida. Simples e basicamente, o TAU representa a CRUZ.

Os Concílios da Igreja foram convocados para reformar a Igreja, cabeça e membros. Assim o grande tema da Reforma: pessoal, interior, conversão constante e mudança de vida. Aqueles que deviam comprometer-se com a conversão contínua, uma vida de constante penitência, deviam ser marcados com o TAU. .

O TAU para Francisco é um sinal da certeza de salvação; é o sinal de universalidade da salvação e é o símbolo da conversão contínua. .

Se você permite ser marcado com o TAU ou usa o TAU, você está dizendo que se comprometeu com a conversão contínua, isto é, com o tema da Espiritualidade Franciscana. Não que você esteja convertido de uma só vez, mas dia-a-dia, mês após mês, ano após ano, você conserva seu olhar fixo no Senhor como sua única meta, e caminha em direção a ele com a mente indivisa (Carta S. Mary Margaret, out. 1989). .


Retirado do livro "Orando com a Bíblia e São Francisco de Assis", a. Jussara Lima Dias, da Comunidade Católica Shalom. Ed. Shalom. .


Fonte: UOL Busca Franciscanos Capuchinhos-RS.


http://www.capuchinhosrs.org.br/  


 



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 00h05
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Corações ao alto!

Subir para Deus e descer para os Irmãos

Nascemos com vocação das alturas. Aos filósofos compete-lhes

o estudo aprofundado do “sum”, do Homem e da Mulher como

seres” dotados da capacidade de viver, de amar e de servir.

O discípulo de Jesus quer dar um passo mais: do “sum” passar ao

“sursum”. Do “ser” do quotidiano, ao “subir” das ânsias de Infinito.

 

ISTO mesmo é proclamado em cada celebração da UOL Busca Eucaristia: Corações ao alto! Em Latim: Sursum corda! Jesus contrapõe os que são «cá de baixo» e os que são «lá de cima»: «Vós sois cá de baixo; Eu sou lá de cima! Vós sois deste mundo; Eu não sou deste mundo» (Jo 8,23).

 

Libertar a “águia” que nos habita

UOL Busca São Paulo alerta-nos que, como ressuscitados, devemos aspirar «às coisas do alto e não às coisas da terra» (Cl 3,2). UOL Busca Leonardo Boff explanou uma parábola africana, sobre a condição humana, no livro «A águia e a galinha». António Damásio ajuda-nos a penetrar nas imensas possibilidades do Corpo, da Emoção e da Consciência no famoso livro «O Sentimento de Si».

Não se trata de um exclusivo do cristianismo. Todas as religiões pretendem dar resposta a esta exigência do ser humano. Não queremos permanecer na superfície. Temos que libertar a “águia” que trazemos no mais íntimo de nós mesmos. Jamais nos resignaremos à condição de “galinha pica-no-chão”! Nascemos para a Liberdade, e não para a opressão. Realizamo-nos no Amor e na Partilha, e não no egoísmo ou no isolamento. Trazemos no coração a vocação das Alturas, do Sol, das Estrelas, das Montanhas, do Infinito… A teologia diz-nos que somos “capazes de Deus”.

 

Jesus entre o diabo e Deus

  Nos Evangelhos, deparamo-nos com Jesus Cristo em múltiplos montes e montanhas. Voltando à parábola da “águia” e da “galinha”, podemos evocar apenas duas situações: uma logo no início da sua vida pública (o Monte da Tentação) e outra nos momentos finais da sua vida sobre a terra (o Monte da Ascensão). O diabo conduziu Jesus a um «monte muito alto», a fim de o seduzir com toda a espécie de tentações (Mt 4,1-11), na pretensão de lhe amputar as asas de Águia, que o transportam ao seio da Trindade Santíssima. Jesus mantém a fidelidade inabalável ao projecto do Pai.

 

Por isso, nos últimos versículos do Evangelho segundo São Mateus, Jesus Ressuscitado aparece aos discípulos no «monte que lhes tinha designado», revestido de «todo o poder no Céu e na Terra», garantindo: «Eu estarei sempre connosco até ao fim dos tempos» (Mt 28,16-20). Jesus é, assim, a total e definitiva realização da pessoa, na sua humanidade e na sua transcendência. Como Filho do Homem e como Filho de Deus.

Francisco de Assis 

 Francisco de Assis é o protótipo desta síntese harmoniosa da condição humana. Ele é totalmente pessoa, a transbordar ternura e vigor, exigência e delicadeza. E, ao mesmo tempo, uma pessoa totalmente transfigurada pela transcendência da vida e das palavras radicais de Jesus Cristo. Francisco é totalmente homem e totalmente cristão, «o primeiro depois do Único».

  

Tal como em Cristo, também em Francisco de Assis encontramos esta predilecção pelos montes e lugares altos e solitários, «a fim de mais livremente se poder lançar nos voos da alma para Deus» (1 UOL Busca Tomás de Celano, 71). Como os anjos da escada do sonho de Jacob (Gn 28,12), Francisco subia para Deus e descia para os irmãos. Evoquemos apenas dois destes lugares mais significativos: Greccio e UOL Busca Monte Alverne.    

 Da Humildade à Caridade

 

UOL Busca O monte em Greccio tinha sido oferecido a Francisco pelo Conde João de Vellita. Ali, o Santo «podia entregar-se com mais liberdade à contemplação, metido numa pequena cela construída no alto de um rochedo proeminente» (1 Celano, 35). Foi em Greccio que Francisco, no Natal de 1223, com a colaboração de João, seu amigo íntimo, fez a primeira “encenação” do Natal ao vivo para «celebrar a memória do Menino que nasceu em Belém de modo a poder contemplar com os meus próprios olhos – disse – o desconforto que então padeceu e o modo como foi reclinado no feno da manjedoura, entre o boi e o jumento» (1 Celano, 84).

 Na síntese do nosso filósofo Agostinho da Silva: «Tão grande era o seu desejo de Jesus, de tal modo a figura do Mestre lhe enchia os sonhos e a vida que decidiu adorar o Menino, como outros pobres tinham feito na remota noite de Belém» (Biografias I, p. 80). O povo de Greccio e dos lugares vizinhos participaram nesta singular celebração, com o coração em festa.   Na Missa, Francisco, como diácono, cantou o Evangelho e fez a homilia, com palavras doces como o mel, sobretudo ao pronunciar o santíssimo Nome de Jesus ou do «Menino de Belém», passando a língua pelos lábios para saborear a doçura de tão abençoados Nomes.

  Do monte de Greccio ao Monte Alverne 

Com a altitude de 1.288 metros acima do nível do mar, este monte, que sobressai entre todos os outros, foi doado a São Francisco pelo Conde Orlando Catani, em 1213. 

A humildade da Encarnação de Jesus e a caridade da sua Paixão são o eixo, o alicerce e o horizonte de toda a vida do Poverello de Assis. Em Greccio, Francisco experimentou a humanidade de Jesus. No UOL Busca Monte Alverne, vai ser transformado no próprio Crucificado, o Amado do seu coração: as mãos, os pés e o lado direito são-lhe trespassados em incêndio de amor, ficando no seu corpo com as chagas dolorosas e gloriosas de Cristo. São Boaventura interpreta: «Um amor autêntico a Cristo transformou o amigo na imagem do amado» (Legenda Maior, XIII, 5). Francisco é «outro Cristo».  

Estamos em 17 de Setembro de 1224. Talvez seja a sétima vez que Francisco permanece no seu mais amado Monte. E de tal modo ele sobe até Deus, que ali compõe os “Louvores ao Deus altíssimo”, com os seus 32 apaixonados «Tu»: Tu és santo! Tu és beleza! Tu és doçura!... Mas também desce para junto dos Irmãos em necessidade, como prova a solicitude com que envia a bênção a frei Leão: «O Senhor te abençoe e te guarde…» 

Somos peregrinos do Sol: escalemos a montanha da Vida. Coração em Deus e mãos abertas aos Irmãos. Os pés na Terra e os olhos postos na Cidade santa – onde habita o Amor e a Justiça – que morada de todos os famintos e sedentos.

  

Frei Acílio Dias Mendes

 

 Fonte:  http://www.capuchinhos.org    ( Site de Portugal) 

 



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 23h07
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São Francisco, ARTE DE VIVER

"Francisco não é antes de tudo uma nova Ordem, nem uma nova doutrina, e muito menos um conjunto de regras de conduta.

 É uma ARTE DE VIVER, uma certa presença ao mundo, uma nova qualidade de relação com Deus, com os homens e com toda a criação.

É também um saber jovial, o segredo de uma alegria de VIVER sob o Sol de Deus, no meio de todas as criaturas.

Esta sabedoria me impressionou por duas razões: por sua profundidade e por sua extrema simplicidade.

Ele é ao mesmo tempo simples e profundo, não se pode compreender a sabedoria de Francisco senão seguindo-o naquele caminho de simplicidade que o levou ao mais alto grau de despojamento." (Eloi Leclerc, "O Sol de Assis")



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 00h41
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O SUMIÇO DAS ABELHAS.

O porquê que São Francisco considerava todos os animais como irmãos, porque com certeza todos somos, a humanidade precisa reconhecer isso enquanto há tempo.

 (...) São Francisco recolhia do caminho os vermezinhos, para que não fossem pisados, e mandava mel e o melhor vinho às abelhas, para não morrerem de fome no frio do inverno. Chamava de irmãos todos os animais, embora tivesse preferência pelos mais mansos. (II Vida Tomás de Celano 124, 165)

**********************************

O SUMIÇO DAS ABELHAS.

            

 De várias partes do mundo vem noticias do desaparecimento das abelhas, isso é muito preocupante, pois a abelha é o principal agente de polinização das plantas, sem polinização não teremos frutos e alimentos.

 A humanidade se preocupa com o crescimento econômico, mas sistematicamente se esquecem da natureza e do nosso meio ambiente. A fauna e a flora são ignoradas em muitos casos, mas nosso principal sustentáculo para vida não é as maquinas, veículos, construções diversas, belas roupas e automóveis...

 Nada disso importa se não houver alimentos e água. 

 Os animais lutam para sobreviver num planeta cada vez mais inóspito, os ambientalistas fazem de tudo para protegê-los, mas é uma luta desigual contra os grandes interesses econômicos   que sempre enxerga  o lucro imediato.

 As monoculturas apoiadas pelos governos financeiramente, as indústrias poluidoras, e todos nós somos responsáveis por essa catástrofe que se avizinha. E em muitos casos já vem ocorrendo com a desordem climática no mundo todo.

 O homem se recusa a abandonar o consumo predador e destrutivo de seu próprio habitat e dos nossos irmãos animais, o desespero tomou conta de cada ser humano ávido pelo consumo, uma disputa generalizada pelo materialismo desenfreado, onde cada um quer dar sua amostra de sucesso e poder de compra frente aos outros...

 Entre tantos animais que já demonstram que o planeta se tornou desconfortável para sua sobrevivência, estão as abelhas um dos principais insetos que contribuem para manutenção da vida no planeta...

 A humanidade precisa encontrar a humildade enquanto ainda pode respirar.... Precisamos adotar o sonho utópico franciscano para que a espécie humana tenha chance de sobrevivência.

 O homem não domina a natureza, é dominado por ela porque depende dela.

 

"Se as abelhas desaparecer da superfície do planeta, então ao homem restariam apenas quatro anos de vida. Com o fim das abelhas, acaba a polinização, acabam as plantas, acabam os animais, acaba o homem" Albert Einstein.

 



Categoria: ARTIGOS FRANCISCANOS
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 00h17
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Feliz 2009!Pensem em Deus, muitas vezes Ele nos surpreende!!

Feliz  2009!

Pensem em Deus! Muitas vezes Ele nos surpreende!!

 

Vejam o que me aconteceu: 

Exatamente no dia 30 de dezembro/2008 eu fui à Capela São Vicente de Paulo, onde eu costumo meditar e fazer minhas orações por causa do silêncio e da santidade do lugar.

Ali tive a grata surpresa de encontrar a freira responsável, Irmã Joana, foi quando ela me fez o convite para participar da Missa num asilo de idosos ali perto.

No primeiro momento foi um choque:

imagens de seres humanos frágeis por causa da idade avançada, saúde  debilitada física e mentalmente. Mas estavam bem protegidos sob os cuidados dos anjos que trabalham ali...

Havia várias pessoas visitantes que iriam participar daquela Missa, sentei-me num banquinho de madeira quando  se aproximou uma mulher idosa residente do asilo e começou a conversar usando palavras desconexas, mas de  lástimas:

  Perguntei o seu nome, ela disse "Elisa". Que nome lindo! Eu comentei... Ela sorriu...

 Aproximou mais duas mulheres e um homem, todos aparentando mais de 70 anos, e nesse dialogo levado com certo cuidado da minha parte,pois eu já percebia a disputa entre eles pela minha amizade.   

 Lembrei-me de São Francisco de Assis, e falei baixinho com ele:- o que o senhor me aprontou? Que  presente me destes?

Não eram leprosos, mas precisavam de amor e carinho. No decorrer da Missa como foi bom abraçá-los...

 Acho que foi um dos dias mais lindos da minha vida, Deus mostrou-me seus filhos...

 O carinho daquela gente era evidente: fizeram-me provar um pedacinho da leitoa assada, que iria fazer parte mais tarde do seu jantar de fim de ano.  Prometi que sempre estarei por lá.

 Peguei meu fusquinha e desci a avenida rumo de casa... Feliz por ter participado de uma festa Eucarística junto aos pequeninos de Deus.

 



Categoria: ARTIGOS FRANCISCANOS
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 20h00
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FOI SÃO FRANCISCO QUE CRIOU O PRESÉPIO

Desenho :fonte internet

FOI SÃO FRANCISCO QUE CRIOU O PRESÉPIO

Rivaldo R.Ribeiro

Foi na cidade italiana de Gréccio, na noite de Natal de Jesus no ano 1223 que São Francisco criou o primeiro presépio, com uma representação cênica do nascimento de Jesus numa manjedoura de palhas, acompanhado pelos animais. Era um lugar simples mais enriquecido com muita ternura e amor. Depois São Francisco chamou os moradores próximos para que estivessem no local, para que assim relembrassem a noite do nascimento em Belém do Menino-Deus.

 O nascimento de Jesus num estábulo junto com os animais, Deus nos quis dar um recado claro e sem duvidas sobre a humildade e a beleza da pobreza quando é uma alternativa de vida. Abandonando o materialismo que nos subverte da condição humana em seres predadores da natureza e da vida.  

 O presépio nos mostra a luz e a beleza na representação do nascimento do Nosso Senhor Jesus Cristo. Com isso São Francisco iluminou e reacendeu a fé que estava adormecida entre o povo naquela época, um costume que perpetuou na Igreja até os nossos dias.

 O Natal do Nosso Senhor aconteceu numa conjunção entre a vida, representada pelos animais: boi, burro e o universo representado pela estrela guia. Foi um momento extraordinário da revelação do Verbo que se fez carne, Cristo tornou-se condição de homem para estar entre os homens. E como filho de Deus nos ensinou a verdade sobre a essência humana nos diferenciando dos animais em muitos aspectos: centralizado na consciência o nosso comportamento como seres racionais. 

 Na ternura do presépio notamos a força divina daquele momento do nascimento do Senhor, São Francisco levou isso ao povo para estimular o renascimento no coração de muitos que o já havia esquecido. Uma encenação que se perpetuou até os dias de hoje e corre pelo mundo ainda com o mesmo objetivo: relembrar o singelo momento do nascimento do Salvador...

  *********************************************************************

Confira o texto histórico que narra como São Francisco preparou o Natal

 

"Sua maior intenção, seu desejo principal e plano supremo era observar o Evangelho em tudo e por tudo, imitando com perfeição, atenção, esforço, dedicação e fervor os "passos de Nosso Senhor Jesus Cristo no seguimento de sua doutrina". Estava sempre meditando em suas palavras e recordava seus atos com muita inteligência. Gostava tanto de lembrar a humildade de sua encarnação e o amor de sua paixão, que nem queria pensar em outras coisas.

 Precisamos recordar com todo respeito e admiração o que fez no dia de Natal, no povoado de Greccio, três anos antes de sua gloriosa morte. Havia nesse lugar um homem chamado João, de boa fama e vida ainda melhor, a quem São Francisco tinha especial amizade porque, sendo muito nobre e honrado em sua terra, desprezava a nobreza humana para seguir a nobreza de espírito. Uns quinze dias antes do Natal, São Francisco mandou chamá-lo, como costumava, e disse: "Se você quiser que nós celebremos o Natal de Greccio, é bom começar a preparar diligentemente e desde já o que vou dizer. Quero lembrar o menino que nasceu em Belém, os apertos que passou, como foi posto num presépio, e ver com os próprios olhos como ficou em cima da palha, entre o boi e o burro". Ouvindo isso, o homem bom e fiel correu imediatamente e preparou o que o santo tinha dito, no lugar indicado.

 Aproximou-se o dia da alegria e chegou o tempo da exultação. De muitos lugares foram chamados os irmãos: homens e mulheres do lugar, de acordo com suas posses, prepararam cheios de alegria tochas e archotes para iluminar a noite que tinha iluminado todos os dias e anos com sua brilhante estrela. Por fim, chegou o santo e, vendo tudo preparado, ficou satisfeito. Fizeram um presépio, trouxeram palha, um boi e um burro. Greccio tornou-se uma nova Belém, honrando a simplicidade, louvando a pobreza e recomendando a humildade.

 

A noite ficou iluminada como o dia e estava deliciosa para os homens e para os animais. O povo foi chegando e se alegrou com o mistério renovado em sua alegria toda nova. O bosque ressoava com as vozes que ecoavam nos morros. Os frades cantavam, dando os devidos louvores ao Senhor e a noite inteira se rejubilava. O santo parou diante do presépio e suspirou, cheio de piedade e de alegria. A missa foi celebrada ali mesmo no presépio, e o sacerdote que a celebrou sentiu uma piedade que jamais experimentara até então. O santo vestiu dalmática, porque era diácono, e cantou com voz sonora o santo Evangelho. De fato, era "uma voz forte, doce, clara e sonora", convidando a todos às alegrias eternas. Depois pregou ao povo presente, dizendo coisas maravilhosas sobre o nascimento do Rei pobre e sobre a pequena cidade de Belém. Muitas vezes,-quando queria chamar o Cristo* de Jesus, chamava-o também com muito amor de "menino de Belém", e pronunciava a palavra "Belém" como o balido de uma ovelha, enchendo a boca com a voz e mais ainda com a doce afeição. Também estalava a língua quando falava "menino de Belém" ou "Jesus", saboreando a doçura dessas palavras.

 Multiplicaram-se nesse lugar os favores do Todo-Poderoso, e um homem de virtude teve uma visão admirável. Pareceu-lhe ver deitado no presépio um bebê dormindo, que acordou quando o santo chegou perto. E essa visão veio muito a propósito, porque o menino Jesus estava de fato dormindo no esquecimento de muitos corações, nos quais, por sua graça e por intermédio de São Francisco, ele ressuscitou e deixou a marca de sua lembrança. Quando terminou a vigília solene, todos voltaram contentes para casa.

 Guardaram a palha usada no presépio para que o Senhor curasse os animais, da mesma maneira que tinha multiplicado sua santa misericórdia. De fato, muitos animais que padeciam das mais diversas doenças naquela região comeram daquela palha e tiveram um resultado feliz. Da mesma sorte, homens e mulheres conseguiram a cura das mais variadas doenças.

 O lugar do presépio foi consagrado a um templo do Senhor e no próprio lugar da manjedoura construíram um altar em honra de nosso pai Francisco e dedicaram uma igreja, para que, onde os animais já tinham comido o feno, passassem os homens a se alimentar, para salvação do corpo e da alma, com a carne do cordeiro imaculado e não contaminado, Jesus Cristo Nosso Senhor, que se ofereceu por nós com todo o seu inefável amor e vive com o Pai e o Espírito Santo eternamente glorioso por todos os séculos dos séculos. Amém. Aleluia, Aleluia.

 Tomás de Celano - Primeiro Livro (Fontes Franciscanas).

 



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 02h32
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REENCANTAR A VIDA

REENCANTAR A VIDA

 (PRESÉPIO)

Frei Vitório Mazzuco Filho

 

O Movimento Franciscano é chamado, lá no início do século 13 - final do século 12 - de a "Religião da Encarnação". É por isso que Francisco tem uma paixão muito grande pelo presépio. Foi ele quem montou plasticamente, até de um modo teatral, a cena da Encarnação.

 Em 1221, no bosque de Greccio, ele monta o presépio: o grande encontro de todos os seres juntos à fonte de todas as fontes, a vida de todas as vidas; o grande encontro entre o sagrado e o humano.

 O presépio é a paisagem profunda do sagrado, a paisagem do humano. Tudo se encontra num grande respeito. Um reverência profunda: pai, mãe, pastores, ovelhas, boi, burro, estrelas, noite, tudo num único grito: a glória de Deus nas alturas e o coração do humano que tem uma vontade boa. Este é apelo dos anjos.

 Quando nós estamos numa profunda reverência, remontamos aquele momento da reencarnação. O presépio não é só para dezembro, mas para cada dia. Quando nós levantamos, adoramos a grandeza de um Deus que na sua onipotência se reveste da fragilidade de uma criança, de uma água, de um sol, de uma cadeira, dessa relva verde, filho da filha, do neto, da sobrinha, das coisas mais simples.

 A grandeza de um Deus, a potência de um Deus, o mistério de um Deus nos toca. Se deixa derramar na bondade de tudo aquilo que é, de tudo aquilo que existe. Isto é a Religião da Encarnação.

 Encarnar-se significa morar junto. Quando chegou a plenitude dos tempos, diz o texto bíblico e litúrgico, Deus enviou o seu próprio filho. Ele veio morar, pisar no chão da terra dos humanos. Tocar, curar, pescar, assar peixe, comer pão, falar, pregar, dar atenção à viúva de Naim, ao coxo, ao cego, ao paralítico, comer na casa de Zaqueu, mas morar junto do humano.

Por isso, a espiritualidade franciscana é espiritualidade do prazer, da alegria e do desejo. São palavras que nós temos medo de pronunciar, porque nós não vivemos. E nós deixamos que o mundo do erótico, que explora isso, fale por nós.

 Mas a nossa espiritualidade, da prazeirosidade da vida, temos de reconquistar. Isso porque nós a perdemos. Quem diz o que temos de gostar, comer, saborear e vestir não é mais o prazer da vida mas o consumo. É o mercado que diz o que temos de comer, vestir, usar.

 Mas a mística franciscana não é a espiritualidade do uso das coisas, mas do convívio com todas as coisas. Usar é uma coisa, conviver é outra bem diferente. Senão, passamos pela vida de um modo descartável e a mística franciscana não é descartável!

 Eu já vi jovens que têm 23 pares de tênis para combinar com 23 tipos de camisetas e jeans. Mas não amam nenhum. Quando a nossa velha vovó, a nossa mãe, que tem uma bolsa de 45 anos de idade e está sempre juntinho dela, onde quer que vá. É porque tem amor. Isso não é apego; é história. É muito diferente.

 Aprendemos a eliminar todas as coisas que são entulhos porque nós, consumistas, achamos que trocar é inovar. Nosso tempo vive a histeria das novidades, mas nós amamos o novo daquilo que junto com a gente vive uma história.

Como aquela tigela amarelada de macarrão que a mãe tem e que reúne a família aos domingos, há anos, e que está lá escondida num canto do armário e que filho nenhum percebe. Mas que é um lugar de encontro. Porque, às vezes, quebramos a tigela da mãe e não sentimos nada. Não percebemos no cantinho do olho dela que uma lágrima desce, porque aquilo foi encontro, convivência, reunião e mesa se quebrou.

 Essa é a verdadeira Eucaristia. O coração pulsando quando todos estão juntos. Por isso, o Ressuscitado, quando aparece, sempre está comendo peixe e pão, partilhando alguma coisa. Francisco gostava de estar junto com seus frades, com as pessoas, dividindo, dando e recebendo. Então, a espiritualidade franciscana é a espiritualidade de um grande encontro e uma grande convivência.

 

ESPECIAL FREI VITÓRIO MAZZUCO FILHO-PARTE 2 

 



Categoria: ARTIGOS FRANCISCANOS
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 18h54
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PALAVRAS DE ESPERANÇA

 PALAVRAS DE ESPERANÇA

  Minhas irmãs e meus irmãos,Toda PAZ e todo o BEM!

 

         Não existe quem não se deixe tomar de esperança, quando raia mais uma etapa na corrente da vida.

         Estamos re-inicando mais uma etapa na vida da FAMÍLIA FRANCISCANA DO BRASIL.

          Diante do calendário, nada de novo olhando do lado de fora. Na natureza é o mesmo sol que acorda, o dia fica na mesma: horas iguais, seqüência muda de minutos semelhantes. Porém, a coisa "acontece" do lado de dentro. É o coração quem inventa as datas da vida; é a alma que as povoa de luz pessoal e as enche de novidades inefáveis.

         Com certeza, Deus deve gostar desses nossos haustos de esperança e otimismo. A fé anda em ritmo, a esperança dá passos repetidos e a caridade move os acontecimentos desse novo tempo.

          Nossa FAMÍLIA FRANCISCANA nessa liturgia diária da vida que nos é dada viver vai direta aos pés de Deus de quem esperamos tudo. É um cheque em branco com a nossa assinatura em baixo. É um jogar-nos no ar de Deus, largado o pobre e fraco trampolim dos cálculos que tanto erram, dos temores que tanto assustam, das inquietações que tanto amarram as velas de nossa vida.

          Um silêncio comovido e profundo invade nossa alma diante de tantos exemplos de FIDELIDADE, MINORIDADE, SIMPLICIDADE E CORAGEM EVANGÉLICAS. Almas consagradas, dom perene, renovado cada dia, repetido em cada manhã da vida.

          Diante de tanta CARIDADE SILENCIOSA, trabalho árduo e perseverante, jornada após jornada, cantamos um hino de AÇÃO DE GRAÇAS pelas maravilhas que o Senhor continua operando em nossa FAMÍLIA FRANCISCANA DO BRASIL nesse ano abençoado em que celebramos os 800 anos do CARISMA FRANCISCANO e CLARIANO.

          Na teima pedalante da ESPERANÇA, continuemos em comunhão.

 Ir. Maria Vilani Rocha de Oliveira,FHIC

Presidente da FFB-Família Franciscana Brasileira

  http://www.familiafranciscana.com.br/index.htm

 

MARIA VILANI ROCHA DE OLIVEIRA, é religiosa Franciscana Hospitaleira, Presidente da Família Franciscana do Brasil Durante 09 anos exerceu o Ofício de Superiora Provincial, foi membro da Diretoria e do Conselho Superior da CRB/Nacional e da Diretoria da ANAMEC. É assessora de várias Congregações brasileiras na linha da clarificação do CARISMA FUNDACIONAL.

 



Categoria: ARTIGOS FRANCISCANOS
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 16h16
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RESPEITO E DEVOÇÃO AO SACRÁRIO.

RESPEITO E DEVOÇÃO AO SACRÁRIO.

 

São Francisco não aceitava que as Igrejas ficassem sujas, principalmente junto ao Sacrário: onde fica o Corpo e o Sangue de Cristo.

Assim ele andava sempre com vassoura limpando esses lugares Sagrados, que sempre deve ter o respeito de todo Cristão, pois é um lugar de oração e comunhão com Deus Pai. 

Vamos seguir o seu exemplo e testemunho, pois de outra forma não estaremos honrando a nossa fé, seremos como os hipócritas, um comportamento que Nosso Senhor repudiava. 

 



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 01h18
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O carinho com os hansenianos

O carinho com os hansenianos

Com estes textos - de Frei Orlando e das Fontes Franciscanas - mostramos um pouco do carinho que São Francisco de Assis tinha para com os hansenianos.

 Texto de Frei Orlando Bernardi

 

No momento em que Francisco faz o retrospecto de sua vida, entre os muitos acontecimentos que concorreram para direcioná-la, lembra, e o faz como testamento para seus irmãos, o encontro e a convivência com os leprosos.

 

Mais significativo ainda se torna este episódio de sua vida, quando outros existem em que se empenham, talvez com maior afinco, sua generosidade, seu heroísmo, seu cavalheirismo e sua ternura! Contudo, entre todos eles, nenhum outro indica o inusitado, o extraordinário e o desconcertante como o gesto misericordioso com os leprosos.

É neste momento que surge o novo, o humano, o tipicamente cristão e franciscano, em que se mostram, a um só tempo, que é possível ainda, apesar das deformações físicas, psíquicas e humanas, descobrir o propriamente humano, quando se vislumbra, através da opacidade, um raio do divino. A partir deste momento está em gestação um novo e comovente modo de ver e sentir o mundo e o homem!

O ir e o estar com os rejeitados e excluídos, os leprosos, lhe desvelaram em seus rostos o rosto de Deus e do Cristo; este fato produziu nele a cristológica descoberta de que eram irmãos e irmãs seus. Consequentemente, as criaturas todas serão vistas e assumidas como irmãos e irmãs.

 

A partir de então o mundo criado não é visto como inimigo do qual se deve fugir ou defender, mas como companheiro e solidário no processo de humanização e realização.

A descoberta e a vivência da fraternidade e da sororidade é fruto amadurecido por meio de uma experiência profunda muito humana e humanizante. Não surge por acaso, nem é fruto dessa piedade superficial que se comove frente ao aleijado e abandonado. Supõe haver no profundo do ser humano aquela corda que vibra de modo particular quando colocado frente a frente com uma particular situação humana e que tem como resultado a com-paixão, o sofrer com o irmão que sofre.

A parábola de Jesus do Samaritano (Lc 10,30-37) com a conseqüente pergunta: quem foi o próximo para aquele que caiu nas mãos dos salteadores? Talvez ainda seja a melhor explicação para o gesto de Francisco. Contudo, ainda sobra a intrigante pergunta: por que só o samaritano se comoveu? A mesma pergunta cabe no contexto de Francisco: Por que somente ele, Francisco, teve a coragem de ir e estar com os leprosos?

(Frei Orlando Bernardi, ofm, em "Solidariedade de Francisco de Assis com os pobres").

http://www.franciscanos.org.br/v3/sefras/especiais/hanseniase_2008/06.php

 



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 16h41
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Segunda Vida - Tomás de Celano (LEPROSOS)

Textos das Fontes Franciscanas

 Segunda Vida - Tomás de Celano

(Leprosos)

 Capítulo 5

 

"Ele, que tinha natural aversão pelos leprosos, julgando-os a monstruosidade mais infeliz deste mundo, encontrou-se um dia com um, quando andava a cavalo por perto de Assis. Ficou muito aborrecido e enjoado mas, para não quebrar o propósito que fizera, apeou e foi beijá-lo.

 

O leproso estendeu-lhe a mão para receber alguma coisa e recebeu de volta o dinheiro com um beijo. Francisco tornou a montar mas, apesar de estar em campo aberto, olhou para todos os lados e não viu mais o leproso.

 

Cheio de admiração e de alegria, poucos dias depois tratou de repetir a boa obra.

 

Dirigiu-se para onde moravam os leprosos, deu dinheiro a cada um deles e beijou-lhes a mão e a boca. Assim substituiu o amargo pelo doce e se dispôs corajosamente para o que ainda estava por vir".

Primeira vida - Tomás de Celano - Capítulo 7°, versículo 17 em diante.

 

"Dois disso, o amante de toda humildade transferiu-se para um leprosário. Vivia com os leprosos, servindo a todos por amor de Deus, com toda diligência. Lavava-lhes a podridão dos corpos e limpava até o pus de suas chagas, como escreveu em seu Testamento:

 

"Como estivesse ainda em pecado, parecia-me deveras insuportável olhar para leprosos, mas o Senhor me conduziu para o meio deles e eu tive misericórdia com eles".

 

Esta visão lhe era de tal modo insuportável que, segundo suas próprias palavras, no tempo de sua vida mundana, tapava o nariz só ao ver suas cabanas a duas milhas de distância.

 

Mas, como por graça e força do Altíssimo já tinha começado a pensar nas coisas santas e úteis, quando ainda vivia como secular, encontrou-se um dia com um leproso e, superando a si mesmo, aproximou-se e o beijou. A partir de então, foi ficando cada dia mais humilde até conseguir vencer a si mesmo, por misericórdia do Redentor.

 

Ajudava também os outros pobres, mesmo quando ainda era secular e seguia o espírito do mundo, estendendo sua mão misericordiosa para os que não tinham nada e mostrando compassivo afeto para com os aflitos.

 

Houve um dia em que, contra o seu costume, porque era muito bem educado, tratou mal um pobre que lhe pedia esmola. Mas logo, arrependido, começou a dizer consigo mesmo que era grande ofensa e vergonha negar a quem estava pedindo no nome de tão grande Rei, o que quisesse. Prometeu a si mesmo que jamais negaria a quem lhe pedisse em nome de Deus o que estivesse ao seu alcance. E o cumpriu com muita diligência, até oferecer totalmente a si mesmo, fazendo-se antes um cumpridor que um mestre do Evangelho: dá a quem te pede e não te desvies daquele que te pedir emprestado.

 

http://www.franciscanos.org.br/v3/sefras/especiais/hanseniase_2008/06.php

 



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 16h28
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A Trindade, Francisco e a nova criação - 1ª parte./A experiência trinitária de S. Francisco – Parte 2

A Trindade, Francisco e a nova criação - 1ª parte.

Publicado no blog Frei Vitório Mazzuco 25/11/2008

 

São Francisco não foi um teólogo, mas viveu uma vida teologal de grande densidade.

 

Transformou-se no que foi, porque criou espaço dentro de si à realidade divina, para que, através dele, se manifestasse assim como ela é. Se Deus é comunhão de divinas pessoas num infinito jogo de inter-retro-relações de vida e de amor, então essa realidade comunional encontrou em São Francisco, na sua prática e nos seus gestos concretos, um lugar privilegiado de expressão.


São Francisco não foi um clérigo letrado que faz um tratado daquilo que crê, mas um humano enamorado pelo divino que gerou um cristianismo de sedução. Não basta seguir o Senhor, tem que se apaixonar por Ele!

 

Em Francisco irrompe um jeito terno e fraterno de compreender Deus como comunidade, um conglobante mistério que unifica sua vida e o faz perceber a Trindade viva em tudo o que existe: olha o Filho numa relação íntima com o Pai e numa abertura total ao Espírito, uma relação interpessoal, viva, transbordante.

Questionamento para aprofundamento do texto
1) Somente o cristianismo possui a fé no Deus Trino. Por quê?
2) Você já identificou como se revela a expressão da Trindade na obra da criação? Onde? Como?
3) Como se explica o alcance da experiência trinitária de Francisco?

Texto de Frei Vitório Mazzuco, OFM, e Leonardo Boff

 

 

 

A experiência trinitária de S. Francisco – Parte 2

Publicado no blog Frei Vitório Mazzuco 26/11/2008

 

 

Com efeito, em seus poucos escritos se nota uma perspectiva trinitária extremamente coerente.

 

 Quer dizer, não fica preso ao linguajar do monoteísmo pré-trinitário que fala simplesmente de Deus, comum nos discursos dominantes.

Ele sempre qualifica sua fala em termos trinitários, Pai, Filho e Espírito Santo. Isso se nota em seus escritos como Admoestação nº 1, nas Orações de Louvor a serem recitadas em todas as Horas Canônicas, na Regra Não-Bulada e na Regra Bulada.

 

 Mais ainda, faz uma opção, certamente inconsciente, mas de grande profundidade teológica: estabelece uma certa ordem em seu discurso ou fala de três pessoas, Pai, Filho e Espírito Santo, ou então começa sempre pela Trindade e daí deriva para a unidade (cf. Regra Não Bulada 21, 1; 16; 23, 32.36; 2Carta aos Fiéis 3; 3Carta 1,52; Pai Nosso 17) com expressões como essa “adorai o Senhor Deus todo-poderoso, em Trindade e Unidade”( Regra Não Bulada 21,2); ou “em nome da suprema Trindade e da santa Unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (3Carta aos Fiéis, 1).

 

Com isso, Francisco se coloca no coração da experiência cristã de Deus, experiência de comunhão entre divinas pessoas. Essa experiência nunca teve muita centralidade na teologia escolar e na piedade comum dos fiéis.

 

Se ele vê a criação como a grande casa paterna e materna de Deus e todos os seres como irmãos e irmãs da grande família divina, se percebe laços de fraternura e de consangüinidade entre todos os elementos cósmicos, é porque está sob singular influxo de uma experiência trinitária e comunional de Deus. Ele não precisa falar conscientemente sobre a Trindade. Ele é tão unido à realidade divina que é Trindade que esta se auto-revela no concreto de sua vida e de seu modo de sentir o mundo.

 

 Daí a importância da vida de S. Francisco que se transforma num texto teológico a ser lido, interpretado, desdobrado e traduzido para o enriquecimento da vida cristã e humana.

Texto de Frei Vitório Mazzuco, OFM, e Leonardo Boff.

 

VEJA BLOG   Frei Vitório Mazzuco Fº 

CLIQUE:  http://carismafranciscano.blogspot.com/



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 00h24
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"CANTAI AO SENHOR!"

"CANTAI AO SENHOR!"



Cantai ao Senhor um cântico novo, porque ele fez maravilhas

(Sl 97,1)!


A seu Filho amado sacrificou sua destra e seu santo braço

(cf. Sl 97,1).


O Senhor fez conhecer a sua salvação, diante dos povos revelou sua justiça (Sl 97,2).

 
Naquele dia o Senhor ofereceu sua misericórdia, e à noite foi cantado o seu louvor (Sl 41,9).


Este é o dia que o Senhor fez; exultemos e nos alegremos nele

(Sl 117,24)!


Bendito seja o que vem em nome do Senhor; Deus é Senhor, e fez brilhar sobre nós a sua luz (Sl 117,26-27).


Alegrem-se os céus e exulte a terra, comova-se o mar com tudo que tem dentro; alegrem-se os campos com tudo que há neles

(Sl 95,11-12).


Países estrangeiros, vinde trazer glória e honra ao Senhor, rendei glória ao nome do Senhor (Sl 95,7-8).


Reinos da terra, cantai a Deus, salmodiai ao Senhor (Sl 67,33).


Salmodiai a Deus,que sobe para o céu do céu, para o Oriente

(Sl 67,33-34).

 
Eis que dará à sua voz a voz da força; dai glória ao Deus de Israel, sua magnificência e seu poder resplandecem nas nuvens

(Sl 67,34-35).


Admirável é Deus em seus santos, o Deus de Israel dará força e fortaleza a seu povo, bendito seja Deus!(Sl 67,36).

 

(S. Francisco de Assis, "Ofício da Paixão" - Salmo IX)

 

Fonte: http://www.capuchinhosrs.org.br/oracoes

 



Categoria: ORAÇÕES/BÍBLIA
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 23h56
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"ACLAMAI O SENHOR!"

"ACLAMAI O SENHOR!"

 

Aclamai o Senhor, terra inteira, dizei um salmo ao seu nome, * fazei glorioso o seu louvor (Sl 65,1-2).

 

Dizei a Deus, como são estupendas as vossas obras! * tão poderosa é vossa força que os inimigos vos glorificam! (Sl 65,3).

 

Toda terra vos adore e vos cante * cante um salmo ao vosso nome

(Sl 65,4).

 

Vinde, todos os que temeis a Deus, ouvi que eu vou contar, * quão grandes coisas ele fez para minha alma (Sl 65,16).

 

A ele clamei com minha boca * e exultei com minha língua (Sl 65,17; R).

 

Do seu templo santo escutou a minha voz, * meu clamor chegou aos seus ouvidos (Sl 17,7c-d).

 

Bendizei, ó povos, ao nosso Senhor; * e fazei ouvir a voz em seus louvores (Sl 65,8).

 

Nele serão abençoadas todas as raças da terra,* todos povos hão de bendizê-lo (Sl 71,17c-d).

 

Bendito seja o Senhor, Deus de Israel; * pois só ele faz grandes maravilhas (Sl 71,18; R).

 

E bendito seja o nome de sua majestade para sempre; * e se encha toda terra de sua glória. Assim seja! Assim seja! (Sl 71,19).

 

(S. Francisco de Assis - "Ofício da Paixão", Salmo X)

 

 



Categoria: ORAÇÕES/BÍBLIA
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 23h41
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FRANCISCO DE ASSIS, HOMEM EVANGÉLICO

 FRANCISCO DE ASSIS, HOMEM EVANGÉLICO

A vida de São Francisco de Assis foi se projetando sobre os homens de todo o mundo, inquietando grandes e pequenos, sábios e ignorantes, pobres e ricos, homens de vários credos...

Se nos perguntamos o segredo de Francisco, simplesmente descobriremos que "levou a sério o Evangelho!" Acreditou na Palavra de Cristo! Entrega-se a Deus com uma confiança de criança. Toma o Evangelho em suas mãos, disposto a convertê-lo em prática. Se para conseguir um tesouro no céu deve vender tudo o que tem e dar aos pobres, é o que ele fará. Se diz que tem que deixar a família, Francisco cumpre essa dura exigência sem vacilação... Jamais desanima...

Essa sua conduta diante do difícil cativa a muitos jovens, porque ele lhes ensina a dar um sentido às dificuldades de cada dia. Esta vivência evangélica possibilita tornar presente o Cristo no dia-a-dia. Toda a sua vida é uma preciosa oferenda que permitirá a Cristo tornar a passar por entre os homens. Oferenda preciosa que também hoje Deus espera de quem sente o desejo de reencarnar Cristo e fazê-lo viver cheio de amor, justiça e paz.

A Regra Franciscana, podemos dizer, é uma cópia do Evangelho. Tudo o que Cristo diz possível de se viver. Cristo é a verdade, e seus mandamentos também são a verdade.

À luz de São Francisco precisamos examinar nossa fidelidade ao Evangelho e convertê-lo em norma de nossa vida.

A primeira coisa que percebemos é que precisamos voltar à SIMPLICIDADE. Complicamos demais nossa vida em uma estúpida correria! É preciso que Francisco volte e nos recorde que a simplicidade podará nos trazer felicidade.

Precisamos voltar ao AMOR FRATERNAL, dispostos a ver em cada pessoa a imagem de Deus. Uma vida na qual com sincera humildade atuemos convencidos de que viemos para servir... Uma vida na qual realmente os pobres sejam os privilegiados.

Quanta necessidade temos dessa disciplina que leva a NEGAR-NOS a nós mesmos, por amor! Uma negação que não busque aplausos ou condecorações, que não pede nada em troca porque sabe que o prêmio é o próprio Deus.

E quanta necessidade temos da ORAÇÃO, da meditação, do amor ao silêncio... Apartar-nos do barulho e retirar-nos para a solidão e ali ficarmos a sós com Deus, recebendo a sua Palavra no coração para voltarmos depois com lucidez e continuarmos a encher de luz os caminhos do mundo.

É necessário voltarmos também à SAGRADA ESCRITURA como fazia Francisco: com a disposição do filho que se acerca para ouvir a sabedoria do Pai e se prepara para obedecer sem condições.

Para São Francisco, o TRABALHO é fonte de santificação. É bom insistir no amor ao trabalho porque muitos dos males do mundo e de nossa sociedade tem sua origem na ociosidade, na busca fácil e gananciosa de bens, ou no querer explorar e aproveitar-se do trabalho dos irmãos, principalmente dos mais frágeis.

Como precisamos da PAZ! O Evangelho nos ensina a compreender, a perdoar quantas vezes for necessário. Hoje vivemos sob domínio do egoísmo, da inveja, de rancores, indiferenças, da violência cotidiana, guerras... que geram insegurança e desassossegos.

Temos necessidade de maior SOLIDARIEDADE. Cristo nos diz que devemos partilhar o que somos e o que temos sem mesquinhez. Se pelo menos fôssemos desapegados, capazes de dar do nosso tempo livre em favor dos mais necessitados, o cristianismo seria verdadeira solução para muitos problemas.

No projeto de vida de Francisco está incluído um profundo respeito pela IGREJA fundada por Cristo. Ele nos ensina a apartar de nós a critica amarga e destrutiva e a buscar melhores caminhos dentro da Igreja, principalmente pelo testemunho pessoal. Ama a Igreja como Cristo a ama. Sabe que não é perfeita. Sofre com ela, porém confia que em meio a tudo isso está também o bom trigo que cresce.

A vida de Francisco foi difícil, como foi a vida de todos aqueles que deixaram marcas que fossem luz na Igreja.

Obedecer à voz do amor divino exigiu dele uma séria ruptura com velhos modelos.

Mergulhado no mistério do Evangelho, avança sem olhar para trás. Imprime as idéias do Evangelho em sua mente e em seu coração.

Quando fala aos seus seguidores deixa a sensação de que é Cristo mesmo que volta a falar aos homens.

Finalmente São Francisco leva a ver Deus em todas as CRIATURAS.

Descobre uma mensagem divina em cada partícula da criação.

Vai passando pela terra extasiado. Vê Deus em cada detalhe da natureza, e reza:

"Louvado sejas, meu Senhor, por todas as tuas criaturas.."


O testemunho de Francisco é um canto de esperando no decorrer dos séculos. Sua vida está nos dizendo que é possível viver o Evangelho até as últimas conseqüências, não por nossas próprias forças, mas mediante esta imersa no coração de Deus que nos leva a dizer como São Paulo: "Já não sou eu quem vive; é Cristo que vive em mim".

São Francisco vive assim, obedecendo a Deus, confiando Nele, amando-o. Sabe olhar para além dos sentidos corporais e descobre as riquezas de Deus que lhe chama a atenção, de tal forma que deixa tudo para ir atrás delas e ensinar aos outros a fazer o mesmo. E no último capitulo de sua Regra, Francisco deixa esta mensagem que hoje queremos fazer como a fonte de onde podemos alimentar uma disposição de viver firmes nesta convicção de que Deus é o mais Importante.

 Fonte texto:Província dos Capuchinhos de São Paulo    

 



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 14h56
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Santa Clara

Santa Clara

 

“É difícil separar os nomes de Francisco e Clara. É algo profundo, algo que não pode ser entendido a não ser com critérios de espiritualidade franciscana, cristã, evangélica; não podemos entendê-lo com critérios humanos.
O binômio Francisco-Clara é uma realidade que só se entende
com categorias cristãs, espirituais, do céu.”
(João Paulo II – 12 de março de 1982).

 

1. CLARA DE ASSIS: Por onde passaram os Franciscanos, Santa Clara sempre foi conhecida como uma companheira de São Francisco. Realmente, o estilo de vida de Francisco não poderia ser privilégio dos homens. Muitas mulheres escutavam a sua pregação, observavam o seu estilo de viver o Evangelho e também queriam viver essa experiência. Uma delas foi Clara de Assis.
Clara nasceu em 1194 em Assis, filha de Ortolana de Fiumi e Faverone Offreduccio de Bernardino, família nobre da cidade de Assis. Recebeu da mãe uma sólida educação religiosa e do pai a personalidade forte.
Clara ouvira falar de Francisco e de seu ideal de vida. De como Francisco abandonara a vida confortável proporcionada pelo negócio rentável do pai, para abraçar uma vida de pobreza e entrega.
Aos 18 anos, Clara ouviu Francisco pregar os sermões da Quaresma na igreja de São Jorge, em Assis. As palavras dele inflamaram tanto seu coração, que o procurou em segredo, pois também ela desejava viver a experiência de pobreza, simplicidade e Amor que Francisco anunciava.
No Domingo de Ramos, dia 19 de março de 1212, Clara participou da missa da manhã já decida de seguir o passos de Jesus Cristo. Não havia meio de sair despercebida do castelo de seus pais, mas encontrou a única saída possível pela porta de trás do palacete: a saída dos mortos. Toda casa medieval tinha esta saída, por onde passava o caixão dos defuntos.
À noite, quando todos dormiam, a nobre jovem Clara de Favarone fugiu de casa por esse buraco, abandonou os muros da cidade e percorreu a estrada até chegar à Porciúncula, onde foi recebida com muita festa pelos irmãos menores.
A “plantinha do Santo Pai”, como seu autodenomina em seu testamento, é venerada como padroeira da devoção à Eucaristia representada em suas imagens pela custódia levada nas mãos. Mas as devoções populares estiveram sempre ligadas aos pedidos de bom tempo, de “tempo claro”. Em 1958, no dia 14 de fevereiro, o Papa Pio XII declarou-a Padroeira da televisão.

 

2. A DESCOBERTA DAS FONTES: Contudo, pouca gente sabia que essa mulher tinha um valor transcendente, capaz de trazer novidades para o terceiro milênio. Com a celebração do seu centenário de nascimento, em 1993, vieram à luz muitas publicações e, especialmente, pelo menos entre nós, as Fontes Clarianas . É uma preciosa coleção de documentos do século XIII, em sua maioria, desconhecidos até o princípio do século XX, e ignorados em sua totalidade pelo público. Para apresentá-las sucintamente, podemos dizer que as Fontes Clarianas dividem-se em três grandes tipos de documentos: os biográficos, os históricos e, a parte mais preciosa, os escritos da própria Santa Clara. Entre seus escritos destacamos: A Regra (Clara foi a primeira mulher a escrever uma Regra na Igreja), O Testamento (onde faz uma recapitulação de sua vida para ressaltar o dom da vocação e mostrar como as Irmãs deviam seguir o caminho que é Jesus Cristo), a Bênção mas principalmente, as Cartas a Inês de Praga: ela demonstra um carinho surpreendente para com essa princesa que poderia ter sido imperatriz mas preferiu ser Irmã Clarissa. Passa-lhe uma experiência espiritual profunda e riquíssima, firmando os mesmos fundamentos de São Francisco mas de uma maneira bem pessoal e original.

 

3. A ESPIRITUALIDADE: Santa Clara foi uma verdadeira mestra da vida espiritual. Espiritualidade é uma maneira de viver de acordo com a fé, ou de viver a "vida do espírito". Não é uma ciência nem uma teoria e, por isso, embora trate das coisas de Deus e das coisas da alma, e pressuponha um bom conhecimento vivencial dessas realidades, não se confunde nem com a teologia nem com a psicologia. Para Clara, contemplar é contemplar Jesus. Nós só vemos Deus indiretamente, como em um espelho, e o espelho é Jesus Cristo, Deus feito homem. Nós amamos Deus, a Glória, mas só conseguimos nos entregar ao esplendor da Glória, aos raios de sua Luz que nos atingem - e o esplendor é Jesus Cristo. Da substância divina, nós só conseguimos viver a sua figura, aquilo tudo que chegou a nós em Jesus Cristo. Jesus Cristo é o objeto total de nossa contemplação. Quando contemplamos, o que entra pelos nossos olhos, os olhos do corpo e os olhos do espírito, é Jesus Cristo.

 

4. RENOVAÇÃO A PARTIR DO FEMININO: Quando lemos Santa Clara, temos, ao mesmo tempo, a sensação de encontrar algo muito antigo e jubilosamente novo. Porque ela diz o mesmo que foi dito por São Francisco, mas de uma maneira pessoal. A gente encontra o mesmo Jesus Cristo Pobre e Crucificado, o mesmo Irmão, o mesmo Esposo, o mesmo Amigo. mas a apresentação é original. Clara ensina a espiritualidade franciscana de um outro ângulo. E essa sua visão feminina chama a nossa atenção porque, neste final de século, todos, homens e mulheres, nos sentimos carentes de um feminino válido e profundo, que a nossa cultura ocidental ignorou, impediu, e parece mesmo ter perdido. Nós nos sentimos isolados pelo individualismo e pelo subjetivismo, somos ilha no meio do povo e da multidão. Quando falamos em povo, não temos mais o calor humano da familiaridade, porque a palavra virou uma expressão fria da ideologia. Como é importante voltar a poder encontrar um povo família, em que nos sintamos alguém! Por isso nos encantamos ao ouvir Clara falando em Jesus Cristo e em nossas mínimas realidades de uma forma tão humana, tão quente, tão feminina. É desse feminino que estamos precisando. Francisco encanta a humanidade por ser um homem que equilibrou o feminino. Clara, por ser uma mulher que equilibra o masculino. Como ele deu ternura à força dos grandes homens, ela deu vigor a sabedoria das mulheres plenas.

 

Fonte texto:Província dos Capuchinhos de São Paulo    

 



Categoria: SANTA CLARA
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 14h41
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Louvando a Deus.

Louvando sejas, Meu Senhor!

AUTOR: Rivaldo Roberto Ribeiro

 

Louvado sejas, Meu Senhor pela minha vida que me

Confiaste e deste de presente o mundo...

Louvado sejas, Meu Senhor por mostrar a minha Fé já esquecida...

 

Louvado sejas, Meu Senhor por trazer São Francisco num sonho, onde ele recomendou a mim mais orações. ..

 

Louvado sejas, Meu Senhor por mostrar-me esse apaixonado por Ti, pela Sua criação, exemplo que me levou junto de Ti no Sacrário de onde tenho recebido grandes graças. 

 

Louvado Sejas, Meu Senhor por dar um grande irmão, amigo, que mostra as colinas, as flores, os beija-flores, o céu, a agua, a vida, e na perfeição das criaturas a imagem de Deus... Que me ensinou como é suave servir-Te, desprezar o mundo e quão grande é a liberdade de espírito frente aos caminhos humanos.

  

Louvado Sejas, Meu Senhor que me fizeste como sou: pequeno, frágil, sem riquezas materiais, contudo foram os motivos que me levaram para junto de Ti.   

  

Louvado sejas a Ti Senhor, que ama incondicionalmente todos Seus filhos da terra.  



Categoria: ORAÇÕES/BÍBLIA
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 23h37
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Oração da Restituição

Oração da Restituição

Senhor Jesus, o único Santo,
abra nosso coração à plenitude de teu Amor,
coloca-nos no caminho das Bem-Aventuranças,
dá-nos a graça de restituirmos ao mundo uma
Pessoa Humana Melhor!

Senhor Jesus, bom Mestre,
ensina-nos o caminho a seguir neste novo tempo;
encha nosso coração de agradecimento
por todo o bem que tem feito em
nossa família, em nossas atividades e em nós mesmos,
ensina-nos a fazer festa, encantados por teu amor e por tuas maravilhas.

Senhor Jesus, verdadeiro amigo,
dá-nos olhos penetrantes, para esquadrinhar a noite,
dá-nos sabedoria que nasce de tua amizade, para saber discernir o que vem de ti,
dá-nos valentia para testemunhar diante da humanidade,
a beleza de seguir os valores do Evangelho.

Senhor Jesus, nosso Irmão,
vem em socorro da nossa fragilidade, para que não nos desanimemos nos momentos difíceis,
dá-nos a simplicidade da pomba, para ir entre os povos, e a astúcia da serpente para não sermos subornados pelo mundo
consumista e materialista.

Olha-nos com amor, também quando Te esquecemos.

Altíssimo, Onipotente e Bom Senhor,
Te damos graças porque nos pensou,criou e chamou à inspiração franciscana para iluminar as nossas práticas;

te bendizemos porque mantém vivo em nós o propósito de dar um acabamento melhor ao mundo, seguindo os exemplos de Francisco de Assis.

Te louvamos porque, como Francisco,
nos tem dado a graça de te descobrir como verdadeiro tesouro de nossa vida. A Ti o louvor, a bênção e toda a honra.

Amém

 FONTE: franciscanos.org.br/v3/vidacrista/oracoes/

 



Categoria: ORAÇÕES/BÍBLIA
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 22h40
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"FRANCISCO RESTAURA MINHA CASA QUE DESMORONA"...

Foi na encantadora igrejinha de São Damião, a um quilometro abaixo de Assis, toda humilde entre as oliveiras, que se deu o notável acontecimento. Francisco rezava com fervor ante o grande crucifixo bizantino: "Senhor, suplico-Vos me ilumines e dissipeis as trevas da minha alma". Do crucifixo veio a resposta, suave e benevolente: "Francisco, restaura a minha casa, que desmorona"...CLIQUE AQUI E LEIA MAIS SOBRE ESSE NOTÁVEL ACONTECIMENTO NA VIDA DE FRANCISCO...


VIDA DE SÃO FRANCISCO



O TAU NA VOCAÇÃO FRANCISCANA


17 DE SETEMBRO:
ESTIGMAS DE S. FRANCISCO


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O DIA DO PERDÃO.

Em 1216 São Francisco de Assis estava orando na igrejinha da Porciúncula, quando de repente ela torna-se iluminada, e São Francisco de Assis vê sobre o altar o Cristo revestindo de luz e à sua direita a Mãe Santíssima. E eles perguntam a São Francisco o que ele desejava para que as almas fossem salvas? Assim ele Os pede que seja concedido um generoso perdão a todos que se arrependessem e confessassem seus pecados, e fossem visitar aquela igrejinha.

 

E o Senhor acolhe a sua oração e propõe que ele peça ao Seu Vigário na terra, de Sua parte, esta indulgência. E São Francisco vai até ao Papa Honório III e conta-lhe a visão que tinha tido.

E Feliz caminha até à porta, negando qualquer documento que comprove a autorização do Papa, bastava-lhe a sua palavra, o documento seria a Santíssima Virgem Maria, o Senhor como escrivão e os Anjos as testemunhas.

O Perdão de Assis é uma manifestação da misericórdia de Deus e um sinal do amor apostólico de São Francisco, que disse alguns dias depois em lagrimas: "Meus irmãos, quero que todos vocês vão ao Paraíso!"

 

Esta indulgência é dada somente em um dia do ano: começa às 12 horas do dia 01 de agosto até o final da tarde de 02 de agosto, todo ano. Este dia tem como padroeira Nossa Senhora dos Anjos, e foi estendida a qualquer Igreja Católica do mundo.

 

Assim, ganham a Indulgência, todas as pessoas que tendo feita a confissão sacramental, visitarem uma Igreja nos dias mencionados, receberem a comunhão eucarística e rezarem um "Pai nosso", uma "Ave Maria" e um "Glória", pelas intenções do Santo Padre, o Papa. Assim sendo, poderão utilizar a Indulgência em seu próprio benefício, em favor de pessoas falecidas ou daquelas que necessitam de conversão do coração.

 











O Cântico do irmão sol

 Sao Francisco  de Assis

 

Altíssimo, onipotente, bom Senhor,

Teus são o louvor, a glória, a honra

E toda a benção.

 

Só a ti, Altíssimo, são devidos;

E homem algum é digno

De te mencionar.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Com todas as tuas criaturas,

Especialmente o Senhor Irmão Sol,

Que clareia o dia

E com sua luz nos alumia.

 

E ele é belo e radiante

Com grande esplendor:

De ti, Altíssimo é a imagem.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pela irmã Lua e as Estrelas,

Que no céu formaste claras

E preciosas e belas.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pelo irmão Vento,

Pelo ar, ou nublado

Ou sereno, e todo o tempo

Pela qual às tuas criaturas dás sustento.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pela irmã Água,

Que é mui útil e humilde

E preciosa e casta.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pelo irmão Fogo

Pelo qual iluminas a noite

E ele é belo e jucundo

E vigoroso e forte.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Por nossa irmã a mãe Terra

Que nos sustenta e governa,

E produz frutos diversos

E coloridas flores e ervas.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pelos que perdoam por teu amor,

E suportam enfermidades e tribulações.

 

Bem aventurados os que sustentam a paz,

Que por ti, Altíssimo, serão coroados.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Por nossa irmã a Morte corporal,

Da qual homem algum pode escapar.

 

Ai dos que morrerem em pecado mortal!

Felizes os que ela achar

Conformes á tua santíssima vontade,

Porque a morte segunda não lhes fará mal!

 

Louvai e bendizei a meu Senhor,

E dai-lhe graças,

E servi-o com grande humildade. 

 



ORAÇÃO PELA PAZ

Texto atribuído a S. Francisco


Senhor, fazei de mim
um instrumento da vossa Paz.

Onde houver ódio, que eu leve o Amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a União.
Onde houver dúvida, que eu leve a Fé.

Onde houver erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a Luz.

Ó Divino Mestre,
fazei que eu procure mais
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.

Pois é dando que se recebe,
é perdoando que e é perdoado,
e é morrendo que se ressuscita
para a Vida eterna.


fonte: Ordem dos Frades Menores Capuchinhos (Portugal)


BENDITO SEJA.. 

Está oração foi dita da por Francisco a Frei Leão, após a negativa do papa Inocêncio III de recebê-lo, "se for realmente importante para a igreja como ele diz, ele voltara" foram às palavras do papa ao Bispo que recebeu Francisco.

Benditas sejam as dificuldades que nos agridem e fazem pensar.


Benditas sejam as horas que gastamos em função do bem eterno.


Bendito seja quem nos maltrata à primeira vista e nos ajuda a melhorar.


Bendito seja que não nos conhece e não acredita em nós.


Bendito seja quem nos compara com vagabundos e indolentes.


Bendito seja quem nos expulsa, como parias ou fanáticos.


Bendito seja a mão que nos nega o cumprimento.


Bendito seja quem quer nos esquecer, impaciente.


Bendito seja quem nos nega o pão de cada dia.


Bendito seja quem nos ataca por ignorância e covardia.


Bendito seja quem nos experimenta no correr do tempo.


Bendito seja quem nos faz chorar nos caminhos.


Bendito seja quem não agrada no momento.


Bendito seja quem exige de nós a perfeição.


Benditos sejam os que nos maltratam o coração porque, verdadeiramente, são estes, meus filhos, os nossos vigilantes e os que nos ajudam a seguir o Cristo com maior segurança, pois Deus, através deles, nos ajuda na auto educação, de maneira que fiquem abertas todas as portas para o Amor Universal.

SÃO FRANCISCO DE ASSIS