"Senhor, fazei-me instrumento de Vossa Paz"
"Sua maior
intenção, seu desejo principal e plano supremo era observar o Evangelho em
tudo e por tudo, imitando com perfeição, atenção, esforço, dedicação e fervor os
passos de Nosso Senhor Jesus Cristo no seguimento de sua doutrina". (Vida
de S. Francisco - 1Cel 84)
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Carisma,Jufra,Santos
O caminho do evangelho De manhã, bem cedo, foram ambos à missa. Pelo caminho juntou-se aos dois Pedro de Catânia, doutor em Direito e novo companheiro. Por três vezes abriram o livro do Evangelho, e as três respostas que encontraram foram as seguintes: "Se queres ser perfeito, vende o que tens e dá-o aos pobres. Depois vem e segue-me" (Mt 19,21). "Não leveis nada pelo caminho, nem bastão, nem alforge, nem uma segunda túnica..." (Lc 9,3). "Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz cada dia e siga-me" (Mt 16,24). "Isto é o que devemos fazer, e é o que farão todos quantos quiserem vir conosco" - exclamou Francisco, que subitamente viu brilhar uma luz sobre o caminho que ele e seus companheiros deveriam seguir. Finalmente encontrou o que por tanto tempo havia procurado! Isto aconteceu a 24 de fevereiro de 1208, dando início à fundação da Fraternidade dos Irmãos Menores. No mesmo dia, Bernardo de Quintaval vendeu todos os seus bens e repartiu o dinheiro entre os pobres de Assis. ******************************************************* O primeiro sacerdote franciscano O exemplo de Bernardo produziu frutos. O primeiro é o sacerdote Silvestre, que exclamou comovido: "Como posso eu, sacerdote e velho, ser menos generoso que estes jovens e ricos?" E, sem mais, lançou-se com eles na aventura de viver o Evangelho. Tornou-se, assim, o primeiro sacerdote da Ordem Franciscana! Prontamente aderiram outros: Gil, um modesto lavrador que se tornaria um grande santo; Morico, dedicado ao serviço dos leprosos; Bárbaro, futuro missionário no Oriente; Sabatino, Bernardo de Viridiante, João de Constança, Ângelo, da ilustre família dos Tancredo, aparentado com reis e príncipes; Felipe, grande pregador; e muitos outros... Juntos, formaram um grupo de mendigos voluntários (daí o adjetivo de Ordem Mendicante dado à Ordem Franciscana), que trabalhavam e rezavam, cantavam e pregavam, maravilhando o povo com a novidade do Evangelho sendo vivido diante de seus próprios olhos. Algumas choupanas cobertas de folhagem, no pitoresco vale do Rivotorto, serviam-lhes de modesto abrigo. Fonte: http://www.franciscanos.org.br |
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 01h26
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Dia de Pentecostes. ( Opinião de um Leigo)

Dia de Pentecostes. (Opinião de um Leigo)
Rivaldo R.Ribeiro Nesse dia de Pentecostes poderemos ver uma relação muito grande com São Francisco de Assis e o movimento franciscano. Pois foi o dia do nascimento da Igreja no mundo, quando o Espírito Santo manifestou-Se aos apóstolos de Cristo em várias línguas para que todos compreendessem a Palavra de Deus, e como hoje vemos a espiritualidade franciscana presente e compreendida em várias partes do mundo, mesmo alguns povos não cristãos. Alem disso o aparecimento de São Francisco de Assis levou a Igreja a um renascimento espiritual, talvez um novo Pentecoste, desde o seu contato com Deus na igrejinha de São Damião, onde Nosso Senhor pediu a São Francisco: “Francisco restaura a Minha casa que está desmoronando”, o sentido aqui seria o desmoronamento da Fé na época que quase se iguala aos dias de hoje. Renascia ali uma nova Igreja onde São Francisco propunha imitar Nosso Senhor em tudo, por tudo, perfeição, fervor, seguindo os passos do Mestre Jesus. Assim a Igreja renascia difundindo por toda Europa a força evangelizadora dos pequenos frades menores, aumentando o número de adeptos por onde passavam até os dias de hoje. O evangelho de Cristo voltava a ser ensinado como Cristo ensinou: fraterno, humilde nas trilhas traçadas pelo Pai: anunciando as maravilhas do Reino de Deus, PAZ E BEM! Livro dos Atos dos Apóstolos (Atos 2,1-11) Lucas sugere que o Espírito é a lei nova que orienta a caminhada dos crentes. É Ele que cria a nova comunidade do Povo de Deus, que faz com que os homens sejam capazes de ultrapassar as suas diferenças e comunicar, que une, numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e culturas: 1Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. 2 De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam. 3Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. 4Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava. 5Moravam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações do mundo. 6Quando ouviram o barulho, juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua. 7Cheios de espanto e admiração, diziam: “Esses homens que estão falando não são todos galileus? 8Como é que nós os escutamos na nossa própria língua? 9Nós, que somos partos, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judéia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, 10da Frigia e da Panfília, do Egito e da parte da Líbia próxima de Cirene, também romanos que aqui residem; 11judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus em nossa própria língua!” |
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 14h51
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A padroeira da Ordem III é Santa Isabel da Hungria (imagem ao lado)
Terceira Ordem - Ordem Franciscana Secular
Os franciscanos seculares constituem uma verdadeira Ordem na Igreja. Não formam um mero movimento ou associação qualquer. A OFS é uma ordem reconhecida como tal pela Igreja, que lhe apresenta uma forma de vida chamada Regra. Como tal, ela é acolhida, aceita e abençoada pela Igreja em todas as partes do mundo. Ela faz parte da grande Família Franciscana e contribui para a plenitude de seu carisma. A Ordem Franciscana Secular é constituída por Fraternidades abertas a todos os cristãos seculares. Nelas há lugar para jovens, para casados, viúvos e celibatários no mundo; para clérigos e leigos; para todas as classes sociais, todas as profissões, para todas as raças; para homens e mulheres. Há lugar para todos porque se busca viver segundo o Santo Evangelho como irmão e irmãs da penitência. O projeto de vida de todo cristão e especialmente de todo franciscano secular é o seguimento da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo, conforme os ensinamentos que nos foram revelados através do Santo Evangelho. Por isso, "A Regra e a vida dos franciscanos seculares é esta: observar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo o exemplo de São Francisco de Assis, que fez do Cristo o inspirador e o centro de sua vida com Deus e com os homens (Rg 4; 1Cel, 18, 115). A OFS se articula em Fraternidades de vários níveis: local, regional, nacional e internacional. E toda fraternidade, de qualquer nível, goza de autonomia administrativa, econômica e financeira. Porém, as fraternidades dos diversos níveis estão coordenadas e ligadas entre si segundo a Regra, as CCGG, o ritual e os estatutos. As relações entre a Juventude Franciscana (JUFRA) e a OFS devem ser marcadas pelo espírito de uma comunhão vital e recíproca. Por esta razão, a experiência vivida na Juventude Franciscana encontra a sua realização natural na OFS. Conheça mais: http://ofs.org.br/ Fonte: http://www.franciscanos.org.br |
Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 17h15
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Segunda Ordem - Clarissas
Segunda Ordem - Clarissas Francisco, além de fundar a 1ª Ordem Franciscana (masculina), foi também o fundador da 2ª Ordem Franciscana, conhecida também por Ordem de Santa Clara, abrindo assim a vivência do ideal franciscano para o ramo feminino. A primeira religiosa franciscana foi a jovem Clara Offreduccio, mais tarde chamada de Santa Clara de Assis, jovem de família nobre e admiradora de Francisco desde que o conhecera como "Rei da Juventude" pelas ruas e festas de Assis. Passou a admirá-lo mais ainda, quando se tornou um inflamado pregador da alegria e da paz, da pobreza e do amor de Deus, não só através de palavras, mas com o exemplo de sua própria vida. Era isso precisamente o que almejava a jovem Clara. Não estava satisfeita com os esplendores do palácio de sua família, nem com o sonho do futuro enlace principesco ao qual seus pais a estavam encaminhando. Sonhava com uma vida mais cheia de sentido, que lhe trouxesse uma verdadeira felicidade e realização. O estilo de vida dos frades a atraía cada vez mais. Depois de muitas conversas com Francisco, aos 18 de março de 1212 (Domingo de Ramos), saiu de casa sorrateiramente em plena noite, acompanhada apenas de sua prima Pacífica e de outra fiel amiga, e foi procurar Francisco na Igrejinha de Santa Maria dos Anjos, onde ele e seus companheiros já a aguardavam. Frente ao altar, Francisco cortou-lhe os longos e dourados cabelos, cobrindo-lhe a cabeça com um véu, sinal de que a donzela Clara fizera a sua consagração como Esposa de Cristo. Nem a ira dos seus parentes, nem as lágrimas de seus pais conseguiram fazê-la retroceder em seu propósito. Poucos dias depois, sua irmã, Inês, veio lhe fazer companhia, imbuída do mesmo ideal. Alguns anos após, sua mãe, Ortulana, juntamente com sua terceira filha Beatriz, seguiu Clara, indo morar com ela no conventinho de São Damião, que foi a primeira moradia das seguidoras de São Francisco. Com o correr dos anos, rainhas e princesas, juntamente com humildes camponesas, ingressaram naquele convento para viver, à luz do Evangelho, a fascinante aventura das Damas Pobres, seguidoras de São Francisco, muitas das quais se tornaram grandes exemplos de santidade para toda a Igreja. As Irmãs Clarissas vivem um estilo de vida contemplativa, sendo enclausuradas. Quer dizer que não têm, normalmente, uma atividade pública no meio do povo, dedicando-se mais à oração, à meditação e aos trabalhos internos dos mosteiros. Conheça mais: www.clarissas.com.br |
Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 00h05
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Primeira Ordem - Ordem dos Frades Menores
Primeira Ordem - Ordem dos Frades Menores Após a conversão, pouco a pouco, ao redor de Francisco se forma um grupo disposto a viver toda essa experiência de comunhão com o mistério de Deus que se lhe revelava. Jovens de Assis, na Itália, vão pelo mundo afora como andarilhos, mas vivendo a experiência de fraternidade. Tudo e todos passam a ser sentidos como irmãos e irmãs, pois o frade não é mais senhor de nada e de ninguém. "Essa pobreza de itinerantes e mendigos será vivida pelos frades em estreita comunhão com Cristo que não tinha uma pedra onde reclinar a cabeça e que vivia também da generosidade dos que lhe davam hospedagem..." (Leclerc). A Ordem Franciscana foi criada como uma Ordem de Irmãos, que assumiam a missão de viver e pregar o Evangelho. Não era uma Ordem Clerical (Ordem composta por sacerdotes), como outras que já existiam. O próprio Francisco não quis ser sacerdote e os primeiros frades também não tinham esse objetivo. Desde o início, porém, como mostra a história de Frei Silvestre, houve o ingresso de alguns sacerdotes já formados, que desejavam ser franciscanos. Algum tempo depois, sobretudo quando Santo Antônio, professor de Teologia, ingressou na Ordem, passou a ensinar Teologia aos frades e alguns deles passaram a se ordenar sacerdotes. Mais tarde, devido principalmente às necessidades da Igreja, a maioria dos frades passou a se ordenar. Mas até hoje, dentro da ordem Franciscana, convivem como irmãos, em igualdade de condições, frades sacerdotes e não sacerdotes (estes chamados outrora de irmãos leigos, por não serem sacerdotes), cada um exercendo a sua função. Esse é, sem dúvidas, um dos aspectos mais belos da Ordem criada por São Francisco. Mais tarde, a Ordem se dividiu em três ramos: Ordem dos Frades Menores (OFM), Capuchinhos (OFMCap) e Conventuais (OFMConv). Os termos "franciscanismo" e "franciscano" não reclamam profundos conhecimentos das evoluções linguísticas para revelarem sua origem. Atrás deles, esconde-se o nome FRANCISCO, que no caso vem especificado com o topônimo de ASSIS.
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Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 23h23
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REVIVER O SONHO DE FRANCISCO E CLARA DE ASSIS
REVIVER O SONHO DE FRANCISCO E CLARA DE ASSIS NO CHÃO DA AMÉRICA LATINA E CARIBE
A FAMÍLIA FRANCISCANA DA AMÉRICA LATINA E CARIBE celebra de 17 a 19 de Outubro de 2008 em Brasília os 800 anos do nascimento do Carisma.
Este ano de 2008 é paradigmático para todos nós pois em 1208 Francisco recebeu os primeiros companheiros dando início ao chamado "MOVIMENTO FRANCISCANO".
Somente em 1209 ele foi a Roma pedir ao Papa para lhe dar permissão de anunciar o Evangelho. O Pontífice concedeu a permissão e este ano passa a ser conhecido como o da confirmação da forma de vida franciscana. Portanto 2009 a 1a.ordem(FRADES) celebra os 800 anos de aprovação da regra de vida aprovada pelo Papa Inocêncio III.
Assim a Família Franciscana Mundial celebra 2008 por ser o início do CARISMA FRANCISCANO que começou antes da REGRA do qual, muitos do mundo inteiro tem Francisco com Pai e Inspirador.
É a chamada "GRANDE FAMÍLIA FRANCISCANA".
Portanto a Familia Franciscana do mundo inteiro incluindo as 03 ordens, os Institutos Religiosos Franciscanos, A JUFRA e todos/as simpatizandes de Francisco e Clara celebram em 2008 os 800 anos do nascimento desse movimento, desse SONHO que o Espírito Santo agraciou Francisco de Assis e que perdura até hoje.
FONTE:Ir. Maria Vilani Rocha de Oliveira
Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 18h30
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São Pio de Pietrelcina
São Pio de Pietrelcina

Obs. Esse texto foi transcrito em português de Portugal.
Nasceu em Pietrelcina (Sul de Itália) no dia 25 de Maio de 1887. Chamava-se Francisco Forgione. O nome de Frei Pio de Pietrelcina recebeu-o em 1903, quando entrou na Ordem dos Capuchinhos. Foi ordenado sacerdote a 10 de Agosto de 1910.
Viveu uma vida de exigência pessoal. Venceu os maus instintos. Foi rigoroso na luta contra os vícios, simples no vestir e na comida e extremamente cuidadoso em evitar actos que pudessem ofender a Deus, aos irmãos ou a qualquer pessoa. A vida de família iniciou-o nesta radicalidade e no Convento também encontrou ambiente que a favoreceu.
Frei Pio é considerado como um grande místico por todas as pessoas a quem chegou a sua acção e influência. Nisto consistiu a radicalidade profunda e original da sua espiritualidade, que o faz ter admiradores em todos os Continentes, apesar de a maior parte das pessoas de hoje não entenderem o que se quer dizer com a palavra místico. Nada mais contrário ao mundo naturalista em que vivemos do que o conjunto de fenómenos sobrenaturais que se tornaram vulgares na vida do Frei Pio. Foram muitos os fenómenos, humanamente inexplicáveis, que marcaram fortemente a existência deste homem de Deus.
Assim como aconteceu com São Francisco de Assis, o Senhor crucificado quis partilhar com ele as dores da sua Paixão concedendo-lhe a graça dos estigmas, a 20 de Setembro de 1915. Este foi o acontecimento místico mais marcante na vida do Frei Pio, mas há outros que importa, pelo menos, enumerar: o dom da profecia, o dom do discernimento dos espíritos, o dom da bilocação, o dom das curas, o dom das conversões, o dom dos perfumes.
O que mais atraiu as multidões de todos os continentes ao Convento de São Giovanni Rotondo durante a sua vida, foi a celebração da Eucaristia, o heróico atendimento de confissões e a direcção espiritual (a quem recorreu muitas vezes o Papa João Paulo II, então estudante de Teologia em Roma).
O Senhor concedeu ao Frei Pio a graça de deixar duas obras para a posteridade: a Casa do Alívio para o sofrimento e os Grupos de Oração. Acerca destes últimos, dizia: Os grupos de oração são os corações e as mãos que sustêm o mundo.
Morreu no dia 23 de Setembro de 1968. No dia 2 de Maio de 1999, o Papa João Paulo II, perante uma multidão de fiéis, concentrada na praça de São Pedro, proclamou-o Beato. Foi canonizado a 16 de Junho de 2002.
ORAÇÃO
Proclamamos, Senhor, que só Vós sois Santo e que ninguém pode ser bom sem a vossa graça. Nós Vos pedimos humildemente, por intercessão de São Pio de Pietrelcina, que nos ajudeis a viver de tal modo que mereçamos alcançar a vossa glória. Por nosso Senhor.
Fonte: http://www.capuchinhos.org ( Site de Portugal)
Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 22h51
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FOTOS POR OCASIAO DA FESTA DO MILHO JACI-SP MES ABRIL/2008
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IMAGENS DE SAO FRANCISCO DE ASSIS, NA CIDADE DE JACI-SP
Agradecemos a Tereza P.Brandeli que gentilmente nos cedeu as fotos
acima das imagens de Sao Franciscos de Assis.
Fotos por ocasião da festa do milho em JACI - SP abril/2008.
Que Deus e São Francisco de Assis lhe de muita Paz. |
Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 15h57
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COMO SER CRISTÃO HOJE, SEGUINDO OS PASSOS DE FREI BRUNO?
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COMO SER CRISTÃO HOJE, SEGUINDO OS PASSOS DE FREI BRUNO?
Estamos no século XXI e deparamo-nos com muitos desafios e contradições que exigem dos cristãos uma atuação mais crítica, consciente e eficaz. Frei Bruno antecipou-nos e, com suas atitudes, ensinou-nos a como ser cristão neste século. Esse ensinamento ele transmitiu-nos já em 1958! Frei Bruno percebeu que a exploração da mão-de-obra remunerada, com baixos salários, iria gerar muita exclusão. Antecipando-se, ele agiu como deveriam agir todos os bons cristãos: organizou os pobres para se fortalecerem fazendo vencer a justiça de Deus na relação entre patrões e empregados. Um exemplo disso foi a corajosa postura de Frei Bruno frente à exploração das empregadas domésticas. Não pensou duas vezes: organizou a ASSOCIAÇÃO DAS EMPREGADAS DOMÉSTICAS de Joaçaba, SC. É bom lembrar que isto aconteceu em 1958, quando nem se imaginava ainda surgir no Brasil a TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO, que despertou e fez multiplicar associações de todos os tipos de excluídos, a partir da ação e da reflexão dos cristãos católicos. Neste aspecto evangelizador, ele é apresentado como um modelo de cristão para os nossos dias.
Frei Bruno teve naquele tempo, quando circulavam poucos textos com leituras criticas da sociedade da época, uma brilhante atuação. Os textos com leituras críticas da exploração do homem pelo homem e da organização dos sistemas políticos e sociais de hoje estão amplamente à disposição dos cristãos. O desafio dos cristãos no mundo é hoje muito maior do que no tempo de Frei Bruno, exigindo cristãos hábeis. O sistema de alienação hoje é muito forte. Dentro de quase todas as instituições, principalmente das empresas, a postura de omissão e de acomodação dos cristãos é preocupante. Os cristãos facilmente se submetem, ficam omissos para se garantirem no emprego, fechando os olhos às injustiças. Por isso, dar testemunho cristão hoje supõe muita fé, maturidade e visão ampla.
Há uma campanha de lavagem cerebral para manipular as mentes e conseguir que todos se convençam de que tudo está bem, que não há alternativa e que são muito felizes por estarem empregados.
A mídia, as instituições e o ambiente global da sociedade: tudo serve para desencorajar qualquer tentativa de atuação mais corajosa. Dessa forma, somente personalidades fortes, com convicção muito madura, poderão doar seu tempo à organização do pensamento crítico e na formação de associações de inspirações cristãs, corajosas e conscientes dos desafios do século XXI. A maioria dos cristãos, por terem recebido uma fraca formação cristã na catequese e nas missas, ficará calada. A pressão psicológica em favor da omissão é forte. Na prática e de fato, a maioria cede e perde sua própria convicção e não faz investimentos espirituais em si que gerem a força da esperança. Assim, recorremos ao nosso Frei Bruno; que ele inspire e ajude seus devotos a mudarem de atitude! Além de buscarmos por milagres para resolver problemas pessoais, devemos também dirigir nossas orações e pedidos, para a solução dos problemas sociais.
Hoje em dia, existem milhares de associações, sindicatos e organizações que dizem representar os mais pobres. No entanto, as mesmas estão entregues às mãos de acomodados e omissos, que não respiram o mesmo sonho por justiça social que animou Frei Bruno a constituir uma das primeiras Associações de Empregadas Domésticas do Brasil. Muitos desses "Presidentes" de Associações são católicos. No entanto, nos perguntamos: são católicos conscientes ou de formação ingênua? Nessas Associações há necessidade de atuação de pessoas que se alimentem do idealismo, de doação de suas próprias vidas em prol de projetos concretos, transformadores. Não podem se deixar levar pela corrupção que assola grande parte da sociedade, das Associações, dos Sindicatos e principalmente dos funcionários públicos. O que é mais preocupante, do maior ao menor, segundo o nível hierárquico, com poucas exceções. O episódio dos "cartões corporativos" "deixando a nu" muitas pessoas "tidas como honestas", inclusive muitos gestores de Universidades Públicas, os forjadores do Brasil de amanhã, deixa-nos atordoados. Tudo isso faz-nos clamar fortemente a Frei Bruno que interceda junto a Deus por nós e que ilumine todos os Agentes de Pastoral de todos os níveis, dando-nos luzes frente aos desafios da Evangelização no século XXI.
Há necessidade de que os católicos se manifestem como os servidores do Reino mais convictos, mais dedicados e mais honestos. Grande parte deles quer ter uma postura mais comprometida? Fomos contagiados por um estranho comodismo, quase imperdoável. Poderemos ser o sal da terra, a luz que, em todos os ambientes da sociedade, atrai os olhares e constrói o bem. Queremos essa espinhosa missão? Queremos atender aos apelos de Paulo quando na segunda Carta a Timóteo,1,8 conclama-nos: "sofre comigo pelo Evangelho..."? Ou quando Jesus, em Mateus 17,7 toca nos discípulos e diz "levantai-vos e não tenhais medo"?
Sem mística, sem fé e sem convicção é impossível agir como cristão no mundo. Rahner já dizia que no século XXI a Igreja seria mística ou não seria Igreja. Acreditamos que corremos o risco de sermos apenas um amontoado de pessoas que repetem fórmulas, "fregueses de sacramentos", sem compromisso com a realidade de Deus que reflete no mundo. A formação paroquial tradicional não basta. Por sinal, grande parte dos que vão ao culto são justamente as pessoas que vivem em um mundo paralelo ao de Deus, não querem muito compromisso. Vão só cumprir "sua obrigação". Quem exige esse tipo de obrigação? Deus? Todos os Profetas e Evangelistas afirmam que o Culto que Deus quer é a prática do Direito e da Justiça. Quem pratica o Direito e a Justiça, este sim, pode Celebrar o culto com a consciência tranqüila porque sente que está com o dever cumprido.
Que a nossa intercessão junto a Deus pelo Bem-Aventurado Frei Bruno faça-nos constituir centenas de associações, a exemplo da Associação das Empregadas Domésticas, todas a partir das angústias do povo dos dias de hoje, para tornar verdade a força de Deus em nós.
Frei David R. Santos OFM - Pároco de Luzerna, Santa Catarina
Fonte:
http://www.franciscanos.org.br
Conheca mais sobre o Frei Bruno

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Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 23h07
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A UTOPIA FRANCISCANA
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A UTOPIA FRANCISCANA
"O fato é que, tendo desprezado todas as coisas terrenas e estando livres do amor próprio, consagravam todo o seu afeto aos irmãos, oferecendo-se a si mesmos para atender às necessidades fraternas. Reuniam-se com prazer e gostavam de estar juntos: para eles era pesado estarem separados, o afastamento era amargo e doloroso estarem desunidos". (1Cel 15,39).
Dentro de um mundo dividido por ódios e discórdias, a utopia franciscana não é outra que a da fraternidade, pois São Francisco entendeu a mensagem e a beleza mais radical do evangelho: somos todos irmãos, porque todos temos um mesmo Deus que é Pai de todos.
Ser irmão, por isso, é o título de honra de nossa vida de frades. Somos con-frades de todas as criaturas. Para um franciscano só existe, conseqüentemente, um pecado maior: o de não ser irmão, em espírito e verdade, com corpo e alma, dos outros. Outros poderão ter nobilíssimos apanágios: o nosso é o do fraternismo dentro e fora dos conventos. Podemos não ter outras virtudes, mas só a falta de fraternismo é que adulteraria nossa identidade e nos excomungaria da verdadeira utopia franciscana. Santos seremos e nos santificaremos junto com os outros na cruz da convivência fraterna.
A vida de São Francisco não conheceu limites nesta descoberta evangélica. "Vivia com os leprosos, servindo a todos por amor de Deus, com toda a diligência" (1Cel 7,17). "Tinha afastado de sua boca toda grandiosidade, e também toda pompa de seus gestos e todo fausto de suas ações" (2Cel 102,140). "Chegou à conclusão de que deveria viver para os outros e não exclusivamente para si" (Lm 2,5). E acreditava firmemente que o Senhor lhe tinha dado irmãos (Regra 4,14).
Frei Giacomo Bini captou bem esta descoberta de nosso Pai, quando escreveu em seu Relatório ao Capítulo Geral de 2003: "Somos uma fraternidade enraizada numa consagração total a Deus segundo o projeto evangélico de Francisco" (n.188). E disse mais: o mundo tem "sempre mais necessidade de fraternidades teocêntricas e proféticas, empenhadas em encarnar o Evangelho na vida quotidiana e nos diversos modos de evangelizar" (2003, n.156). Esta é a síntese da forma vitae franciscana e da utopia pela qual queremos viver. Feliz o frade que assim vive! Feliz a Província que dela se alimenta e nela tem seu coração, vivo e posto!
http://www.franciscanos.org.br |
Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h44
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Carisma franciscano.
REVIVER O SONHO DE FRANCISCO E CLARA DE ASSIS NO CHÃO DA AMÉRICA LATINA E CARIBE
A FAMÍLIA FRANCISCANA DA AMÉRICA LATINA E CARIBE celebra de 17 a 19 de Outubro de 2008 em Brasília os 800 anos do nascimento do Carisma.
Este ano de 2008 é paradigmático para todos nós pois em 1208 Francisco recebeu os primeiros companheiros dando início ao chamado "MOVIMENTO FRANCISCANO".
Somente em 1209 ele foi a Roma pedir ao Papa Inocêncio III para lhe dar permissão de anunciar o Evangelho. O Pontífice concedeu a permissão e este ano passa a ser conhecido como o da confirmação da forma de vida franciscana.
Portanto é o ano da Institucionalização da Ordem.
Assim a Família Franciscana Mundial celebra 2008 por ser o início do CARISMA FRANCISCANO do qual, muitos do mundo inteiro tem Francisco com Pai e Inspirador.
É a chamada "GRANDE FAMÍLIA FRANCISCANA".
VIII° CENTENÁRIO DO CARISMA FRANCISCANO 2008/2009
Há 800 anos, o Espírito Santo agraciou Francisco e Clara com a vocação de levar uma vida de Irmãos e Irmãs Menores. A Igreja reconheceu e confirmou este carisma que deu início a um grande movimento, um modo especial de ser Igreja e sociedade civil.
No decurso dos séculos houve inúmeras pessoas que se sentiram atraídas por esta "forma de vida". Uma delas é Isabel da Turíngia, filha do Rei André II da Hungria, nascida em 1207, padroeira da Terceira Ordem Franciscana.
Em 24 de fevereiro de 1208, na festa do apóstolo Matias, Francisco ouve na Capela de Porciúncula aquela passagem do Evangelho "Ide e anunciai: "O Reino dos Céus está próximo. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios! Recebestes de graça, dai também de graça. Não leveis nos cintos moedas de ouro, de prata ou de cobre." Mt 10, 7-9. Profundamente emocionado com aquilo que ouve, exclama: Isto é o que desejo; é o que procuro; é o que busco de todo o coração!
No dia 15 de abril do mesmo ano, os primeiros irmãos juntaram-se a ele. Juntos, abrem três vezes a Sagrada Escritura e recebem os seguintes versos orientadores: vai, vende tudo.....! Marcos 10,21 - Não leveis nada para o caminho..., Lucas 9,3 - Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a si mesmo...! Mateus 16,24
Este é o início do movimento franciscano e, para nós, é a razão de considerarmos o ano de 1208 como o ano do nascimento do nosso carisma. 1209 é o ano em que o Papa Inocêncio III deu a autorização verbal a Francisco de fundar uma ordem. É o início da dimensão institucional do movimento franciscano.
Fonte: http://www.ffb.org.br/index.php?pg=karisma2
Postado por rivaldo r.ribeiro às 12h48
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A maravilhosa utopia de São Francisco, que hoje nos faz falta.
A maravilhosa utopia de São Francisco, que hoje nos faz falta.
A fraternidade universal sonhada por São Francisco: entre todos os seres vivos da terra, os elementos da natureza, hoje nos fazem falta. A humanidade vive hoje o seu maior dilema: continuar com o descontrolado consumismo suicida, ou recuarmos em todos os sentidos para garantir a nossa própria sobrevivência.
Compreender a natureza, a sua importância, é estar perto de Deus, que é a vida, e a vida está ancorada no amor pela própria vida. Quando destruímos uma floresta sem piedade, desviamos um rio, interrompemos a perpetuação de uma espécie animal ou vegetal levando a extinção, poluímos o meio ambiente, contaminamos a nossa água, a violência gratuita uns contra os outros, é porque não temos a sensibilidade e amor como São Francisco tinha pela vida. Deus é vida, quando agredimos a Criação cometemos um pecado contra Deus.
Assim todos sabemos que a vida é composta de vários elementos, vários elos que não podem ser quebrados, ou a vida se definha, como se cortássemos uma de nossas artérias e permitíssemos que por ali gotejassem o nossa sangue gota a gota, poderemos sobrevier por algum tempo, mas a morte é certa.
O nosso planeta está com muitas artérias gotejando, precisamos estancar essa sangria com urgência, ou o planeta seca, morre.
Como nos faz falta a maravilhosa utopia de São Francisco!Tomamos outras direções longe do evangelho de Cristo que São Francisco via como a nossa primeira orientação para ficarmos perto de Deus, e dessa forma compreender realmente quem somos, e a grande importância dos nossos irmãos da natureza.
São Francisco é o nosso irmão universal, pois foi o primeiro a reconhecer que todos somos um (vegetais, animais, insetos e os elementos da natureza), tudo que é vida, todos pertencem a Deus.
Como na época de São Francisco, hoje a fé cristã está desfigurada, Deus quer que a reconstruamos como manda os evangelhos, e assim essa ponte entre FÉ e VIDA levará a reconstrução da vida no planeta.
São Francisco em toda a sua obra deu-nos a sábia lição: é impossível
amar a Deus sem amar a Sua criação, no texto poético CÂNTICO DAS CRIATURAS, ele louva a Deus por nos dar o presente diário das criaturas que nos servem todos os dias, porque sem elas não seria possível a vida, vejamos:
ELEMENTO AGUA:
Louvado sejas, meu Senhor,
Pela irmã Água,
Que é mui útil e humilde
E preciosa e casta.
MAE TERRA:
Louvado sejas, meu Senhor,
Por nossa irmã a mãe Terra
Que nos sustenta e governa,
E produz frutos diversos
E coloridas flores e ervas.
CLIQUE:CÂNTICO DAS CRIATURAS
Postado por rivaldo r.ribeiro às 23h40
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REVIVER O SONHO DE FRANCISCO E CLARA DE ASSIS
REVIVER O SONHO DE FRANCISCO E CLARA DE ASSIS NO CHÃO DA AMÉRICA LATINA E CARIBE
O Cântico do Irmão Sol
Nascendo um dia em Assis há 800 anos, o Sol ouviu um Cântico com emoção. O Grande Astro brilhou com mais vontade desde que São Francisco o chamou de Irmão. O Sol da Justiça que afugenta as trevas, representante do Cristo que ressurge, registra o menor sinal de vida ressuscitada:
Está vindo alguém que somente quer servir, ser súdito de toda humana criatura.
Regra inaudita, viver o Evangelho. A natureza do Sol é irradiar. Em questão de um dia ilumina todo o globo com os raios desta novidade, sem respeitar o mapa do mundo conhecido. Ele conhece o Caribe desde sempre e antes de Colombo visita a América Latina todo o dia. Com o mensageiro, o Continente dá um salto de alegria, e o chão se veste com o verde da Esperança. Lá onde o Norte e o Sul se tocam, a ponto de perder a unidade, o Divino celebra o Santo Domingo, pairando sobre águas perigosas.
O hemisfério verde se ergue como pombo, beijando o diferente, espalhando Esperança;
O Tau que o Santo enviava, assinando suas cartas, já estava inscrito neste chão antes da "descoberta”. È o sinal dos eleitos que não podem ser ceifados, que são assinalados para escapar no dia da grande ira, aqueles que "gemem e choram com as abominações".Conforme disse o Profeta. Ez 9,4
Um resto sobrou depois da tempestade e plantou nova vida com verde carregado. Mas, onde se encontra este chão? È a terra do vir-a-ser que se constrói na consciência profunda daqueles que sentem o sofrimento da Criação e das dores fazem nascer um povo consciente que vive o Espírito de Assis e aceita sua regra. Não faltam aqueles que ao pombo arrancam suas penas. Mas a América da Esperança acredita num futuro de feridas cicatrizadas e de relações restabelecidas. Sobre águas caribenhas vem pairar o Espírito Criador eis que faço coisas novas.
Não o percebeis ainda? Is 43, 19
Frei Adolfo Temme, OFM.
Fonte: K@arisma 2008-FFB
Postado por rivaldo r.ribeiro às 23h27
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Bendito seja os que nos agridem..
Solidariedade a d.Luiz Flavio Cappio.
São Francisco de Assis é o pai dos franciscanos, é o patrono da ecologia...
Não poderiamos esperar outra atitude de um franciscano como d. Luiz...
As agressões a ele dirigida só nos fortalece...
"Bendito seja os que nos agridem, nos caluniam, nos apontam com fanáticos ou loucos, pois só nos mostram o caminho do amor a Deus"
Visitem o site sobre d.Luiz e dê sua opinião: http://www.umavidapelavida.com.br
Postado por rivaldo r.ribeiro às 00h51
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GREVE DE FOME: Solidariedade a d.Luiz Flávio Cappio
GREVE DE FOME: Solidariedade a d.Luiz Flávio Cappio
A manifestação contraria a transposição do Rio São Francisco do nosso querido Bispo Luiz FlávioCappio, nos remete a um plano maior: é um grito que todos nós gostaríamos de dar diante das leis desrespeitadas, dos desmatamentos, das queimadas, da hipocrisia e da falta de vontade política no trato com os problemas ambientais, é um grito que eu e todos que amam a natureza gostaríamos de dar diante de tantas afrontas que o homem faz contra a Criação.
"Frei eu acredito que muitos estão se espelhando na sua atitude, e muitos gostariam de ter a sua coragem diante do seu desconforto físico por causa da fome, mas principalmente das críticas que vem dos que enxergam apenas vantagens econômicas em tudo que fazem, das indiferenças de seus irmãos que não conhecem nem de perto o apelo de amor humano e espiritual na sua atitude, do amor universal de São Francisco de Assis."
"Louvado sejas, meu Senhor, Pela irmã Água, Que é mui útil e humilde E preciosa e casta. "
Paz e bem
(Romanos 8,19-22)
19. Por isso, a criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus. 20. Pois a criação foi sujeita à vaidade (não voluntariamente, mas por vontade daquele que a sujeitou), 21. todavia com a esperança de ser também ela libertada do cativeiro da corrupção, para participar da gloriosa liberdade dos filhos de Deus. 22. Pois sabemos que toda a criação geme e sofre como que dores de parto até o presente dia.
Visitem o site sobre d.LUiz e dê sua opinião: http://www.umavidapelavida.com.br
Postado por rivaldo r.ribeiro às 00h32
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UMA FORMA ALTERNATIVA DE VIVER O EVANGELHO
UMA FORMA ALTERNATIVA DE VIVER O EVANGELHO
A forma de vida evangélica escolhida por Francisco e Clara foi uma verdadeira alternativa para as outras formas de vida então existentes. Clara e Francisco moldam, durante toda a vida, esta nova identidade da sua comunidade. "Se alguém lhe disser outra coisa ou sugerir algo diferente que impeça a sua perfeição,ou parecer contrário ao chamado de Deus, mesmo que mereça sua veneração, não siga o seu conselho. Antes de mais nada, abraça o Cristo pobre, como uma virgem pobre!" (2In17-18)
Por ocasião dum Capítulo de Esteiras em Porciúncula, Francisco disse na presença do Cardeal de Óstia, aos irmãos: "Deus chamou-me para o caminho da simplicidade e da humildade e, na verdade, indicou-me este caminho, para mim e para aqueles que confiam em mim e que querem seguir-me neste caminho. Portanto, não quero que me citeis outra Regra, nem de São Bento, nem de Santo Agostinho nem de São Bernardo nem outro caminho e forma de vida além daquele que, misericordiosamente o Senhor me revelou e concedeu. E o Senhor disse-me, que devia ser como um novo louco neste mundo e não quis conduzir-nos por outro caminho, que não o desta ciência." (EP 68,6-7).
Elói Leclerc OFM afirma magistralmente:
"Quando Francisco pediu à Igreja o reconhecimento da sua forma de vida e a dos seus irmãos, com certeza não pediu que a mesma se renovasse conforme a visão dele. Só pediu a autorização de poder viver segundo o Evangelho. Pediu o direito de poder viver numa comunidade reconhecida, pura, simples e evangélica. Pediu um espaço de liberdade e de simplicidade dentro da instituição eclesiástica feudal, uma zona franca fora das estruturas sedutoras de poder. A liberdade de viver segundo o Santo Evangelho pressupõe uma luta corajosa" (Francisco de Assis, o retorno ao Evangelho).
A celebração dos 800 anos deste carisma para a Igreja e o mundo nos desafia a investigar se nós realmente somos ainda uma alternativa evangélica no nosso mundo de hoje, um "zona franca" dentro da Igreja e da sociedade.
Comprometemo-nos, sendo franciscanos/as, a defender os direitos humanos, a viver a opção preferencial pelos pobres, lutar pela preservação da criação e pela paz entre os povos para, assim, cooperar na construção duma sociedade mais justa.
O nosso mundo precisa do "espírito de Assis", disse o Papa João Paulo II numa das suas últimas homilias! É neste espírito que se deve consolidar a paz e promover a reconciliação. O espírito de Assis que o nosso mundo de hoje necessita tão urgentemente.
Nos dias 17 a 19 de outubro de 2008, a Família Francisclariana da América Latina e Caribe, estará reunida em Brasília, para celebrar o jubileu do carisma de Francisco e Clara de Assis. O tema de nosso encontro será: Reviver o sonho de Francisco e Clara de Assis no chão da América Latina e Caribe. Acompanhe as programações no seu regional da FFB. Você também pode acompanhar as reflexões e encontrar subsídios no site da FFB(http://www.ffb.org.br) e do CBCMF internacional: www.ccfmc.net
Texto publicado com autorização da FFB-Família Franciscana do Brasil
Postado por rivaldo r.ribeiro às 23h02
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VIII° CENTENÁRIO DO CARISMA FRANCISCANO
VIII° CENTENÁRIO DO CARISMA FRANCISCANO 2008/2009
Há 800 anos, o Espírito Santo agraciou Francisco e Clara com a vocação de levar uma vida de Irmãos e Irmãs Menores. A Igreja reconheceu e confirmou este carisma que deu início a um grande movimento, um modo especial de ser Igreja e sociedade civil.
No decurso dos séculos houve inúmeras pessoas que se sentiram atraídas por esta "forma de vida". Uma delas é Isabel da Turíngia, filha do Rei André II da Hungria, nascida em 1207, padroeira da Terceira Ordem Franciscana.
Em 24 de fevereiro de 1208, na festa do apóstolo Matias, Francisco ouve na Capela de Porciúncula aquela passagem do Evangelho "Ide e anunciai: "O Reino dos Céus está próximo. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demónios! Recebestes de graça, dai também de graça. Não leveis nos cintos moedas de ouro, de prata ou de cobre." Mt 10, 7-9. Profundamente emocionado com aquilo que ouve, exclama: Isto é o que desejo; é o que procuro; é o que busco de todo o coração!
No dia 15 de abril do mesmo ano, os primeiros irmãos juntaram-se a ele. Juntos, abrem três vezes a Sagrada Escritura e recebem os seguintes versos orientadores: vai, vende tudo.....! Marcos 10,21 - Não leveis nada para o caminho..., Lucas 9,3 - Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a si mesmo...! Mateus 16,24
Este é o início do movimento franciscano e, para nós, é a razão de considerarmos o ano de 1208 como o ano do nascimento do nosso carisma. 1209 é o ano em que o Papa Inocêncio III deu a autorização verbal a Francisco de fundar uma ordem. É o início da dimensão institucional do movimento franciscano .
Fonte FFB. Texto publicado com autorização da FFB-Família Franciscana do Brasil.
Postado por rivaldo r.ribeiro às 22h50
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Nossa Senhora dos Anjos
Nossa Senhora dos Anjos

Nossa Senhora dos Anjos é a padroeira da Ordem dos Frades Menores (Franciscanos). Bem perto de Assis encontramos a linda Basílica de Santa Maria dos Anjos, ela é um marco principalmente da Ordem Franciscana.
Dentro da Basílica encontra-se a Porciúncula, onde São Francisco morreu, o Santo tinha um amor prediléto à aquele lugar dedicado a Nossa Senhora dos Anjos.disse um biógrafo: São Francisco dizia que Nossa Senhora tinha muito amor por aquele lugar. Porciúncula quer dizer em Italiano (pedacinho). Dizem que pequena capela fora construída por peregrinos que voltavam da Terra Santa, era onde eles a veneravam e enquanto estavam em oração eles ouviam o coros de Anjos, daí surgiu o nome Nossa Senhora dos Anjos.
Fonte texto: http://blog.cancaonova.com/zezinho/
Postado por rivaldo r.ribeiro às 01h55
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Frei Galvão e a Igreja no Brasil
Frei Galvão e a Igreja no Brasil
 O Brasil nasceu católico e assim permanece até hoje, ainda que certo pluralismo religioso venha se manifestando nas últimas décadas. Porém, a vocação originária da nação brasileira é, com certeza, católica.
Por esta razão, louvamos a Deus e lhe agradecemos o precioso dom da fé cristã. Reverenciamos os primeiros missionários, heróicos e incansáveis na pregação e na catequese, entre os quais o Beato José de Anchieta, "o apóstolo do Brasil".
Este meio milênio de história do catolicismo em nossa pátria produziu, sem dúvida, muitos frutos de santidade, inclusive mártires da fé. Contudo, não se fez ainda o suficiente para coligir o "cânon", o "martirológio", dos santos e santas nativos deste nosso querido Brasil e apresentá-los ao reconhecimento da Igreja.
Neste contexto, saudamos felizes a beatificação do primeiro brasileiro nato, Frei Antônio de Sant'Anna Galvão, nascido em Guaratinguetá - SP, em 1739, e falecido, com fama de santidade, na cidade de São Paulo-SP, em 1822, ano da independência do Brasil.
Frei Galvão, sacerdote franciscano, viveu em São Paulo cerca de 60 anos. Conhecido em toda a cidade como conselheiro espiritual e confessor, sábio e santo, a população o estimava muito e o buscava particularmente para socorrer os pobres e os doentes.
O então Senado da Câmara de São Paulo o chamou "o homem da paz e da caridade". Viveu seu sacerdócio e sua vocação franciscana com exímia fidelidade e dedicação. Entre os aspectos de sua vida espiritual, chamam a atenção seu amor e sua entrega total, como filho e escravo perpétuo, a Nossa Senhora da Imaculada Conceição.
Fundou o Recolhimento de N. Sra. da Conceição para moças que quisessem consagrar a vida a Deus, fundação esta que depois se transformou no atual Mosteiro da Luz, de monjas concepcionistas.
Outro Recolhimento idêntico Frei Galvão fundou em Sorocaba-SP. Grande parte de sua vida dedicou a estes dois Recolhimentos.
Frei Galvão é modelo de evangelizador e de discípulo do divino Mestre. Ele nos incentiva a retomar com vigor e unção o anúncio querigmático do Evangelho. Ele nos diz, também, que a santidade é vocação de todos. Todos somos chamados à santidade. E o Brasil precisa, hoje como nunca, de santos. Frei Galvão, roga por este teu povo brasileiro, que tem sede de Deus!
DOM CLÁUDIO HUMMES, Arcebispo de São Paulo.
Fonte: http://www.franciscanos.org.br
Postado por rivaldo r.ribeiro às 00h32
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SANTA ISABEL DA HUNGRIA, padroeira da Ordem Terceira

17 DE NOVEMBRO-SANTA ISABEL DA HUNGRIA, padroeira da Ordem Terceira
Isabel foi invocada mesmo antes de nascer. Um vidente anunciou seu glorioso nascimento como estrela que nasceria na Hungria, passaria a brilhar na Alemanha e se irradiaria para o mundo. Citou-lhe o nome, como filha do rei da Hungria e futura esposa do soberano de Eisenach (Alemanha).
De fato, como previsto, a filha do rei André, da Hungria, e da rainha Gertrudes, nasceu em 1207. O batismo da criança foi uma festa digna de reis. E a criança recebeu o nome de Isabel, que significa repleta de Deus.
Ela encantou o reino e trouxe paz e prosperidade para o governo de seu pai. Desde pequenina se mostrou de fato repleta de Deus pela graça, pela beleza, pelo precoce espírito de oração e pela profunda compaixão para com os sofredores.
Tinha apenas quatro aninhos quando foi levada para a longínqua Alemanha como prometida esposa do príncipe Luís, nascido em 1200, filho de Hermano, soberano da Turíngia. Hermano se orientava pela profecia e desejava assegurar um matrimônio feliz para seu filho.
Dada a sua vida simples, piedosa e desligada das pompas da corte, concluíram que a menina não seria companheira para Luis. E a perseguiam e maltratavam, dentro e fora do palácio.
Luis, porém, era um cristão da fibra do pai. Logo percebeu o grande valor de Isabel. Não se impressionava com a pressão dos príncipes e tratou de casar-se quanto antes. O que aconteceu em 1221.
A Santa não recuava diante de nenhuma obra de caridade, por mais penosas que fossem as situações, e isso em grau heróico! Certa vez, Luis a surpreendeu com o avental repleto de alimentos para os pobres. Ela tentou esconder... Mas ele, delicadamente, insistiu e... milagre! Viu somente rosas brancas e vermelhas, em pleno inverno. Feliz, guardou uma delas.
Sua vida de soberana não era fácil e freqüentemente tinha que acompanhar o marido em longas e duras cavalgadas. Além disso, os filhos, Hermano, de 1222; Sofia, de 1224 e Gertrudes, de 1227.
Estava grávida de Gertrudes, quando descobriu que o duque Luis se comprometera com o Imperador Frederico II a seguir para a guerra das Cruzadas para libertar Jerusalém. Nova renúncia duríssima! E mais: antes mesmo de sair da Itália, o duque morre de febre, em 1227! Ela recebe a notícia ao dar à luz a menina.
Quando Luis ainda vivia, ele e Isabel receberam em Eisenach alguns dos primeiros franciscanos a chegar na Alemanha por ordem do próprio São Francisco. Foi-lhes dado um conventinho. Assim, a Santa passou a conhecer o Poverello de Assis e este a ter freqüentes notícias dela. Tornou-se mesmo membro da Família Franciscana, ingressando na Ordem Terceira que Francisco fundara para leigos solteiros e casados. Era, pois, mais que amiga dos frades. Chegou a receber de presente o manto do próprio São Francisco!
Morto o marido, os cunhados tramaram cruéis calúnias contra ela e a expulsaram do castelo de Wartburgo. E de tal forma apavoraram os habitantes da região, que ninguém teve coragem de acolher a pobre, com os pequeninos, em pleno inverno. Duas servas fiéis a acompanharam, Isentrudes e Guda.
De volta ao Palácio quando chegaram os restos mortais de Luís, Isabel passou a morar no castelo, mas vestida simplesmente e de preto, totalmente afastada das festas da corte. Com toda naturalidade, voltou a dedicar-se aos pobres. Todavia, Lá dentro dela o Senhor a chamava para doar-se ainda mais. Mandou construir um conventinho para os franciscanos em Marburgo e lá foi morar com suas servas fiéis. Compreendeu que tinha de resguardar os direitos dos filhos. Com grande dor, confiou os dois mais velhos para a vida da corte. Hermano era o herdeiro legitimo de Luis. A mais novinha foi entregue a um Mosteiro de Contemplativas, e acabou sendo Santa Gertrudes! Assim, livre de tudo e de todos, Isabel e suas companheiras professaram publicamente na Ordem Franciscana Secular e, revestidas de grosseira veste, passaram a viver em comunidade religiosa. O rei André mandou chamá-las, mas ela respondeu que estava de fato feliz. Por ordem do confessor, conservou alguma renda, toda revertida para os pobres e sofredores.
Construiu abrigo para as crianças órfãs, sobretudo defeituosas, como também hospícios para os mais pobres e abandonados. Naquele meio, ela se sentia de fato rainha, mãe, irmã. Isso no mais puro amor a Cristo. No atendimento aos pobres, procurava ser criteriosa. Houve época, ainda no palácio, em que preferia distribuir alimentos para 900 pobres diariamente, em vez de dar-lhes maior quantia mensalmente. É que eles não sabiam administrar. Recomendava sempre que trabalhassem e procurava criar condições para isso. Esforçava-se para que despertassem para a dignidade pessoal, como convém a cristãos. E são inúmeros os seus milagres em favor dos pobres!
De há muito que Isabel, repleta de Deus, era mais do céu do que da terra. A oração a arrebatava cada vez mais. Suas servas atestam que, nos últimos meses de vida, frequentemente uma luz celestial a envolvia. Assim chegou serena e plena de esperança à hora decisiva da passagem para o Pai. Recebeu com grande piedade os sacramentos dos enfermos. Quando seu confessor lhe perguntou se tinha algo a dispor sobre herança, respondeu tranqüila: "Minha herança é Jesus Cristo !" E assim nasceu para o céu! Era 17 de novembro de 1231.
Sete anos depois, o Papa Gregório IX, de acordo com o Conselho dos Cardeais, canonizou solenemente Isabel. Foi em Perusa, no mesmo lugar da canonização de São Francisco, a 26 de maio de 1235, Pentecostes. Mais tarde foi declarada Padroeira das Irmãs da Ordem Franciscana Secular.
FREI CARMELO SURIAN, O.F.M.
Fonte: http://www.franciscanos.org.br/index.php
Postado por rivaldo r.ribeiro às 00h06
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Regra Bulada da Ordem dos Frades Menores
Regra Bulada da Ordem dos Frades Menores
Esta Regra foi aprovada em 1221 pelo Papa Honório III. Outra Regra não Bulada foi aprovada verbalmente pelo Papa Inocêncio III.O original desta Regra com a aprovação e assinatura papal conserva-se atualmente no Sacro Colégio de Assis como preciosa relíquia e outra cópia está no Vaticano.
1. A Regra e a vida dos Frades Menores:
Observar o santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, vivendo em Obediência, Pobreza e Castidade. Frei Francisco promete obediência e reverência a Sua Eminência o Papa Honório e a seus sucessores, canonicamente eleitos e a igreja de Roma. E os demais irmãos estarão obrigados a obedecer a Frei Francisco e a seus sucessores.
2. Dos que querem abraçar esta vida e de como devem ser aceitos.
Devem visitar o Ministro, para serem encaminhados sobre a fé e os santos sacramentos., depois devem renunciar a tudo o que possuem e distribuir entre os pobres.
Uma vez aprovados se lhes dará 2 túnicas, uma com capuz e a outra sem, um cordão, calças e caparão. Será um ano de provas.
Não é lícito sair da Ordem, somente com autorização do Papa. Devem prometer obediência. Só em caso de necessidade usar calçados.
Sempre devem ser pobres, nunca julgar a quem se veste com roupas delicadas ou toma alimentos ou bebidas finas, mas antes julgue cada um a si mesmo.
3. Do ofício divino, do jejum e da oração.
Rezar o ofício divino, quem sabe ler pode usar breviário, os que não sabem devem recitar 24 Pais Nossos pelas Matinas, 5 pelas Laudes, 7 pelas: Primas, Terça, Sexta e Noa, 12 pelas Vésperas, 7 pelo Completório e rezem pelos defuntos o Salmo 129 e para o perdão dos pecados por Nosso Senhor Jesus Cristo o Salmo 50 (Misere Mei). Estas orações não devem ser negligenciadas e devem ser realizadas em todas as "Horas".
Obs.: "Hora" é designação para cada uma das sete partes em que se dividem as chamadas Horas Canônicas da Igreja: Matutinas - Laudes - Prima - Terça - Sexta - Noa - Vésperas e Completas.
Sobre o jejum, deve ser praticado desde a festa de Todos os Santos até a Natividade de Nosso Senhor, na Quaresma desde a Epifania, em que Nosso Senhor iniciou seu jejum até a Páscoa, todas as sextas feiras, em outras épocas não são obrigados. Não é sensato quem voluntariamente enfraquece seu corpo, primeiro devem trabalhar no desenvolvimento das virtudes.
4. Que os Irmãos não recebam dinheiro Só os Ministros recebem doações para ajudar os pobres e os doentes.
5. Do modo de trabalhar Não aceitar cargos de direção , nem funções que possam causar escândalos. Trabalhem com fidelidade e devoção, de maneira que afugentem o ócio, inimigo da alma e não percam o espírito de oração e piedade.
Em pagamento pelo trabalho recebam o que for necessário ao corpo, para si e seus irmãos, exceto dinheiro de qualquer espécie; façam isto com humildade, como convém à servos de Deus e seguidores da mais santa pobreza.
6. De nada se façam proprietários os irmãos, da mendicância e dos irmãos doentes. Peçam esmolas com confiança no Senhor, não se devem envergonhar porque o Senhor se fez pobre por nós neste mundo. E, se algum deles cair doente, os outros irmãos o devem servir, como gostariam de ser servidos.
7. Da penitência que se deve impor aos irmãos que pecam. Os Ministros provinciais, ou sacerdotes imponham a penitência, com caridade e misericórdia, sem encolerizar-se, sem ira.
8. Da eleição do Ministro Geral
Todos os irmãos devem ter sempre um dos irmãos desta Ordem como Ministro e servo desta fraternidade. São então, rigorosamente obrigados a obedecer-lhe.
Todo ano possam os ministros se reunirem com seus irmãos, na festa de São Miguel Arcanjo, no lugar que lhes aprouver, para tratar com eles dos assuntos que se referem a Deus.
9. Dos pregadores Devem pregar ao povo, com a autorização do Ministro Geral desta fraternidade, e por ele admitido ao oficio da pregação, seus sermões devem ser ponderados e piedosos, sempre se fale dos vícios e das virtudes, o castigo e a glória, com brevidade.
10. Da admoestação e correção dos irmãos Os irmãos que são Ministros e servos dos demais irmãos visitem e admoestem a seus irmãos e corrijam-nos com humildade e caridade, não lhes ordenando coisa alguma que seja contra sua alma e a nossa Regra.
Os irmãos, porém, que são súditos, lembrem-se de que por amor a Deus, renunciaram à própria vontade. Que os irmãos se preservem de toda soberba, inveja, avareza, vanglória, murmuração e depreciação.
11. Que os irmãos não entrem em mosteiros de freiras Ordeno severamente a todos os meus irmãos que não tenham familiaridades ou relações suspeitas com mulheres, nem entrem em mosteiros de freiras exceto aquele a quem foi dada licença especial da Santa Sé Apostólica, nem criem laços com homens ou mulheres, para que daí não resultem escândalos entre irmãos.
12. Do castigo aos desonestos Se algum irmão, por instigação do demônio cometer pecado de impureza, seja privado do hábito da Ordem , que ele já perdeu por sua torpe iniquidade, e, por isso, o deponha definitivamente e seja demitido da Ordem e faça penitência de seus pecados.
13. Da confissão dos irmãos e da recepção do corpo e do sangue do Nosso Senhor Jesus Cristo
Os meus abençoados irmãos, clérigos e leigos, confessem seus pecados aos sacerdotes da nossa Ordem. Se não for possível, confessem-se a outros sacerdotes, prudentes e católicos. Se porém não puderem encontrar um sacerdote, confessem-se a um dos irmãos. Recebam o corpo e o sangue do Nosso Senhor Jesus Cristo com grande humildade e respeito.
14. Dos irmãos doentes
Se um dos irmãos cair doente, os outros irmãos não devem abandona-lo, estejam onde estiverem, sem designar um, ou se necessário, mais irmãos para o servirem como gostariam de serem servidos.
Em caso de absoluta necessidade, poderão encarregar uma pessoa de confiança para cuidar-lhe.
OBS.O texto acima não tenho conhecimento da sua origem, por graça de Deus o encontrei no arquivo do meu computador e resolvi publica-lo em louvor a São Francisco de Assis.
Postado por rivaldo r.ribeiro às 21h16
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O resgate do pensamento franciscano
O resgate do pensamento franciscano
O pensamento franciscano (metafísica) considera o ser como um dom.
Não deixa de ser significativo que, além de Luther King, Teresa de Calcutá, M. Gandhi, Francisco de Assis foi apontado como uma das personalidades que marcaram o séc. XX. Importa ressaltar que a pesquisa foi feita pela revista "Time", portanto, isenta de qualquer preocupação apologética, interesseira e "marqueteira"!
O Poverello de Assis, lá pelos idos do séc. XIII, com sua espiritualidade radicalizada na essência da mensagem evangélica, com seus seguidores, filósofos e teólogos, continuadores de sua mensagem, depois de longo período no olvido, obscurecidos pelo Iluminismo, Racionalismo, Cientificismo; pela ideologia do crescimento ilimitado, pelo Consumismo desenfreado, são redescobertos com todo o seu vigor humanístico, antropológico.e ecológico.
Para a Escolástica, a ciência por excelência é a Teologia. A Filosofia, a Metafísica são instrumentos necessários para que se chegue, de modo apropriado, lógico, ao conhecimento do Ser dos seres, Deus, a fonte e princípio de tudo. Daí o provérbio conhecido: "Philosophia ancilla Theologiae", interpretado positivamente enquanto caminho, intinerário para se chegar ao Ser por excelência, Deus. Boaventura, um dos expoentes do pensamento franciscano do séc. XIII, professor na Sorbonne (Paris), escreveu interessante tratado intitulado: "Itinerarium mentis in Deum" ("O itinerário da razão até Deus").
Assistimos, desde meados do século passado, a uma derrocada de uma série de mitos, antes considerados intocáveis e insubstituíveis. Vamos enumerá-los apenas; se bem que cada um de per si mereceria uma reflexão à parte:
1) A pretendida potência da razão, considerada capaz de elaborar sistemas filosóficos omnicompreensíveis. Ela abarca tudo e tudo explica; tudo controla e regula. A insensatez da injustiça social em escala mundial e a violência da guerra para mantê-la já seriam suficientes para desbancar tal presunção;
2) a crença de que seja possível viver sem História, sem passado e sem futuro. O que importa é o presente, o aqui e o agora. Chama-se isso de "perpetuidade do presente". Esquecendo que o presente está carregado do passado e se projeta para um futuro ainda a se construir. Os antigos diziam: "a criança que está nascendo neste momento é tão velha quanto o mundo; e, no entanto, traz dentro de si um futuro de mudanças e capacidade de crescimento (Humanização)";
3) a queda do binômio substância-acidentes. Tudo é fugaz, é presente, é momento que se deve vivenciar com intensidade, pois, logo se desfaz. "A eterna leveza do ser"; "tudo que existe se desfaz no ar". Não há necessidade de uma substância ou de um objeto privilegiado ou centro de imputação para o qual o todo se convirja ou seja o centro;
4) a crença de que a razão seria esse centro de imputação, tendo em suas mãos a realidade e, portanto, conhecendo suas estruturas, sua dinâmica, suas leis, carece de qualquer relação com o transcendente. Proclama sua autonomia.
Esses mitos, entre outros, que a modernidade gerou e nos quais depositou sua esperança foram se esboroando, e o "Homo" da atualidade se prostrou exausto como um Prometeu encadeado. Suas conquistas científico-tecnológicas não o fizeram mais humano, mais solidário. É um angustiado à busca de sentido do que é a Vida, para que se vive! Seu próprio habitat, o planeta terra com seus ecossistemas abalados; põe em risco nossa sobrevivência como a sobrevivência das futuras gerações
Estaria aí a redescoberta da mensagem do santo de Assis e de seu desdobramento filosófico-teológico de seus seguidores.
A Teologia franciscana é uma teologia do coração, da afetividade, da gratuidade, uma teologia mais amorosa do que racional.
Duns Escoto, por exemplo, defendia a tese de que: "Bonum diffusivum sui" (O bem é, de per si, por sua natureza, algo que tende a se difundir). Como se não coubesse dentro de si mesmo, tende a se difundir, a se socializar. O mesmo acontece com a gente: possuído de uma grande alegria, a gente como se não coubesse dentro de si, se sente impulsionado a irradiá-la, comunicá-la com os outros!
Dessa tese chegou à conclusão de que o "peccatum originale", a revolta e rejeição do "Homo" de se aceitar finito, um ser criado, não afetou a essência de seu ser enquanto dotado de razão e liberdade. E mais ainda: de que caso não houvesse essa revolta, Deus se encarnaria em seu Filho Jesus Cristo como expressão e revelação de sua bondade intrínseca. Nele veríamos a bondade, a gratuidade de Deus-Amor que criou tudo por amor, gratuitamente, sem ter um "porque" racional. Faz pensar na "Rosa". "A rosa não tem porquê", está aí, gratuitamente, mesmo que eu não a veja. "Elas, simplesmente, exalam", diz a canção.
Teríamos um Cristo sem paixão, sem crucifixão; encarnado gloriosamente, como causa exemplar, manifestação em plenitude da glória de Deus, isto é, brilho de sua bondade, de sua gratuidade intrínseca.
Francisco, na sua caminhada existencial, de experiência em experiência, foi-se libertando de todo e qualquer desejo de posse; na sua pobreza total, foi capaz de perceber e intuir essa bondade fontal e via em tudo, desde o vermizinho que atravessava o caminho que percorria até o sol, a lua, o vento, o fogo, a água essa presença amorosa e gratuita da vida, cuja fonte última ele chamou de "Sumo Bem", ou o "Amor não Amado", "Altíssimo, Onipotente e Bom Senhor". Veja o Cântico das Criaturas que ele foi escrevendo no decorrer de sua conversão, a ponto de chamar tudo de irmãos, irmãs (Adelfocracia); inclusive a morte, enquanto transição, passagem dessa vida ao encontro desse Ser Bondoso.
Daí, o pensamento franciscano, seus pensadores, desenvolverem uma metafísica, (reflexão sobre a essência dos seres, do Ser por excelência) do ser como um dom, uma graça, intuídos mais pelo coração, pelo afeto, do que pela razão.
Frei Cristóvão Pereira ofm
freicristovao@gmail.com
Texto publicado com autorização da FFB-Família Franciscana do Brasil- reprodução proibida.
Postado por rivaldo r.ribeiro às 17h55
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Reviver o sonho de Francisco

REVIVER O SONHO DE FRANCISCO E CLARA DE ASSIS NO CHÃO DA AMÉRICA LATINA E CARIBE
A FAMÍLIA FRANCISCANA DA AMÉRICA LATINA E CARIBE celebra de 17 a 19 de Outubro de 2008 em Brasília os 800 anos do nascimento do Carisma.
Este ano de 2008 é paradigmático para todos nós pois em 1208 Francisco recebeu os primeiros companheiros dando início ao chamado "MOVIMENTO FRANCISCANO".
Somente em 1209 ele foi a Roma pedir ao Papa Inocêncio III para lhe dar permissão de anunciar o Evangelho. O Pontífice concedeu a permissão e este ano passa a ser conhecido como o da confirmação da forma de vida franciscana.
Portanto é o ano da Institucionalização da Ordem.
Assim a Família Franciscana Mundial celebra 2008 por ser o início do CARISMA FRANCISCANO do qual, muitos do mundo inteiro tem Francisco com Pai e Inspirador.
É a chamada "GRANDE FAMÍLIA FRANCISCANA".
Postado por rivaldo r.ribeiro às 01h01
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"FRANCISCO RESTAURA MINHA CASA QUE DESMORONA"...
Foi na encantadora igrejinha de São Damião, a um
quilometro abaixo de Assis, toda humilde entre as oliveiras, que se deu o
notável acontecimento. Francisco rezava com fervor ante o grande crucifixo
bizantino: "Senhor, suplico-Vos me ilumines e dissipeis as trevas da minha
alma". Do crucifixo veio a resposta, suave e benevolente: "Francisco, restaura a
minha casa, que desmorona"...CLIQUE AQUI E LEIA MAIS SOBRE ESSE NOTÁVEL ACONTECIMENTO NA VIDA
DE FRANCISCO...
 VIDA DE SÃO FRANCISCO
O TAU NA VOCAÇÃO FRANCISCANA
17 DE SETEMBRO: ESTIGMAS DE S. FRANCISCO
 SÃO FRANCISCO E O PRESÉPIO
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O DIA DO PERDÃO.
Em 1216 São Francisco de
Assis estava orando na igrejinha da Porciúncula, quando de repente ela torna-se
iluminada, e São Francisco de Assis vê sobre o altar o Cristo revestindo de luz
e à sua direita a Mãe Santíssima. E eles perguntam a São Francisco o que ele
desejava para que as almas fossem salvas? Assim ele Os pede que seja concedido
um generoso perdão a todos que se arrependessem e confessassem seus pecados, e
fossem visitar aquela igrejinha.
E o Senhor acolhe a sua
oração e propõe que ele peça ao Seu Vigário na terra, de Sua parte, esta
indulgência. E São Francisco vai até ao Papa Honório III e conta-lhe a visão que
tinha tido.
E Feliz caminha até à porta,
negando qualquer documento que comprove a autorização do Papa, bastava-lhe a sua
palavra, o documento seria a Santíssima Virgem Maria, o Senhor como escrivão e
os Anjos as testemunhas.
O Perdão de Assis é uma
manifestação da misericórdia de Deus e um sinal do amor apostólico de São
Francisco, que disse alguns dias depois em lagrimas: "Meus irmãos, quero que
todos vocês vão ao Paraíso!"
Esta indulgência é dada
somente em um dia do ano: começa às 12 horas do dia 01 de agosto até o final da
tarde de 02 de agosto, todo ano. Este dia tem como padroeira Nossa Senhora dos
Anjos, e foi estendida a qualquer Igreja Católica do mundo.
Assim, ganham a Indulgência,
todas as pessoas que tendo feita a confissão sacramental, visitarem uma Igreja
nos dias mencionados, receberem a comunhão eucarística e rezarem um "Pai nosso",
uma "Ave Maria" e um "Glória", pelas intenções do Santo Padre, o Papa. Assim
sendo, poderão utilizar a Indulgência em seu próprio benefício, em favor de
pessoas falecidas ou daquelas que necessitam de conversão do coração.

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O Cântico do irmão sol
Sao Francisco de Assis
Altíssimo, onipotente, bom Senhor,
Teus são o louvor, a glória, a honra
E toda a benção.
Só a ti, Altíssimo, são devidos;
E homem algum é digno
De te mencionar.
Louvado sejas, meu Senhor,
Com todas as tuas criaturas,
Especialmente o Senhor Irmão Sol,
Que clareia o dia
E com sua luz nos alumia.
E ele é belo e radiante
Com grande esplendor:
De ti, Altíssimo é a imagem.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pela irmã Lua e as Estrelas,
Que no céu formaste claras
E preciosas e belas.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pelo irmão Vento,
Pelo ar, ou nublado
Ou sereno, e todo o tempo
Pela qual às tuas criaturas dás sustento.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pela irmã Água,
Que é mui útil e humilde
E preciosa e casta.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pelo irmão Fogo
Pelo qual iluminas a noite
E ele é belo e jucundo
E vigoroso e forte.
Louvado sejas, meu Senhor,
Por nossa irmã a mãe Terra
Que nos sustenta e governa,
E produz frutos diversos
E coloridas flores e ervas.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pelos que perdoam por teu amor,
E suportam enfermidades e tribulações.
Bem aventurados os que sustentam a paz,
Que por ti, Altíssimo, serão coroados.
Louvado sejas, meu Senhor,
Por nossa irmã a Morte corporal,
Da qual homem algum pode escapar.
Ai dos que morrerem em pecado mortal!
Felizes os que ela achar
Conformes á tua santíssima vontade,
Porque a morte segunda não lhes fará mal!
Louvai e bendizei a meu Senhor,
E dai-lhe graças,
E servi-o com grande humildade.
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ORAÇÃO PELA PAZ
Texto atribuído a S. Francisco
Senhor, fazei de mim um instrumento da vossa Paz.
Onde houver ódio, que eu leve o Amor. Onde houver ofensa, que eu leve o Perdão. Onde houver discórdia, que eu leve a União. Onde houver dúvida, que eu leve a Fé.
Onde houver erro, que eu leve a Verdade. Onde houver desespero, que eu leve a Esperança. Onde houver tristeza, que eu leve a Alegria. Onde houver trevas, que eu leve a Luz.
Ó Divino Mestre, fazei que eu procure mais consolar, que ser consolado; compreender, que ser compreendido; amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe, é perdoando que e é perdoado, e é morrendo que se ressuscita para a Vida eterna.
fonte: Ordem dos Frades Menores Capuchinhos (Portugal)
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BENDITO SEJA..
Está oração foi dita da por Francisco a Frei Leão, após a negativa do papa Inocêncio III de recebê-lo, "se for realmente importante para a igreja como ele diz, ele voltara" foram às palavras do papa ao Bispo que recebeu Francisco.
Benditas sejam as dificuldades que nos agridem e fazem pensar.
Benditas sejam as horas que gastamos em função do bem eterno.
Bendito seja quem nos maltrata à primeira vista e nos ajuda a melhorar.
Bendito seja que não nos conhece e não acredita em nós.
Bendito seja quem nos compara com vagabundos e indolentes.
Bendito seja quem nos expulsa, como parias ou fanáticos.
Bendito seja a mão que nos nega o cumprimento.
Bendito seja quem quer nos esquecer, impaciente.
Bendito seja quem nos nega o pão de cada dia.
Bendito seja quem nos ataca por ignorância e covardia.
Bendito seja quem nos experimenta no correr do tempo.
Bendito seja quem nos faz chorar nos caminhos.
Bendito seja quem não agrada no momento.
Bendito seja quem exige de nós a perfeição.
Benditos sejam os que nos maltratam o coração porque, verdadeiramente, são estes, meus filhos, os nossos vigilantes e os que nos ajudam a seguir o Cristo com maior segurança, pois Deus, através deles, nos ajuda na auto educação, de maneira que fiquem abertas todas as portas para o Amor Universal.
SÃO FRANCISCO DE ASSIS
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