:::::::São Francisco de Assis...Irmão Sol :::::::





"Senhor, fazei-me instrumento de  Vossa Paz"




"Sua maior intenção, seu desejo principal e plano supremo era observar o Evangelho em tudo e por tudo,
imitando com perfeição, atenção, esforço, dedicação e fervor os passos de Nosso Senhor Jesus Cristo no
seguimento de sua doutrina".
(Vida de S. Francisco - 1Cel 84)


 


 
 

Dia de Pentecostes. ( Opinião de um Leigo)

Dia de Pentecostes.  (Opinião de um Leigo)

 Rivaldo R.Ribeiro

 

Nesse dia de Pentecostes poderemos ver uma relação muito grande com São Francisco de Assis e o movimento franciscano.

 

Pois foi o dia do nascimento da Igreja no mundo, quando o Espírito Santo manifestou-Se aos apóstolos de Cristo em várias línguas para que todos compreendessem a Palavra de Deus, e como hoje vemos a espiritualidade franciscana presente e compreendida em várias partes do mundo, mesmo alguns povos não cristãos.

 

Alem disso o aparecimento de São Francisco de Assis levou a Igreja a um renascimento espiritual, talvez um novo Pentecoste, desde o seu contato com Deus na igrejinha de São Damião, onde Nosso Senhor pediu a São Francisco: “Francisco restaura a Minha casa que está desmoronando”, o sentido aqui seria o desmoronamento da Fé na época que quase se iguala aos dias de hoje.

 

Renascia ali uma nova Igreja onde São Francisco propunha imitar Nosso Senhor em tudo, por tudo, perfeição, fervor, seguindo os passos do Mestre Jesus.

 

Assim a Igreja renascia difundindo por toda Europa a força evangelizadora dos pequenos frades menores, aumentando o número de adeptos por onde passavam até os dias de hoje. 

 

O evangelho de Cristo voltava a ser ensinado como Cristo ensinou: fraterno, humilde nas trilhas traçadas pelo Pai: anunciando as maravilhas do Reino de Deus, PAZ E BEM! 

 

Livro dos Atos dos Apóstolos (Atos 2,1-11) Lucas sugere que o Espírito é a lei nova que orienta a caminhada dos crentes. É Ele que cria a nova comunidade do Povo de Deus, que faz com que os homens sejam capazes de ultrapassar as suas diferenças e comunicar, que une, numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e culturas:

 

1Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. 2 De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam. 3Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. 4Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava.  

5Moravam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações do mundo. 6Quando ouviram o barulho, juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua. 7Cheios de espanto e admiração, diziam: “Esses homens que estão falando não são todos galileus? 8Como é que nós os escutamos na nossa própria língua? 9Nós, que somos partos, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judéia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, 10da Frigia e da Panfília, do Egito e da parte da Líbia próxima de Cirene, também romanos que aqui residem; 11judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus em nossa própria língua!”

 



Categoria: Carisma,Jufra,Santos
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 14h51
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SOLENIDADE DE PENTECOSTES

SOLENIDADE DE PENTECOSTES

  

Atos 2,1-11 e João 20,19-23

 

 A Igreja celebra, com grande júbilo, o aniversário do seu nascimento sob a ação do Espírito Santo. Celebra sua manifestação ao mundo, expressa seu testemunho, expõe sua riqueza mais íntima, qual seja, sua felicidade, graças à Salvação proporcionada ao mundo por Jesus Cristo.

 

Cristo prometera, em várias ocasiões, a efusão do Espírito Santo, promessa que “realizou na tarde daquele dia, no dia da Ressurreição” (cf. v. 19-22), e, de modo mais solene e marcante, no dia de Pentecostes, pois a plenitude do Espírito Santo, que estava em Jesus, deveria ser comunicada também a todo o povo messiânico (cf. Joel 3,1-2). Pentecostes é o coroamento, a plenitude da Páscoa.

 

Depois da Ascensão de Jesus ao Céu, “estavam os Apóstolos reunidos no Cenáculo em oração. Veio do Céu um ruído semelhante ao soprar de impetuoso vendaval, e encheu toda a casa onde se achavam. E apareceram umas como que línguas de fogo, que se distribuíram e foram pousar sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os impelia a se exprimirem” (cf. At 2,1-4).

 

Pentecostes contém um mistério que vai além de qualquer experiência humana. Para expressar o acontecimento, em si inexplicável, temos os sinais do fogo e do vento (At 2,2-3). Fogo e vento simbolizam o divino, revelam a presença de Deus: o fogo que abrasa e purifica e o vento que sopra quando e onde quer.

 

“Ao se produzir o ruído do céu, a multidão de inúmeros povos, lá presente, se reuniu e estava confusa, pois cada qual os ouvia falar em sua própria língua” (At 2,6). Pedro, impelido pelo Espírito Santo, erguendo a voz, assim lhes falou: “Homens da Galiléia e habitantes todos de Jerusalém, esse Jesus que vós crucificastes, foi Deus quem dele deu testemunho e, por meio dele, operou milagres; Deus o ressuscitou e o exaltou: Deus o fez Senhor e Messias”   (cf. At 2,22-36). 

 

E como acolheram os ouvintes essa revelação? Três mil foram tocados pelo Espírito, logo de início, pedindo o Batismo. Depois, mais cinco mil. Muitos ficaram simplesmente atônitos, outros escarneciam. Faltou disposição ao coração? Talvez... E’ a ação misteriosa da graça. Pois existe, também, a culpa e a cumplicidade do homem.

 

Muitas vezes, a pessoa não quer deixar-se esclarecer pela luz: “A luz brilha nas trevas, mas as trevas não a compreendem” (Jo 1,5). 

 

“A Igreja foi manifestada publicamente ante a multidão; e, pela pregação, iniciou-se a difusão do Evangelho entre as nações” (Ad Gentes 4).

 

Frei Floriano Surian, ofm

 

Fonte: http://www.riototal.com.br/boanova/  



Categoria: ARTIGOS FRANCISCANOS
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 14h28
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FRANCISCANAS PALAVRAS V

FRANCISCANAS PALAVRAS V

Continuação do post do dia  20/03/2009

33. Franciscanismo e Poesia não se separam, estão sempre juntos na percepção da própria identidade na Natureza.

34. Ser Menor é ser Francisco. É sentir a experiência do Nada, isto é, ser completamente despojado, Vazio de tudo, sem negatividades, sem pessimismos, sem dramaticidade; totalmente aberto à ação Divina. É estar sempre nascendo a cada instante.

35. Vamos aprender com Francisco: na Simplicidade e na harmonia realizar grandes coisas.

36. Quando olhamos para São Francisco percebemos que se o nosso interior é bom toda a natureza é boa.

37. “Meu Deus e meu Tudo!” Francisco assim exclama, admira, contempla, repete, invoca... Assim adensa a sua experiência de saborear a presença do Sagrado.

38. Francisco sempre esteve no espetáculo sensível da vida.

39. A Espiritualidade Franciscana é sensível porque é penitente.

40. Francisco é uma moderação contida.

  

Fonte Frei Vitório Mazzuco Filho:  http://carismafranciscano.blogspot.com/



Categoria: ARTIGOS FRANCISCANOS
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h08
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Benção de São Francisco de Assis a Frei Leão.

 

 

 

O Senhor te abençoe e te guarde!

O Senhor te mostre a sua face e conceda-te sua graça!  

O Senhor volva o seu rosto para ti e te dê a paz! 

 

As palavras que Francisco acrescentou às bíblico-litúrgicas são poucas, mas importantes, porque são pessoais do Santo: "O Senhor te abençoe, Frei Leão".

 

“(...) Redescobrindo-a e voltando a utilizá-la estaremos fazendo o que fez Francisco ao recuperar uma fórmula litúrgica quase esquecida, considerando-a apta para consolar o amigo na aflição. Usando-a, Francisco descobriu o profundo significado da fórmula e, no modo de usá-la, mostrou que captou precisamente seu sentido original...”.

 

A passagem bíblica onde consta a UOL Busca Benção de São Francisco a Leão, que pode ser estendia a todos nós: Números 6- 22-26

 

22. O Senhor disse a Moisés: 23. “Dize a Aarão e seus filhos o seguinte: eis como abençoares os filhos de Israel:24. O Senhor te abençoe e te guarde!  25. O Senhor te mostre a sua face e conceda-te sua graça!  

26. O Senhor volva o seu rosto para ti e te dê a paz!  27. E assim invocarão o meu nome sobre os filhos de Israel e eu os abençoarei”. 

 

Leiam mais sobre esse  maravilhoso fragmento na história franciscana:

 

http://www.franciscanos.org.br/carisma/simbolos

 



Categoria: ORAÇÕES/BÍBLIA
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 16h49
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VIDA e sua irmandade.

 

O planeta vive o momento difícil, vejam o nordeste, só um cego de consciência não vê que aquilo é uma consequência das danuras do homem contra a natureza, e São Francisco viu isso há séculos atrás, a relação homem e natureza é única, como ele disse no UOL Busca Cântico do Irmão Sol: louvado seja meu Senhor pelas criaturas, pela água, pelo sol, pelo ar, pela irmã Terra que nos sustenta e governa, veja que lindo que "sustenta e governa", e o homem imagina que pode dominar a Terra!

 

São Francisco de Assis era um artista da natureza, um poeta que amava desde aos cascalhos até as estrelas. Amava a Terra como uma plataforma que podia levá-lo a Deus, porque via na natureza a presença viva de Deus na vida que pulsava nos animais, nas corredeiras de agua, no verde das folhagens, nas aves do céu etc.

 

Uma arvore é a mais perfeita ligação com Deus, é vida, e está em permanente contato com a Terra, alimenta-se do solo, da sua energia, nos mostra que ali onde ela está é possível sobreviver, é uma indicação de VIDA.

 

São Francisco fez essa ligação e compreendeu que o respeito e amor do homem a natureza seria umas das formas de falar com Deus, e esse desrespeito está nos levando ao fim.

 

Portanto VIDA seja vegetal ou animal pertence à mesma irmandade, pois se uma não encontra condições de sobrevivência e outra também não... 

 

UOL Busca Rivaldo R.Ribeiro-Funcionário Publico José Bonifácio-SP

 



Categoria: ARTIGOS FRANCISCANOS
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h43
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A Sabedoria da Vida

A Sabedoria da Vida

 

 

Uma das grandes estantes em que está organizada a Biblioteca da Bíblia  é a dos livros SAPIENCIAIS.

A do Antigo Testamento é preenchida com os livros seguintes: Job, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria e Ben Sira (ou Eclesiástico).

 

SAPIENCIAL vem do latim sapientia, donde nasce a palavra portuguesa sabedoria. Mas, nestes livros da Bíblia, ao falar de sabedoria não falamos da esperteza nata de uma pessoa, nem da sua erudição ou cultura geral, nem da sua formação académica superior. Referimo-nos, mais, àquela Sabedoria que é um dos sete dons do Espírito Santo.

 

Esta Sabedoria já não deriva apenas de sapientia, mas também de sapor, saporis: sabor. E consiste na sensibilidade ou capacidade para encontrar e apreciar as coisas boas e fundamentais da vida, ver para além do imediato, contemplar o Criador na Criação, buscar o sentido profundo da realidade, relacionar acontecimentos numa História de Salvação, ler os chamados sinais dos tempos à luz da fé num Deus transcendente mas muito próximo da nossa vida. É também e sobretudo com base nesta Sabedoria, que alguns santos – como Santa Teresa do Menino Jesus – são proclamados Doutor ou Doutora da Igreja.

 

Os dois caminhos

 

Para estes meses de maior contacto com a Natureza e com a vida concreta das pessoas ou do mundo, sugiro aos leitores que levem a Bíblia consigo e “partem” à descoberta destes Livros e da Sabedoria que eles encerram.

 

Como exemplo, e embora já tenha falado aqui dos Salmos em geral, escolho o Salmo 1, intitulado Os dois caminhos, que «pertence ao género sapiencial e constitui uma espécie de meditação introdutória a todo o livro» (BÍBLIA da Difusora Bíblica, p. 841).

 

Proponho uma leitura meditativa e orante do texto, em quatro momentos complementares:

 

1. Rezar o texto do salmo 1, da Bíblia.  

2. Rezar a minha paráfrase-reflexão do salmo (em grupo, o dístico final pode servir de refrão após cada um dos anteriores); silêncio. 

3. Rezar de novo o texto da Bíblia. 

4. Escrever a sua própria oração ou paráfrase.

 

O Salmo 1, da Bíblia (ver Pr 4,10-19; Jr 17,5-8)

 

1 Feliz o homem que não segue o conselho dos ímpios,

   nem se detém no caminho dos pecadores,  nem toma parte na reunião dos libertinos;

2 antes põe o seu enlevo na lei do Senhor  e nela medita dia e noite.

 

3 É como a árvore plantada   à beira da água corrente:  dá fruto na estação própria

   e a sua folhagem não murcha;  em tudo o que faz é bem sucedido.

 

4 Mas os ímpios não são assim!

   São como a palha que o vento leva.

 

5 Por isso, os ímpios não resistirão no julgamento,

   nem os pecadores, na assembleia dos justos.

 

6 O Senhor conhece o caminho dos justos,

    mas o caminho dos ímpios conduz à perdição.

 

A minha paráfrase: Feliz...

 

Feliz de quem não ouve os pecadores

nem pára a contemplar as suas obras:

 

Feliz de quem não sente emulação

ao ver como prosperam os corruptos:

 

Feliz de quem não segue por caminhos

que levam à desgraça para sempre:

 

Feliz de quem não ouve os maus conselhos

nem segue os maus exemplos dos insanos:

 

Feliz de quem não sai com libertinos

rondando pelos antros da violência:

 

Feliz de quem em Deus põe seu enlevo

e vive a sua Lei com lealdade:

 

– Qual árvore plantada junto ao rio, Terá sempre folhagem, flor e fruto. *

 

* Num grupo, o Salmo pode ser recitado por um Solista,

servindo este dístico final de resposta a cada um os outros.

 

frei Lopes Morgado

 

 Fonte:  http://www.capuchinhos.org    ( Site de Portugal) 



Categoria: ARTIGOS FRANCISCANOS
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h12
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SAUDAÇÃO ÀS VIRTUDES

SAUDAÇÃO ÀS VIRTUDES

 

Salve, rainha sabedoria, o Senhor te guarde por tua irmã, a pura simplicidade!
Senhora santa pobreza, o Senhor te guarde por tua santa irmã, a humildade!
Senhora, santa caridade, o Senhor te guarde por tua santa irmã, a obediência!
Santíssimas virtudes todas, guarde-vos o Senhor, de quem procedeis e vindes a nós!


Não existe no mundo inteiro homem algum em condições de possuir uma de vós,
sem que ele morra primeiro.

Quem possuir uma de vós e não ofender as demais, a todas possui; e quem a uma ofender, nenhuma possui e a todas ofende.

E cada uma por si destrói os vícios e pecados.


A santa sabedoria confunde a Satanás e todas as suas astúcias.
A pura e santa simplicidade confunde toda a sabedoria deste mundo e a prudência da carne.
A santa pobreza confunde toda a cobiça e avareza e solicitudes deste século.
A santa humildade confunde o orgulho e todos os homens deste mundo
e tudo quanto há no mundo.

A santa caridade confunde todas as tentações do demônio e da carne e todos os temores carnais.

A santa obediência confunde todos os desejos sensuais e carnais e mantém o corpo mortificado para obedecer ao espírito e obedecer a seu irmão, e torna o homem submisso a todos os homens deste mundo, e nem só aos homens, senão também a todas as feras e animais irracionais, para que dele possam dispor a seu talante, até o ponto que lho for permitido do alto pelo Senhor (cf Jo 19,11).

 



Categoria: ORAÇÕES/BÍBLIA
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 16h00
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"FRANCISCO RESTAURA MINHA CASA QUE DESMORONA"...

Foi na encantadora igrejinha de São Damião, a um quilometro abaixo de Assis, toda humilde entre as oliveiras, que se deu o notável acontecimento. Francisco rezava com fervor ante o grande crucifixo bizantino: "Senhor, suplico-Vos me ilumines e dissipeis as trevas da minha alma". Do crucifixo veio a resposta, suave e benevolente: "Francisco, restaura a minha casa, que desmorona"...CLIQUE AQUI E LEIA MAIS SOBRE ESSE NOTÁVEL ACONTECIMENTO NA VIDA DE FRANCISCO...


VIDA DE SÃO FRANCISCO



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17 DE SETEMBRO:
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O Senhor é a minha força


O DIA DO PERDÃO.

Em 1216 São Francisco de Assis estava orando na igrejinha da Porciúncula, quando de repente ela torna-se iluminada, e São Francisco de Assis vê sobre o altar o Cristo revestindo de luz e à sua direita a Mãe Santíssima. E eles perguntam a São Francisco o que ele desejava para que as almas fossem salvas? Assim ele Os pede que seja concedido um generoso perdão a todos que se arrependessem e confessassem seus pecados, e fossem visitar aquela igrejinha.

 

E o Senhor acolhe a sua oração e propõe que ele peça ao Seu Vigário na terra, de Sua parte, esta indulgência. E São Francisco vai até ao Papa Honório III e conta-lhe a visão que tinha tido.

E Feliz caminha até à porta, negando qualquer documento que comprove a autorização do Papa, bastava-lhe a sua palavra, o documento seria a Santíssima Virgem Maria, o Senhor como escrivão e os Anjos as testemunhas.

O Perdão de Assis é uma manifestação da misericórdia de Deus e um sinal do amor apostólico de São Francisco, que disse alguns dias depois em lagrimas: "Meus irmãos, quero que todos vocês vão ao Paraíso!"

 

Esta indulgência é dada somente em um dia do ano: começa às 12 horas do dia 01 de agosto até o final da tarde de 02 de agosto, todo ano. Este dia tem como padroeira Nossa Senhora dos Anjos, e foi estendida a qualquer Igreja Católica do mundo.

 

Assim, ganham a Indulgência, todas as pessoas que tendo feita a confissão sacramental, visitarem uma Igreja nos dias mencionados, receberem a comunhão eucarística e rezarem um "Pai nosso", uma "Ave Maria" e um "Glória", pelas intenções do Santo Padre, o Papa. Assim sendo, poderão utilizar a Indulgência em seu próprio benefício, em favor de pessoas falecidas ou daquelas que necessitam de conversão do coração.

 











O Cântico do irmão sol

 Sao Francisco  de Assis

 

Altíssimo, onipotente, bom Senhor,

Teus são o louvor, a glória, a honra

E toda a benção.

 

Só a ti, Altíssimo, são devidos;

E homem algum é digno

De te mencionar.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Com todas as tuas criaturas,

Especialmente o Senhor Irmão Sol,

Que clareia o dia

E com sua luz nos alumia.

 

E ele é belo e radiante

Com grande esplendor:

De ti, Altíssimo é a imagem.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pela irmã Lua e as Estrelas,

Que no céu formaste claras

E preciosas e belas.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pelo irmão Vento,

Pelo ar, ou nublado

Ou sereno, e todo o tempo

Pela qual às tuas criaturas dás sustento.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pela irmã Água,

Que é mui útil e humilde

E preciosa e casta.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pelo irmão Fogo

Pelo qual iluminas a noite

E ele é belo e jucundo

E vigoroso e forte.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Por nossa irmã a mãe Terra

Que nos sustenta e governa,

E produz frutos diversos

E coloridas flores e ervas.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pelos que perdoam por teu amor,

E suportam enfermidades e tribulações.

 

Bem aventurados os que sustentam a paz,

Que por ti, Altíssimo, serão coroados.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Por nossa irmã a Morte corporal,

Da qual homem algum pode escapar.

 

Ai dos que morrerem em pecado mortal!

Felizes os que ela achar

Conformes á tua santíssima vontade,

Porque a morte segunda não lhes fará mal!

 

Louvai e bendizei a meu Senhor,

E dai-lhe graças,

E servi-o com grande humildade. 

 



ORAÇÃO PELA PAZ

Texto atribuído a S. Francisco


Senhor, fazei de mim
um instrumento da vossa Paz.

Onde houver ódio, que eu leve o Amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a União.
Onde houver dúvida, que eu leve a Fé.

Onde houver erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a Luz.

Ó Divino Mestre,
fazei que eu procure mais
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.

Pois é dando que se recebe,
é perdoando que e é perdoado,
e é morrendo que se ressuscita
para a Vida eterna.


fonte: Ordem dos Frades Menores Capuchinhos (Portugal)


BENDITO SEJA.. 

Está oração foi dita da por Francisco a Frei Leão, após a negativa do papa Inocêncio III de recebê-lo, "se for realmente importante para a igreja como ele diz, ele voltara" foram às palavras do papa ao Bispo que recebeu Francisco.

Benditas sejam as dificuldades que nos agridem e fazem pensar.


Benditas sejam as horas que gastamos em função do bem eterno.


Bendito seja quem nos maltrata à primeira vista e nos ajuda a melhorar.


Bendito seja que não nos conhece e não acredita em nós.


Bendito seja quem nos compara com vagabundos e indolentes.


Bendito seja quem nos expulsa, como parias ou fanáticos.


Bendito seja a mão que nos nega o cumprimento.


Bendito seja quem quer nos esquecer, impaciente.


Bendito seja quem nos nega o pão de cada dia.


Bendito seja quem nos ataca por ignorância e covardia.


Bendito seja quem nos experimenta no correr do tempo.


Bendito seja quem nos faz chorar nos caminhos.


Bendito seja quem não agrada no momento.


Bendito seja quem exige de nós a perfeição.


Benditos sejam os que nos maltratam o coração porque, verdadeiramente, são estes, meus filhos, os nossos vigilantes e os que nos ajudam a seguir o Cristo com maior segurança, pois Deus, através deles, nos ajuda na auto educação, de maneira que fiquem abertas todas as portas para o Amor Universal.

SÃO FRANCISCO DE ASSIS