:::::::São Francisco de Assis...Irmão Sol :::::::





"Senhor, fazei-me instrumento de  Vossa Paz"




"Sua maior intenção, seu desejo principal e plano supremo era observar o Evangelho em tudo e por tudo,
imitando com perfeição, atenção, esforço, dedicação e fervor os passos de Nosso Senhor Jesus Cristo no
seguimento de sua doutrina".
(Vida de S. Francisco - 1Cel 84)


 


 
 

"ADORAÇÃO A JESUS NA CRUZ"

 

"ADORAÇÃO A JESUS NA CRUZ"

 

 

Nós vós adoramos, santíssimo Senhor Jesus Cristo,

aqui e em todas as vossas igrejas que estão em todo o mundo, e vos bendizemos, porque pela vossa santa cruz redimistes o mundo.

 

(S. Francisco de Assis, "Adoração a Jesus na cruz")



Categoria: ORAÇÕES/BÍBLIA
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 16h18
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Dimensão pascal da vida de Francisco

Dimensão pascal da vida de Francisco

 

São Boaventura aproveita um episódio acontecido em Greccio para sublinhar esta dimensão pascal da vida do Poverello e dos seus primeiros seguidores: «Dirigiu-lhes a palavra [aos Irmãos] para lhes mostrar, segundo as Santas Escrituras, que eram os verdadeiros Hebreus, a atravessar o deserto deste mundo como peregrinos e estrangeiros; e que, por isso, deviam celebrar constantemente em pobreza de espírito a Páscoa do Senhor, isto é, a passagem deste mundo para o Pai” (Legenda Maior, VII, nº 9).

 

A “passagem deste mundo para o Pai” é precisamente a grande reviravolta que Francisco sofre e nos conta logo no início do seu Testamento. Após falar da sua experiência com os leprosos, diz: «E ao afastar-me deles, o que antes me parecera amargo, converteu-se para mim em doçura de alma e de corpo: e em seguida, passado um pouco de tempo, saí do mundo» (nº 3).

 

Por graça de Deus, Francisco saiu definitivamente do “mundo” das desigualdades e da injustiça e passou para o “mundo” do Pai, de misericórdia para com todos, especialmente com os “leprosos” de todos os tempos. Eis a sua verdadeira Páscoa! Eis o Francisco verdadeiramente pascal!

 

 

Viver a Páscoa é tornar-se Irmão menor e servo de todos

 

Para este enamorado de Cristo, cada dia é uma verdadeira Quinta-Feira Santa. Na sua Primeira Regra, Francisco faz uma ligação imediata entre o ser irmão menor e o lavar os pés – numa referência explícita a Jesus Cristo, em Quinta-Feira Santa, uma das imagens que tanto o impressionou: «Todos, indistintamente, se chamem irmãos menores. E lavem os pés uns aos outros» (cap. VI, 9).

 

Outra ligação que ele faz é entre servir e lavar os pés: «Eu não vim para ser servido, mas para servir, diz o Senhor (Mt 20,28). Os que receberam o ofício de mandar nos outros, tanto se gloriem desse ofício, quanto se gloriariam se fossem encarregados de lavar os pés aos irmãos» (Exortação 4,1-2).

 

Assim, ser franciscano é ser irmão menor, pequenino disposto a servir os outros, lavando-lhes os pés, enxugando-lhes as lágrimas, acolhendo os seus anseios de amor e de misericórdia. Este é o frontispício do Mistério Pascal: a Quinta-Feira Santa.

 

 

Viver a Páscoa é continuar em si a Paixão de Cristo Jesus

 

Para o apaixonado do Crucificado, cada dia é uma verdadeira Sexta-Feira Santa. Há uma continuidade e vivência cada vez mais exigente entre o encontro com o Cristo de São Damião e a identificação com o Crucificado do Alverne, simbolizada nas cinco chagas impressas no corpo de Francisco, dois anos antes da sua morte.

 

O autor das “Considerações Sobre as Chagas” (cap. III) coloca nos lábios de Francisco esta ousada súplica: «Senhor meu Jesus Cristo, rogo me concedas duas graças antes de morrer: a primeira é que eu sinta no corpo e na alma, quanto seja possível, a dor que Tu, doce Jesus, sofreste no tormento da tua acerba Paixão; a segunda é que eu sinta no meu coração, quanto possível, aquele excessivo amor em que Tu, Filho de Deus, ardias quando sofreste voluntariamente tantos tormentos por nós, pecadores.» Uma graça de dor e uma graça de amor…

 

Em plena Festa da Exaltação da Santa Cruz, Francisco tem a visão do Serafim com seis asas resplandecentes como fogo… Diz São Boaventura: «A visão, entretanto, desaparecera, deixando-lhe o coração a arder em chama viva – e deixando-lhe também o corpo marcado em chagas vivas. Foi assim que um amor autêntico transformou o amigo na imagem do amado» (Legenda Maior, XIII, 3.5).

 

Contemplar Francisco é contemplar Cristo – Aquele Cristo que se “apaixonou” por nós, amando-nos até à loucura da Cruz, para que também nos amemos uns aos outros até à loucura da cruz e da morte.

 

É esta “Paixão” que Francisco canta no seu famoso Ofício da Paixão do Senhor. Uma “Paixão” que tem o seu clímax no Tríduo Pascal (I Parte), o centro no Tempo Pascal (II Parte) e o prolongamento nos Domingos e Festas principais (III Parte), incluindo o Advento, Natal e Epifania.

 

Assim, cada dia é uma nova oportunidade para agradecermos a loucura do amor de Deus por nós. Cada dia traz-nos a possibilidade de vivermos a “compaixão” por todos os crucificados e escorraçados pela sociedade, atraindo-os ao amor, única força que nos torna verdadeiramente livres, fraternos e felizes.

 

 

Viver a Páscoa é sonhar cada manhã como nova Ressurreição

 

Para Francisco de Assis, chamado “Cristo redivivo”, cada dia é um Dia de Páscoa:

 

● a Festa de Cristo Ressuscitado,

● a Festa da Criação libertada da escravidão,

● a Festa da Humanidade redimida na Morte de Cristo,

● a Festa da Vida a jorrar em abundância do Lado aberto de Cristo,

● a Festa da Luz vencedora de todas as trevas,

● a Festa do Amor triunfando sobre todos os ódios…

 

 

Para Francisco e os seus seguidores, a Páscoa é o Tempo do Sonho e da Utopia: Cristo ressuscitou! Um Mundo outro é possível!

 

 

Frei Acílio Dias Mendes

Fonte:  http://www.capuchinhos.org    ( Site de Portugal) 

 



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 16h03
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São Francisco a humilde perfeição.

São Francisco a humilde perfeição.

 

Desde o início da sua conversão, como bom arquiteto, São Francisco quis, com a ajuda de Deus, edificar a sua obra sobre rocha firme, isto é, sobre a insigne humildade e pobreza do Filho de Deus. Quis por humildade que a sua Ordem se chamasse "dos Frades Menores".

 

Assim, no começo da Ordem, determinou que os frades morassem nas leprosarias, para melhor servirem os seus ocupantes e que aí estabelecessem os fundamentos da santa humildade [...] como consta da primeira Regra.

 

"Não queiramos possuir nada neste mundo, além da santa pobreza, em virtude da qual o Senhor nos proporcionará alimentos corporais e espirituais e nos dará a herança celestial".

 

Ainda que pudesse ser grande prelado na Igreja de Deus, escolheu e quis ser humilde não só na Igreja como também entre os seus próprios frades. Pois, no seu conceito e desejo, esta humilhação devia constituir a sua maior exaltação aos olhos de Deus e dos homens. (in Espelho de Perfeição 44)

 

Fonte:  http://www.capuchinhos.org    



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h49
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"FRANCISCO RESTAURA MINHA CASA QUE DESMORONA"...

Foi na encantadora igrejinha de São Damião, a um quilometro abaixo de Assis, toda humilde entre as oliveiras, que se deu o notável acontecimento. Francisco rezava com fervor ante o grande crucifixo bizantino: "Senhor, suplico-Vos me ilumines e dissipeis as trevas da minha alma". Do crucifixo veio a resposta, suave e benevolente: "Francisco, restaura a minha casa, que desmorona"...CLIQUE AQUI E LEIA MAIS SOBRE ESSE NOTÁVEL ACONTECIMENTO NA VIDA DE FRANCISCO...


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O Senhor é a minha força


O DIA DO PERDÃO.

Em 1216 São Francisco de Assis estava orando na igrejinha da Porciúncula, quando de repente ela torna-se iluminada, e São Francisco de Assis vê sobre o altar o Cristo revestindo de luz e à sua direita a Mãe Santíssima. E eles perguntam a São Francisco o que ele desejava para que as almas fossem salvas? Assim ele Os pede que seja concedido um generoso perdão a todos que se arrependessem e confessassem seus pecados, e fossem visitar aquela igrejinha.

 

E o Senhor acolhe a sua oração e propõe que ele peça ao Seu Vigário na terra, de Sua parte, esta indulgência. E São Francisco vai até ao Papa Honório III e conta-lhe a visão que tinha tido.

E Feliz caminha até à porta, negando qualquer documento que comprove a autorização do Papa, bastava-lhe a sua palavra, o documento seria a Santíssima Virgem Maria, o Senhor como escrivão e os Anjos as testemunhas.

O Perdão de Assis é uma manifestação da misericórdia de Deus e um sinal do amor apostólico de São Francisco, que disse alguns dias depois em lagrimas: "Meus irmãos, quero que todos vocês vão ao Paraíso!"

 

Esta indulgência é dada somente em um dia do ano: começa às 12 horas do dia 01 de agosto até o final da tarde de 02 de agosto, todo ano. Este dia tem como padroeira Nossa Senhora dos Anjos, e foi estendida a qualquer Igreja Católica do mundo.

 

Assim, ganham a Indulgência, todas as pessoas que tendo feita a confissão sacramental, visitarem uma Igreja nos dias mencionados, receberem a comunhão eucarística e rezarem um "Pai nosso", uma "Ave Maria" e um "Glória", pelas intenções do Santo Padre, o Papa. Assim sendo, poderão utilizar a Indulgência em seu próprio benefício, em favor de pessoas falecidas ou daquelas que necessitam de conversão do coração.

 











O Cântico do irmão sol

 Sao Francisco  de Assis

 

Altíssimo, onipotente, bom Senhor,

Teus são o louvor, a glória, a honra

E toda a benção.

 

Só a ti, Altíssimo, são devidos;

E homem algum é digno

De te mencionar.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Com todas as tuas criaturas,

Especialmente o Senhor Irmão Sol,

Que clareia o dia

E com sua luz nos alumia.

 

E ele é belo e radiante

Com grande esplendor:

De ti, Altíssimo é a imagem.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pela irmã Lua e as Estrelas,

Que no céu formaste claras

E preciosas e belas.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pelo irmão Vento,

Pelo ar, ou nublado

Ou sereno, e todo o tempo

Pela qual às tuas criaturas dás sustento.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pela irmã Água,

Que é mui útil e humilde

E preciosa e casta.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pelo irmão Fogo

Pelo qual iluminas a noite

E ele é belo e jucundo

E vigoroso e forte.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Por nossa irmã a mãe Terra

Que nos sustenta e governa,

E produz frutos diversos

E coloridas flores e ervas.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pelos que perdoam por teu amor,

E suportam enfermidades e tribulações.

 

Bem aventurados os que sustentam a paz,

Que por ti, Altíssimo, serão coroados.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Por nossa irmã a Morte corporal,

Da qual homem algum pode escapar.

 

Ai dos que morrerem em pecado mortal!

Felizes os que ela achar

Conformes á tua santíssima vontade,

Porque a morte segunda não lhes fará mal!

 

Louvai e bendizei a meu Senhor,

E dai-lhe graças,

E servi-o com grande humildade. 

 



ORAÇÃO PELA PAZ

Texto atribuído a S. Francisco


Senhor, fazei de mim
um instrumento da vossa Paz.

Onde houver ódio, que eu leve o Amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a União.
Onde houver dúvida, que eu leve a Fé.

Onde houver erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a Luz.

Ó Divino Mestre,
fazei que eu procure mais
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.

Pois é dando que se recebe,
é perdoando que e é perdoado,
e é morrendo que se ressuscita
para a Vida eterna.


fonte: Ordem dos Frades Menores Capuchinhos (Portugal)


BENDITO SEJA.. 

Está oração foi dita da por Francisco a Frei Leão, após a negativa do papa Inocêncio III de recebê-lo, "se for realmente importante para a igreja como ele diz, ele voltara" foram às palavras do papa ao Bispo que recebeu Francisco.

Benditas sejam as dificuldades que nos agridem e fazem pensar.


Benditas sejam as horas que gastamos em função do bem eterno.


Bendito seja quem nos maltrata à primeira vista e nos ajuda a melhorar.


Bendito seja que não nos conhece e não acredita em nós.


Bendito seja quem nos compara com vagabundos e indolentes.


Bendito seja quem nos expulsa, como parias ou fanáticos.


Bendito seja a mão que nos nega o cumprimento.


Bendito seja quem quer nos esquecer, impaciente.


Bendito seja quem nos nega o pão de cada dia.


Bendito seja quem nos ataca por ignorância e covardia.


Bendito seja quem nos experimenta no correr do tempo.


Bendito seja quem nos faz chorar nos caminhos.


Bendito seja quem não agrada no momento.


Bendito seja quem exige de nós a perfeição.


Benditos sejam os que nos maltratam o coração porque, verdadeiramente, são estes, meus filhos, os nossos vigilantes e os que nos ajudam a seguir o Cristo com maior segurança, pois Deus, através deles, nos ajuda na auto educação, de maneira que fiquem abertas todas as portas para o Amor Universal.

SÃO FRANCISCO DE ASSIS