:::::::São Francisco de Assis...Irmão Sol :::::::





"Senhor, fazei-me instrumento de  Vossa Paz"




"Sua maior intenção, seu desejo principal e plano supremo era observar o Evangelho em tudo e por tudo,
imitando com perfeição, atenção, esforço, dedicação e fervor os passos de Nosso Senhor Jesus Cristo no
seguimento de sua doutrina".
(Vida de S. Francisco - 1Cel 84)


 


 

 A padroeira da Ordem III é UOL Busca Santa Isabel da Hungria (imagem ao lado)

 

Terceira Ordem - Ordem Franciscana Secular

Os franciscanos seculares constituem uma verdadeira Ordem na Igreja. Não formam um mero movimento ou associação qualquer. A OFS é uma ordem reconhecida como tal pela Igreja, que lhe apresenta uma forma de vida chamada Regra.  

Como tal, ela é acolhida, aceita e abençoada pela Igreja em todas as partes do mundo. Ela faz parte da grande UOL Busca Família Franciscana e contribui para a plenitude de seu carisma.  

 

A UOL Busca Ordem Franciscana Secular é constituída por Fraternidades abertas a todos os cristãos seculares.  

Nelas há lugar para jovens, para casados, viúvos e celibatários no mundo; para clérigos e leigos; para todas as classes sociais, todas as profissões, para todas as raças; para homens e mulheres. Há lugar para todos porque se busca viver segundo o Santo Evangelho como irmão e irmãs da penitência. 

 

O projeto de vida de todo cristão e especialmente de todo franciscano secular é o seguimento da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo, conforme os ensinamentos que nos foram revelados através do Santo Evangelho. Por isso, "A Regra e a vida dos franciscanos seculares é esta: observar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo o exemplo de São Francisco de Assis, que fez do Cristo o inspirador e o centro de sua vida com Deus e com os homens (Rg 4; 1Cel, 18, 115). 

 

A OFS se articula em Fraternidades de vários níveis: local, regional, nacional e internacional. E toda fraternidade, de qualquer nível, goza de autonomia administrativa, econômica e financeira. Porém, as fraternidades dos diversos níveis estão coordenadas e ligadas entre si segundo a Regra, as CCGG, o ritual e os estatutos. 

 

As relações entre a UOL Busca Juventude Franciscana (JUFRA) e a OFS devem ser marcadas pelo espírito de uma comunhão vital e recíproca. Por esta razão, a experiência vivida na Juventude Franciscana encontra a sua realização natural na OFS.

  

Conheça mais: http://ofs.org.br/

 

Fonte: http://www.franciscanos.org.br



Categoria: Carisma,Jufra,Santos
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 17h15
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Segunda Ordem - Clarissas

Segunda Ordem - Clarissas

 

 

Francisco, além de fundar a 1ª Ordem Franciscana (masculina), foi também o fundador da 2ª Ordem Franciscana, conhecida também por Ordem de UOL Busca Santa Clara, abrindo assim a vivência do ideal franciscano para o ramo feminino. A primeira religiosa franciscana foi a jovem Clara Offreduccio, mais tarde chamada de Santa Clara de Assis, jovem de família nobre e admiradora de Francisco desde que o conhecera como "Rei da Juventude" pelas ruas e festas de Assis. Passou a admirá-lo mais ainda, quando se tornou um inflamado pregador da alegria e da paz, da pobreza e do amor de Deus, não só através de palavras, mas com o exemplo de sua própria vida.

 

Era isso precisamente o que almejava a jovem Clara. Não estava satisfeita com os esplendores do palácio de sua família, nem com o sonho do futuro enlace principesco ao qual seus pais a estavam encaminhando. Sonhava com uma vida mais cheia de sentido, que lhe trouxesse uma verdadeira felicidade e realização. O estilo de vida dos frades a atraía cada vez mais.

 

Depois de muitas conversas com Francisco, aos 18 de março de 1212 (Domingo de Ramos), saiu de casa sorrateiramente em plena noite, acompanhada apenas de sua prima Pacífica e de outra fiel amiga, e foi procurar Francisco na Igrejinha de Santa Maria dos Anjos, onde ele e seus companheiros já a aguardavam.

 

Frente ao altar, Francisco cortou-lhe os longos e dourados cabelos, cobrindo-lhe a cabeça com um véu, sinal de que a donzela Clara fizera a sua consagração como Esposa de Cristo. Nem a ira dos seus parentes, nem as lágrimas de seus pais conseguiram fazê-la retroceder em seu propósito. Poucos dias depois, sua irmã, Inês, veio lhe fazer companhia, imbuída do mesmo ideal. Alguns anos após, sua mãe, Ortulana, juntamente com sua terceira filha Beatriz, seguiu Clara, indo morar com ela no conventinho de UOL Busca São Damião, que foi a primeira moradia das seguidoras de São Francisco.

 

Com o correr dos anos, rainhas e princesas, juntamente com humildes camponesas, ingressaram naquele convento para viver, à luz do Evangelho, a fascinante aventura das Damas Pobres, seguidoras de São Francisco, muitas das quais se tornaram grandes exemplos de santidade para toda a Igreja.

 

As Irmãs Clarissas vivem um estilo de vida contemplativa, sendo enclausuradas. Quer dizer que não têm, normalmente, uma atividade pública no meio do povo, dedicando-se mais à oração, à meditação e aos trabalhos internos dos mosteiros.

 

Conheça mais: www.clarissas.com.br



Categoria: Carisma,Jufra,Santos
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 00h05
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Primeira Ordem - Ordem dos Frades Menores

Primeira Ordem - Ordem dos Frades Menores

 

 

Após a conversão, pouco a pouco, ao redor de Francisco se forma um grupo disposto a viver toda essa experiência de comunhão com o mistério de Deus que se lhe revelava. Jovens de Assis, na Itália, vão pelo mundo afora como andarilhos, mas vivendo a experiência de fraternidade. Tudo e todos passam a ser sentidos como irmãos e irmãs, pois o frade não é mais senhor de nada e de ninguém.

 

"Essa pobreza de itinerantes e mendigos será vivida pelos frades em estreita comunhão com Cristo que não tinha uma pedra onde reclinar a cabeça e que vivia também da generosidade dos que lhe davam hospedagem..." (Leclerc).

 

A Ordem Franciscana foi criada como uma Ordem de Irmãos, que assumiam a missão de viver e pregar o Evangelho. Não era uma Ordem Clerical (Ordem composta por sacerdotes), como outras que já existiam. O próprio Francisco não quis ser sacerdote e os primeiros frades também não tinham esse objetivo.

 

Desde o início, porém, como mostra a história de Frei Silvestre, houve o ingresso de alguns sacerdotes já formados, que desejavam ser franciscanos. Algum tempo depois, sobretudo quando Santo Antônio, professor de Teologia, ingressou na Ordem, passou a ensinar Teologia aos frades e alguns deles passaram a se ordenar sacerdotes.

 

Mais tarde, devido principalmente às necessidades da Igreja, a maioria dos frades passou a se ordenar. Mas até hoje, dentro da ordem Franciscana, convivem como irmãos, em igualdade de condições, frades sacerdotes e não sacerdotes (estes chamados outrora de irmãos leigos, por não serem sacerdotes), cada um exercendo a sua função.

 

Esse é, sem dúvidas, um dos aspectos mais belos da Ordem criada por São Francisco.

 

Mais tarde, a Ordem se dividiu em três ramos: Ordem dos Frades Menores (OFM), Capuchinhos (OFMCap) e Conventuais (OFMConv).

 

Os termos "franciscanismo" e "franciscano" não reclamam profundos conhecimentos das evoluções linguísticas para revelarem sua origem.

 

Atrás deles, esconde-se o nome FRANCISCO, que no caso vem especificado com o topônimo de ASSIS.

 



Categoria: Carisma,Jufra,Santos
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 23h23
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PAZ E BEM!

PAZ  E  BEM!

 

PAZ E BEM! é a saudação franciscana no mundo inteiro. Ela é de inspiração divina. Francisco de Assis disse, em seu Testamento: “Como saudação, revelou-me o Senhor que disséssemos: "O Senhor vos dê a paz!" Partindo deste momento e desta inspiração, é unida a esta saudação de paz a palavra “bem”.

 

Para se entender esta saudação, devemos perceber que, para Francisco de Assis, a paz era uma necessidade constante em sua vida e no mundo todo. Ele mesmo se tornou Arauto da Paz, pedindo sempre em oração que o Senhor o fizesse um instrumento de paz.

 Em suas orações de louvor, Francisco não cansava de chamar a Deus de Sumo Bem, de Eterno Bem e de Todo Bem. Daí, então, podemos concluir que, para Francisco de Assis, o próprio Deus é a Paz e o Bem, é a fonte de toda paz e de todo bem, pela ação redentora de Jesus Cristo.

 E nós, franciscanos, a exemplo do “Poverello” de Assis, quando fazemos uso desta saudação, estamos comunicando o próprio Deus presente nela, esta Paz e este Bem que devemos semear e testemunhar no mundo em que vivemos.

 

Queira Deus que possamos, ao dizer “PAZ E BEM!”, estar repletos desta Paz e deste Bem, como o Seráfico Pai São Francisco de Assis. Assim, faremos acontecer o Amor, a Fraternidade, a Justiça e a Igualdade no mundo tão carente que clama por tudo isto!

Não esqueçamos também que, 800 anos depois, Francisco de Assis quer continuar pregando a paz e o bem através de todos nós, pois ele quer que a Paz e o Bem partam do coração de cada franciscano(a) rumo ao coração de cada ser humano e de cada criatura de Deus.

 

http://www.irmaosdospobres.com.br



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 01h16
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O TAU NA VOCAÇÃO FRANCISCANA


O TAU tem a forma da letra grega TAU (T) que é uma cruz. As duas maiores influências diretas em Francisco, em relação ao TAU, foram os antonianos e o Quarto Concílio Laterano.

 No princípio de sua conversão, Francisco encontrou os antonianos e seu símbolo do TAU. Mas a influência mais forte que fez do TAU um símbolo tão querido para Francisco e pela qual ele se tornou sua assinatura, foi a do UOL Busca Concílio de Latrão. .


Os historiadores geralmente admitem que Francisco estava presente nesse Concílio, no qual oUOL Busca Papa Inocêncio III fez o discurso de abertura, incorporando em sua homilia a passagem de UOL Busca Ezequiel (9,4) que diz que os eleitos, os escolhidos serão marcados com o sinal do TAU: "Percorre a cidade, o centro de Jerusalém, e marca com uma cruz na fronte os que gemem e suspiram devido a tantas abominações que na cidade se cometem e acrescenta: "O TAU é a última letra do alfabeto hebraico e a sua forma representa a cruz, exatamente tal e qual foi a cruz antes de ser nela fixada a placa com inscrição de Pilatos.

 O TAU é o sinal que o homem porta na fronte quando - como diz o apóstolo - crucifica o corpo com os seus pecados quando diz: "Não quero gloriar-me a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo" (...)

Sejam portanto mestres desta cruz! Sejam os campeões do TAU! .UOL Busca Concílio de Latrão. .UOL Busca São Francisco de Assis tomou o TAU e seu significado dos antonianos. Eles eram uma comunidade religiosa masculina, fundada em 1095, cuja única função era cuidar dos leprosos. Em seus hábitos era pintada uma grande cruz. Francisco tinha relações muito familiares com eles, porque trabalhavam no leprosário de Assis, no Hospital de São Brás, em Roma, onde Francisco esteve hospedado. .


Quando Inocêncio III terminou sua homilia com "SEJAM OS CAMPEÕES DO TAU!" Francisco tomou estas palavras como dirigidas a ele e fez do TAU seu próprio símbolo, o símbolo de sua Ordem, de sua assinatura; mandou pintá-lo em toda parte e teve grande devoção a ele até o fim de sua vida. Simples e basicamente, o TAU representa a CRUZ.

Os Concílios da Igreja foram convocados para reformar a Igreja, cabeça e membros. Assim o grande tema da Reforma: pessoal, interior, conversão constante e mudança de vida. Aqueles que deviam comprometer-se com a conversão contínua, uma vida de constante penitência, deviam ser marcados com o TAU. .

O TAU para Francisco é um sinal da certeza de salvação; é o sinal de universalidade da salvação e é o símbolo da conversão contínua. .

Se você permite ser marcado com o TAU ou usa o TAU, você está dizendo que se comprometeu com a conversão contínua, isto é, com o tema da Espiritualidade Franciscana. Não que você esteja convertido de uma só vez, mas dia-a-dia, mês após mês, ano após ano, você conserva seu olhar fixo no Senhor como sua única meta, e caminha em direção a ele com a mente indivisa (Carta S. Mary Margaret, out. 1989). .


Retirado do livro "Orando com a Bíblia e São Francisco de Assis", a. Jussara Lima Dias, da Comunidade Católica Shalom. Ed. Shalom. .


Fonte: UOL Busca Franciscanos Capuchinhos-RS.


http://www.capuchinhosrs.org.br/  


 



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 00h05
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Corações ao alto!

Subir para Deus e descer para os Irmãos

Nascemos com vocação das alturas. Aos filósofos compete-lhes

o estudo aprofundado do “sum”, do Homem e da Mulher como

seres” dotados da capacidade de viver, de amar e de servir.

O discípulo de Jesus quer dar um passo mais: do “sum” passar ao

“sursum”. Do “ser” do quotidiano, ao “subir” das ânsias de Infinito.

 

ISTO mesmo é proclamado em cada celebração da UOL Busca Eucaristia: Corações ao alto! Em Latim: Sursum corda! Jesus contrapõe os que são «cá de baixo» e os que são «lá de cima»: «Vós sois cá de baixo; Eu sou lá de cima! Vós sois deste mundo; Eu não sou deste mundo» (Jo 8,23).

 

Libertar a “águia” que nos habita

UOL Busca São Paulo alerta-nos que, como ressuscitados, devemos aspirar «às coisas do alto e não às coisas da terra» (Cl 3,2). UOL Busca Leonardo Boff explanou uma parábola africana, sobre a condição humana, no livro «A águia e a galinha». António Damásio ajuda-nos a penetrar nas imensas possibilidades do Corpo, da Emoção e da Consciência no famoso livro «O Sentimento de Si».

Não se trata de um exclusivo do cristianismo. Todas as religiões pretendem dar resposta a esta exigência do ser humano. Não queremos permanecer na superfície. Temos que libertar a “águia” que trazemos no mais íntimo de nós mesmos. Jamais nos resignaremos à condição de “galinha pica-no-chão”! Nascemos para a Liberdade, e não para a opressão. Realizamo-nos no Amor e na Partilha, e não no egoísmo ou no isolamento. Trazemos no coração a vocação das Alturas, do Sol, das Estrelas, das Montanhas, do Infinito… A teologia diz-nos que somos “capazes de Deus”.

 

Jesus entre o diabo e Deus

  Nos Evangelhos, deparamo-nos com Jesus Cristo em múltiplos montes e montanhas. Voltando à parábola da “águia” e da “galinha”, podemos evocar apenas duas situações: uma logo no início da sua vida pública (o Monte da Tentação) e outra nos momentos finais da sua vida sobre a terra (o Monte da Ascensão). O diabo conduziu Jesus a um «monte muito alto», a fim de o seduzir com toda a espécie de tentações (Mt 4,1-11), na pretensão de lhe amputar as asas de Águia, que o transportam ao seio da Trindade Santíssima. Jesus mantém a fidelidade inabalável ao projecto do Pai.

 

Por isso, nos últimos versículos do Evangelho segundo São Mateus, Jesus Ressuscitado aparece aos discípulos no «monte que lhes tinha designado», revestido de «todo o poder no Céu e na Terra», garantindo: «Eu estarei sempre connosco até ao fim dos tempos» (Mt 28,16-20). Jesus é, assim, a total e definitiva realização da pessoa, na sua humanidade e na sua transcendência. Como Filho do Homem e como Filho de Deus.

Francisco de Assis 

 Francisco de Assis é o protótipo desta síntese harmoniosa da condição humana. Ele é totalmente pessoa, a transbordar ternura e vigor, exigência e delicadeza. E, ao mesmo tempo, uma pessoa totalmente transfigurada pela transcendência da vida e das palavras radicais de Jesus Cristo. Francisco é totalmente homem e totalmente cristão, «o primeiro depois do Único».

  

Tal como em Cristo, também em Francisco de Assis encontramos esta predilecção pelos montes e lugares altos e solitários, «a fim de mais livremente se poder lançar nos voos da alma para Deus» (1 UOL Busca Tomás de Celano, 71). Como os anjos da escada do sonho de Jacob (Gn 28,12), Francisco subia para Deus e descia para os irmãos. Evoquemos apenas dois destes lugares mais significativos: Greccio e UOL Busca Monte Alverne.    

 Da Humildade à Caridade

 

UOL Busca O monte em Greccio tinha sido oferecido a Francisco pelo Conde João de Vellita. Ali, o Santo «podia entregar-se com mais liberdade à contemplação, metido numa pequena cela construída no alto de um rochedo proeminente» (1 Celano, 35). Foi em Greccio que Francisco, no Natal de 1223, com a colaboração de João, seu amigo íntimo, fez a primeira “encenação” do Natal ao vivo para «celebrar a memória do Menino que nasceu em Belém de modo a poder contemplar com os meus próprios olhos – disse – o desconforto que então padeceu e o modo como foi reclinado no feno da manjedoura, entre o boi e o jumento» (1 Celano, 84).

 Na síntese do nosso filósofo Agostinho da Silva: «Tão grande era o seu desejo de Jesus, de tal modo a figura do Mestre lhe enchia os sonhos e a vida que decidiu adorar o Menino, como outros pobres tinham feito na remota noite de Belém» (Biografias I, p. 80). O povo de Greccio e dos lugares vizinhos participaram nesta singular celebração, com o coração em festa.   Na Missa, Francisco, como diácono, cantou o Evangelho e fez a homilia, com palavras doces como o mel, sobretudo ao pronunciar o santíssimo Nome de Jesus ou do «Menino de Belém», passando a língua pelos lábios para saborear a doçura de tão abençoados Nomes.

  Do monte de Greccio ao Monte Alverne 

Com a altitude de 1.288 metros acima do nível do mar, este monte, que sobressai entre todos os outros, foi doado a São Francisco pelo Conde Orlando Catani, em 1213. 

A humildade da Encarnação de Jesus e a caridade da sua Paixão são o eixo, o alicerce e o horizonte de toda a vida do Poverello de Assis. Em Greccio, Francisco experimentou a humanidade de Jesus. No UOL Busca Monte Alverne, vai ser transformado no próprio Crucificado, o Amado do seu coração: as mãos, os pés e o lado direito são-lhe trespassados em incêndio de amor, ficando no seu corpo com as chagas dolorosas e gloriosas de Cristo. São Boaventura interpreta: «Um amor autêntico a Cristo transformou o amigo na imagem do amado» (Legenda Maior, XIII, 5). Francisco é «outro Cristo».  

Estamos em 17 de Setembro de 1224. Talvez seja a sétima vez que Francisco permanece no seu mais amado Monte. E de tal modo ele sobe até Deus, que ali compõe os “Louvores ao Deus altíssimo”, com os seus 32 apaixonados «Tu»: Tu és santo! Tu és beleza! Tu és doçura!... Mas também desce para junto dos Irmãos em necessidade, como prova a solicitude com que envia a bênção a frei Leão: «O Senhor te abençoe e te guarde…» 

Somos peregrinos do Sol: escalemos a montanha da Vida. Coração em Deus e mãos abertas aos Irmãos. Os pés na Terra e os olhos postos na Cidade santa – onde habita o Amor e a Justiça – que morada de todos os famintos e sedentos.

  

Frei Acílio Dias Mendes

 

 Fonte:  http://www.capuchinhos.org    ( Site de Portugal) 

 



Categoria: São Francisco.Presépio.Natal
 Postado por Rivaldo Roberto Ribeiro às 23h07
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"FRANCISCO RESTAURA MINHA CASA QUE DESMORONA"...

Foi na encantadora igrejinha de São Damião, a um quilometro abaixo de Assis, toda humilde entre as oliveiras, que se deu o notável acontecimento. Francisco rezava com fervor ante o grande crucifixo bizantino: "Senhor, suplico-Vos me ilumines e dissipeis as trevas da minha alma". Do crucifixo veio a resposta, suave e benevolente: "Francisco, restaura a minha casa, que desmorona"...CLIQUE AQUI E LEIA MAIS SOBRE ESSE NOTÁVEL ACONTECIMENTO NA VIDA DE FRANCISCO...


VIDA DE SÃO FRANCISCO



O TAU NA VOCAÇÃO FRANCISCANA


17 DE SETEMBRO:
ESTIGMAS DE S. FRANCISCO


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O Senhor é a minha força


O DIA DO PERDÃO.

Em 1216 São Francisco de Assis estava orando na igrejinha da Porciúncula, quando de repente ela torna-se iluminada, e São Francisco de Assis vê sobre o altar o Cristo revestindo de luz e à sua direita a Mãe Santíssima. E eles perguntam a São Francisco o que ele desejava para que as almas fossem salvas? Assim ele Os pede que seja concedido um generoso perdão a todos que se arrependessem e confessassem seus pecados, e fossem visitar aquela igrejinha.

 

E o Senhor acolhe a sua oração e propõe que ele peça ao Seu Vigário na terra, de Sua parte, esta indulgência. E São Francisco vai até ao Papa Honório III e conta-lhe a visão que tinha tido.

E Feliz caminha até à porta, negando qualquer documento que comprove a autorização do Papa, bastava-lhe a sua palavra, o documento seria a Santíssima Virgem Maria, o Senhor como escrivão e os Anjos as testemunhas.

O Perdão de Assis é uma manifestação da misericórdia de Deus e um sinal do amor apostólico de São Francisco, que disse alguns dias depois em lagrimas: "Meus irmãos, quero que todos vocês vão ao Paraíso!"

 

Esta indulgência é dada somente em um dia do ano: começa às 12 horas do dia 01 de agosto até o final da tarde de 02 de agosto, todo ano. Este dia tem como padroeira Nossa Senhora dos Anjos, e foi estendida a qualquer Igreja Católica do mundo.

 

Assim, ganham a Indulgência, todas as pessoas que tendo feita a confissão sacramental, visitarem uma Igreja nos dias mencionados, receberem a comunhão eucarística e rezarem um "Pai nosso", uma "Ave Maria" e um "Glória", pelas intenções do Santo Padre, o Papa. Assim sendo, poderão utilizar a Indulgência em seu próprio benefício, em favor de pessoas falecidas ou daquelas que necessitam de conversão do coração.

 











O Cântico do irmão sol

 Sao Francisco  de Assis

 

Altíssimo, onipotente, bom Senhor,

Teus são o louvor, a glória, a honra

E toda a benção.

 

Só a ti, Altíssimo, são devidos;

E homem algum é digno

De te mencionar.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Com todas as tuas criaturas,

Especialmente o Senhor Irmão Sol,

Que clareia o dia

E com sua luz nos alumia.

 

E ele é belo e radiante

Com grande esplendor:

De ti, Altíssimo é a imagem.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pela irmã Lua e as Estrelas,

Que no céu formaste claras

E preciosas e belas.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pelo irmão Vento,

Pelo ar, ou nublado

Ou sereno, e todo o tempo

Pela qual às tuas criaturas dás sustento.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pela irmã Água,

Que é mui útil e humilde

E preciosa e casta.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pelo irmão Fogo

Pelo qual iluminas a noite

E ele é belo e jucundo

E vigoroso e forte.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Por nossa irmã a mãe Terra

Que nos sustenta e governa,

E produz frutos diversos

E coloridas flores e ervas.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Pelos que perdoam por teu amor,

E suportam enfermidades e tribulações.

 

Bem aventurados os que sustentam a paz,

Que por ti, Altíssimo, serão coroados.

 

Louvado sejas, meu Senhor,

Por nossa irmã a Morte corporal,

Da qual homem algum pode escapar.

 

Ai dos que morrerem em pecado mortal!

Felizes os que ela achar

Conformes á tua santíssima vontade,

Porque a morte segunda não lhes fará mal!

 

Louvai e bendizei a meu Senhor,

E dai-lhe graças,

E servi-o com grande humildade. 

 



ORAÇÃO PELA PAZ

Texto atribuído a S. Francisco


Senhor, fazei de mim
um instrumento da vossa Paz.

Onde houver ódio, que eu leve o Amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a União.
Onde houver dúvida, que eu leve a Fé.

Onde houver erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a Luz.

Ó Divino Mestre,
fazei que eu procure mais
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.

Pois é dando que se recebe,
é perdoando que e é perdoado,
e é morrendo que se ressuscita
para a Vida eterna.


fonte: Ordem dos Frades Menores Capuchinhos (Portugal)


BENDITO SEJA.. 

Está oração foi dita da por Francisco a Frei Leão, após a negativa do papa Inocêncio III de recebê-lo, "se for realmente importante para a igreja como ele diz, ele voltara" foram às palavras do papa ao Bispo que recebeu Francisco.

Benditas sejam as dificuldades que nos agridem e fazem pensar.


Benditas sejam as horas que gastamos em função do bem eterno.


Bendito seja quem nos maltrata à primeira vista e nos ajuda a melhorar.


Bendito seja que não nos conhece e não acredita em nós.


Bendito seja quem nos compara com vagabundos e indolentes.


Bendito seja quem nos expulsa, como parias ou fanáticos.


Bendito seja a mão que nos nega o cumprimento.


Bendito seja quem quer nos esquecer, impaciente.


Bendito seja quem nos nega o pão de cada dia.


Bendito seja quem nos ataca por ignorância e covardia.


Bendito seja quem nos experimenta no correr do tempo.


Bendito seja quem nos faz chorar nos caminhos.


Bendito seja quem não agrada no momento.


Bendito seja quem exige de nós a perfeição.


Benditos sejam os que nos maltratam o coração porque, verdadeiramente, são estes, meus filhos, os nossos vigilantes e os que nos ajudam a seguir o Cristo com maior segurança, pois Deus, através deles, nos ajuda na auto educação, de maneira que fiquem abertas todas as portas para o Amor Universal.

SÃO FRANCISCO DE ASSIS